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CLIMA

Tecnologia reduz emissões na indústria do vidro

Durante a COP 21, realizada na França, o Comitê Franco-Chinês concedeu à Air Liquide o Prêmio Inovação 2015 para Soluções Climáticas, por sua tecnologia de transferência de calor por oxi-combustão, uma inovação que possibilita a redução dos impactos ambientais nos processos de fusão de vidro. Como a indústria vidreira requer uma grande quantidade de energia para alcançar temperaturas elevadíssimas para o processo de fusão, a eficiência energética e a redução das emissões são fatores essenciais no processo. A oxi-combustão, tecnologia baseada no enriquecimento do ar com oxigênio puro, é largamente utilizada pelas indústrias de vidros e metais para melhoria do processo de combustão e redução das emissões poluentes, além de possibilitar a economia de combustível. De acordo com a Air Liquide, a tecnologia, que foi desenvolvida em seu centro de pesquisa e desenovolvimento, é inovadora e torna o processo ainda mais eficiente. A tecnologia de transferência de calor tem como base o princípio de extrair o calor dos fumos da combustão e utilizá-los para aquecer o oxigênio, o combustível e, assim, maximizar o desempenho da oxi-combustão em 10%. Comparada com a combustão a ar, a tecnologia da Air Liquide reduz em até 50% o consumo de energia e as emissões de CO2. Para desenvolver a nova tecnologia, as equipes de P&D da Air Liquide projetaram um equipamento “seguro e confiável”, inteiramente integrado aos fornos de fusão de vidro. Segundo François Darchis, membro do Comitê Executivo da Air Liquide, diretor de Inovação e da Linha de Negócios do setor Comércio Industrial, comentou que a premiação “distingue a liderança da Air Liquide na inovação”.

Durante a COP 21, realizada na França, o Comitê Franco-Chinês concedeu à Air Liquide o Prêmio Inovação 2015 para Soluções Climáticas, por sua tecnologia de transferência de calor por oxi-combustão, uma inovação que possibilita a redução dos impactos ambientais nos processos de fusão de vidro.

Como a indústria vidreira requer uma grande quantidade de energia para alcançar temperaturas elevadíssimas para o processo de fusão, a eficiência energética e a redução das emissões são fatores essenciais no processo. A oxi-combustão, tecnologia baseada no enriquecimento do ar com oxigênio puro, é largamente utilizada pelas indústrias de vidros e metais para melhoria do processo de combustão e redução das emissões poluentes, além de possibilitar a economia de combustível.

De acordo com a Air Liquide, a tecnologia, que foi desenvolvida em seu centro de pesquisa e desenovolvimento, é inovadora e torna o processo ainda mais eficiente. A tecnologia de transferência de calor tem como base o princípio de extrair o calor dos fumos da combustão e utilizá-los para aquecer o oxigênio, o combustível e, assim, maximizar o desempenho da oxi-combustão em 10%. Comparada com a combustão a ar, a tecnologia da Air Liquide reduz em até 50% o consumo de energia e as emissões de CO2.

Para desenvolver a nova tecnologia, as equipes de P&D da Air Liquide projetaram um equipamento “seguro e confiável”, inteiramente integrado aos fornos de fusão de vidro.

Segundo François Darchis, membro do Comitê Executivo da Air Liquide, diretor de Inovação e da Linha de Negócios do setor Comércio Industrial, comentou que a premiação “distingue a liderança da Air Liquide na inovação”.

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HIDROGÊNIO
Air Liquide e STNE levam caminhões à China

A Air Liquide e a start-up chinesa STNE (Shanghai Sinotran New Energy Automobile Operation CO., LTD.) firmaram parceria para acelerar o lançamento de frotas de caminhões elétricos movidos a hidrogênio na China. O contrato atende ao plano do governo chinês que apoia o desenvolvimento e a venda de veículos elétricos movidos a hidrogênio, que proporcionam uma mobilidade limpa. Por meio da parceria, a Air Liquide passa a ter participação minoritária de cerca de 10 milhões de euros da startup chinesa STNE, uma plataforma logística para hidrogênio projetada para entregas urbanas de mercadorias. Atualmente, a STNE opera uma estação de hidrogênio em Xangai e uma frota de 500 caminhões movidos a hidrogênio. Como parte deste contrato, a Air Liquide fornecerá à STNE o seu know-how em cadeia de suprimento do hidrogênio, desde a produção e estocagem até a distribuição, para acelerar o desenvolvimento da startup. A STNE pretende administrar uma frota de até 7.500 caminhões e uma rede de cerca de 25 postos de hidrogênio até 2020. “A parceria com a startup STNE contribui com o desenvolvimento de soluções em hidrogênio. Esse investimento, somado ao know-how industrial e tecnológico da Air Liquide no campo da energia de hidrogênio, permite que o Grupo contribua com a aceleração do lançamento de soluções eficientes para a transição energética na China disse François Darchis, vice-presidente sênior e membro do Comitê Executivo da Air Liquide que supervisiona o setor de Inovação.

