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SANEAMENTO

Trevisan e Sindcon lançam MBA para profissionais

A Trevisan Escola de Negócios e o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) lançaram o ‘MBA em Gestão Estratégica de Serviços de Saneamento’, primeiro MBA voltado para profissionais que querem se especializar na gestão de saneamento. O curso é desenvolvido para profissionais que queiram atuar no setor. Segundo o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), o Brasil precisa de R$ 304 bilhões de investimento para universalizar os serviços públicos de água e esgoto até 2033. De acordo com estudos do Instituto Trata Brasil, esses recursos podem gerar 11,9 milhões de empregos. “A cada ano o número de concessões privadas aumenta, e sempre que uma nova concessão surge mais profissionais são contratados e passam a fazer parte de nosso universo. Se considerarmos que o Brasil precisa investir muito ainda em saneamento, e que a iniciativa privada será levada a participar com mais força desse processo, podemos então afirmar que a perspectiva é estarmos sempre em busca de profissionais que tenham a competência necessária para atuar no setor”, afirma Alexandre Lopes, presidente do Sindcon. O ‘MBA em Gestão Estratégica de Serviços de Saneamento’ terá 480h/aula, divididas em quatro módulos. O curso poderá ser feito aos sábados ou em turmas com duas aulas semanais. A mensalidade integral é de R$ 998,00. Associados do Sindcon e da Abcon terão direito ao desconto de 20% no MBA e 30% em qualquer curso noturno de graduação da grade da Trevisan.O MBA é aberto a todos os profissionais de curso superior que pretendam aperfeiçoar conhecimentos e desenvolver sua carreira no setor de saneamento. Maiores informações e inscrições pelo site www.abconsindcon.com.br/mba .

A Trevisan Escola de Negócios e o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) lançaram o ‘MBA em Gestão Estratégica de Serviços de Saneamento’, primeiro MBA voltado para profissionais que querem se especializar na gestão de saneamento. O curso é desenvolvido para profissionais que queiram atuar no setor. Segundo o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), o Brasil precisa de R$ 304 bilhões de investimento para universalizar os serviços públicos de água e esgoto até 2033. De acordo com estudos do Instituto Trata Brasil, esses recursos podem gerar 11,9 milhões de empregos.

“A cada ano o número de concessões privadas aumenta, e sempre que uma nova concessão surge mais profissionais são contratados e passam a fazer parte de nosso universo. Se considerarmos que o Brasil precisa investir muito ainda em saneamento, e que a iniciativa privada será levada a participar com mais força desse processo, podemos então afirmar que a perspectiva é estarmos sempre em busca de profissionais que tenham a competência necessária para atuar no setor”, afirma Alexandre Lopes, presidente do Sindcon.

O ‘MBA em Gestão Estratégica de Serviços de Saneamento’ terá 480h/aula, divididas em quatro módulos. O curso poderá ser feito aos sábados ou em turmas com duas aulas semanais.

A mensalidade integral é de R$ 998,00. Associados do Sindcon e da Abcon terão direito ao desconto de 20% no MBA e 30% em qualquer curso noturno de graduação da grade da Trevisan.O MBA é aberto a todos os profissionais de curso superior que pretendam aperfeiçoar conhecimentos e desenvolver sua carreira no setor de saneamento. Maiores informações e inscrições pelo site www.abconsindcon.com.br/mba

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SANEAMENTO
Prêmio a iniciativas inovadoras

A iniciativa que visa fomentar a cultura de sustentabilidade nas empresas privadas de saneamento – o Prêmio Sustentabilidade, realizado pelo Sindcon (Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), com o apoio da Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), reuniu, em sua terceira edição, 63 pro- jetos inscritos nas três categorias – Institucional, Gestão e Técnica, vindos de todas as regiões do País. O Prêmio foi lançado em 2015 para incentivar as ações das con- cessionárias para melhorar o acesso da população aos serviços de água e esgotamento sanitário, seja através da tecnologia, de inovações de gestão, atendimento e qualidade da água fornecida. Durante a cerimônia de premiação, os presentes puderam acompanhar, também, um debate sobre as mudanças que estão sendo aguardadas para o sanea- mento a partir de um novo marco legal para o setor, mediado pelo diretor Executivo das entidades, Percy Soares Neto, o qual destacou que “o setor passa por um momento de transformação profunda, com viés de alta”. Para Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, “o saneamento dessa vez entrou na pauta nacional, o que nos leva a acreditar que novas oportunidades surgirão e que de fato este mercado vai crescer”. E lembrou que o setor privado tem suas expectativas represadas há 12 anos “por entraves e ideologias que impediram seu crescimento”. Hamilton Amadeo, CEO da Aegea Saneamento, disse que o atual modelo precisa ser corrigido – “exis- tem empresas só para pagar salários e as que cum- prem contratos – as concessionárias privadas pagam bons salários e prestam serviços de qualidade. Ainda assim, atendem apenas 6% do mercado brasileiro. Ou seja, há espaço para as empresas que hoje estão ope- rando e para outras tantas novas. E toda essa atenção que se volta para o saneamento no Brasil vai resultar em novas oportunidades profissionais, além de atra- ção de dinheiro para o País”. Veja mais detalhes da premiação em www.sambiental.com.br/revista/193