9 de julho, 2018
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CERTIFICAÇÃO
Owens Illinois recebe Pegada de Carbono da ABNT

A Owens Illinois (O-I), produtora de vidro mundial, recebeu certificado no Programa Pegada de Carbono da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A Pegada de carbono é a quantidade total de emissões de dióxido de carbono (CO 2 ) e outros gases de efeito estufa (GEE) que são emitidos de maneira direta ou indireta por um determinado produto ao longo do seu ciclo de vida. O Sistema de Medição e Certificação foi desenvolvido pela ABNT em parceria com a Carbon Trust, organização sem fins lucrativos, sediada em Londres (Reino Unido), que tem como missão promover a transição para uma economia sustentável e de baixo carbono. Segundo Aline Borges dos Reis, analista de Meio Ambiente da O-I, a empresa optou por fazer a medição da pegada de carbono da tonelada de vasilhames de alimentos e bebidas, pois, dessa forma, seria possível avaliar o processo de produção de todos os produtos da fábrica. As medições foram feitas com base em dados de abril de 2014 a março de 2015. “Todo o processo foi muito instigante. Visitamos a sede da Carbon Trust, em Londres, onde recebemos treinamento e conhecemos casos de sucesso de grandes empresas ao redor do mundo. Depois, começamos a preencher os dados requisitados na calculadora de CO 2 ”, explica Aline Borges dos Reis. O projeto tem apoio também da Embaixada Britânica no Brasil e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC). A O-I aderiu ao programa em 2014. “Implementar o projeto na fábrica foi simples pois todos os dados solicitados já estavam disponíveis no sistema da empresa, era necessário apenas recolhê-los com as respectivas áreas e inseri-los na calculadora de CO 2 ”, comenta a analista de Meio Ambiente da O-I.

6 de maio, 2016
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BIOGÁS
Air Liquide ativa 12 novas unidades

A Air Liquide, empresa mundial de gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, informou a ativação de 12 unidades de purificação de biogás na Europa nos últimos 12 meses. Com estas unidades, a empresa triplicou sua capacidade de purificação de biogás na Europa. No geral, a Air Liquide projetou e implantou 50 unidades de purificação de biogás em todo o mundo, com a finalidade de transformar biogás em biometano, que é injetado nas redes de gás natural. As doze novas unidade estão localizadas na França, Reino Unido, Hungria e na Dinamarca. Cinco delas representam um investimento total de 12 milhões de euros e são operadas pela Air Liquide. As unidades geram contratos de longo prazo para a produção de biometano destinado às redes de gás natural da Europa, que abastecem, principalmente, as frotas de veículos de carga movidos a bio-GNV. A Air Liquide tem uma capacidade instalada de 160 mil m 3 /h e desenvolveu tecnologias e especialidades que abrangem toda a cadeia de produção do biometano: purificação de biogás e sua transformação em biometano; injeção na rede de gás natural, liquefação e distribuição para frota de transporte de carga ecologicamente correta. Esses novos contratos para a produção de biometano refletem as habilidades da Air Liquide em alavancar as suas tecnologias e fomentar novos negócios. Posicionando-se ao longo de toda a cadeia de valor do biogás, desde a purificação até a distribuição através de suas estações de bio-GNV, a Air Liquide contribui para vencer os desafios dos setores energéticos e ambientais”, disse François Darchis, Vice-Presidente Sênior e membro do Comitê Executivo do Grupo Air Liquide que supervisiona o Setor de Inovação.

26 de abril, 2016
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016
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EFLUENTES
Solução diferenciada de tratamento

A Air Liquide, empresa especializada em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, desenvolveu nova tecnologia para tratamento de efluentes em águas utilizadas em processos industriais. Denominado Turboxal, o equipamento écolocado nas Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) –sejam elas “lagoas”ou “tanques de alvenaria”, onde as águas resultantes de processos industriais são tratadas –para fazer a injeção de oxigênio na água. O Turboxal éum Injetor de Fluxo Descendente que visa destinar adequadamente resíduos e outros poluentes contaminantes para o ecossistema. A solução é100% brasileira e pode ainda ser reaproveitada ou devolvida de forma limpa ànatureza. Os injetores são lançados aos tanques ou lagoas e nelas permanecem flutuando para fazer a sucção do oxigênio e o borbulhamento da água. Esse processo acelera a remoção dos poluentes, que depois de tratados, são descartados de forma ecológica. Jáa água resultante desse tratamento pode ser reutilizada ou devolvida aos rios e outros mananciais sem o risco de contaminá-los. Segundo a empresa, a tecnologia se diferencia das demais por causa das seguintes vantagens; facilidade de instalação; redução de custos com energia elétrica, pois a captação do oxigênio éfeita de forma eficiente; aumento da capacidade de tratamento da estação e redução de odores. Apesar de desenvolvida para o segmento industrial, a tecnologia também pode ser aplicada no tratamento de água em mananciais.

5 de abril, 2016