10 de setembro, 2019
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SANEAMENTO
Quase R$ 500 bi para universalisação

A KPMG realizou estudo para a Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon) que revela os planos do saneamento para os próximos 14 anos, a fim de atender às metas de universalização do Plansab – Plano Nacional de Saneamento Básico até 2033. O estado de São Paulo, por exemplo, necessitaria investir R$ 70 bilhões no período ou R$ 5 bilhões anuais, o que inclui obras em ampliação de extensão de redes, adutoras, construção de estações de tratamento de água e esgoto, elevatórias, reservatórios, ligações de água, cisternas, poços artesianos, redes coletoras de esgoto, coletores-tronco, ligações de esgoto e tanques sépticos. A região Sudeste precisaria investir R$ 175 bilhões, seguida pelo Nordeste (R$ 135 bilhões). Segundo a pesquisa da KPMG, o Brasil precisa de um investimento de R$ 497 bilhões para os próximos 14 anos para universalizar o saneamento no País, ou R$ 35,5 bilhões ao ano. Os valores são mais de três vezes o investimento realizado em 2017 (R$ 10,9 bilhões, segundo o SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento). Se forem considerados os custos para compensar a depreciação de ativos, o investimento total no saneamento chega a R$ 700 bilhões, ou cerca de R$ 50 bilhões/ano (cinco vezes a média investida anualmente por todo o setor nos últimos anos). Uma alternativa para aumentar os aportes, segundo o estudo, é contar com recursos privados. A Medida Provisória nº 868, que estabelece um novo marco legal para o saneamento e induz ao investimento no setor por meio de licitações e diretrizes federais de regulação, deve entrar em votação durante esta semana. O prazo máximo para a aprovação da MP é o dia 3 de junho. Outro estudo, realizado pelo Instituto Trata Brasil, mostra que o País deixa de gerar R$ 1,2 trilhão em benefícios econômicos e sociais ao deixar de investir o necessário na infraestrutura de água tratada e esgotamento sanitário.

27 de maio, 2019
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SANEAMENTO
Abcon se posiciona a favor de MP

Entidade que reúne os operadores privados de saneamento, a Abcon é favorável à aprovação da MP 868, convertida no PLV do Saneamento. A matéria precisa ser aprovada até o dia 3 de junho pelo Congresso Nacional. Entre os pontos positivos mencionados pela Abcon, estão a indução ao investimento no setor por meio de licitações e diretrizes federais de regulação. Segundo o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), os investimentos devem alcançar R$ 700 bilhões. Estudos realizados pela consultoria KPMG é de que o impacto desses investimentos criaria 700 mil novos empregos. Atualmente, 110 milhões de brasileiros não têm acesso ao tratamento de esgoto – o equivalente às populações da França e da Espanha, somadas –, e que seriam beneficiados com a medida. Para conseguir universalizar os serviços até 2033, cumprindo a meta do Plansab, serão necessários R$ 500 bilhões em expansão, e mais R$ 200 bilhões para compensar a depreciação dos ativos, ou cerca de R$ 50 bilhões por ano. No ritmo atual, a universalização só será atingida em 2055, comprometendo a saúde e o bem-estar de toda uma nova geração. Por ano, morrem seis mil crianças por falta de saneamento. A Abcon lembra que, de acordo com a MP 868, as empresas estatais podem ser mantidas e estarão livres para participarem das concorrências, ao lado de empresas privadas, além da MP incentivar a prestação regionalizada do serviço por meio de blocos que incluirão municípios com diferentes características e capacidades de pagamento, de forma a viabilizar o serviço conjunto. Segundo a entidade, a MP 868 não pode ser desperdiçada e o modelo defendido pela oposição pode demorar até dez anos para ser aprovada. A Abcon entende que a aprovação da MP do Saneamento deve ser uma prioridade da agenda política do País, para que o setor evolua com a entrada de recursos privados, a exemplo do que ocorreu nas áreas de telecomunicações e energia elétrica. Para Abes, medida não é adequada Segundo estudo da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), o modelo da MP 868, que altera o Marco Legal do Saneamento, não é o adequado para se alcançar a Universalização no Brasil. O levantamento realizado mostra a situação do saneamento em Tocantins, onde se aplica modelo similar ao que a MP vai aplicar no Brasil. O estudo compara a situação do estado da região Norte com a operação em Goiás, com características semelhantes no atendimento. A diferença é que Goiás apresenta atendimento regional total, enquanto Tocantins, não. O estudo da Abes indica que Tocantins pouco avançou nos indicadores de saneamento em 18 anos, sendo que Palmas é a 17 ª colocação no Ranking ABES da Universalização e Goiânia está na 2ª colocação. Além disso, os 91 menores municípios tocantinenses pioraram os indicadores nestes 18 anos. O ranking geral pode ser conferido no link http://abes-dn.org.br/?p=18536.&nbsp ; Na comparação entre os dois Estados, conclui-se que o modelo atual de operação regionalizada total, em Goiás, é melhor que o modelo atual de operação regional fragmentada em Tocantins. A MP 868 prevê a extinção dos contratos programa. Tudo será contrato de concessão. “Haverá uma fase de transição sem segurança jurídica alguma, os Municípios perderão a autonomia e as empresas públicas e privadas com contratos em andamento serão prejudicadas. Municípios sem contrato ficarão aguardando futura licitação para concessão”, alerta o presidente nacional da Abes, Roberval Tavares de Souza. A associação explica ainda que a MP não atende à busca pela universalização, com foco em ter saneamento em todo o Brasil. “Isso não foi atendido pelo texto, infelizmente, e por este motivo a Abes é totalmente contrária à MP do Saneamento. Ainda existe a possibilidade de mudança diretamente no Plenário e nós vamos continuar abertos a esta mudança, que rege sobre a questão da alienação das ações, nós acreditamos que haverá muito problema jurídico e isto complicará a vida do saneamento, além do retorno do contrato programa para o eixo central da regionalização. A Abes continua aberta à MP, mas precisa haver estas duas mudanças, senão não haverá consenso e a entidade se posicionará contra até o final”, ressalta Roberval Tavares de Souza.

20 de maio, 2019
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SANEAMENTO BÁSICO
Trata Brasil lança Plataforma informativa

O Instituto Trata Brasil lançou uma plataforma inédita de informação com números de municípios com população acima de 50 mil habitantes. Inicialmente, a ferramenta terá dados de 200 cidades - que, juntas, somam 104 milhões de brasileiros ou 50% da população do País – até chegar ao total de 839 cidades, que formam 70% da população brasileira, ou seja, 145,4 milhões de habitantes. Denominado “Painel Saneamento Brasil”, o portal cruza dados de saneamento e de outras áreas que permite à sociedade conhecer melhor a situação do saneamento nos estados, municípios e regiões metropolitanas. A relação saneamento/emprego mostra que, segundo dados do IBGE (março/2019), o Brasil tem atualmente 13 milhões de desempregados. O estudo aponta que a melhora do saneamento básico contribuiria para a redução desse índice. As obras para expansão das redes de água e esgotos necessitam mão-de-obra durante a construção, mas também depois, para operação do sistema. Hoje em dia o Brasil tem quase 35 milhões de habitantes sem acesso à rede de água potável (equivalente à população do Canadá), 95 milhões de pessoas sem coleta de esgotos (equivalente a 2 vezes a população da Espanha) e apenas 46% dos esgotos gerados tratados. A falta dessa infraestrutura faz com que o país deixe de gerar empregos, pune com diferenças salariais e soma números de doenças de veiculação hídrica. As diferenças salariais em locais com e sem saneamento básico também são latentes. A distinção de salários acontece nas áreas mais precárias, onde o menos remunerado convive próximo a esgotos, além de ter outros problemas socioeconômicos. Em locais sem saneamento básico há um número maior de casos de diarreias, verminoses, hepatite A, leptospirose, esquistossomose, entre outras doenças. Entre 2010 e 2017 o Brasil gastou mais de R$ 1,1 bilhão em internações com essas doenças – uma média aproximada de R$ 140 milhões ao ano. “Embora os números sejam altos para um período de oito anos, esta relação com a saúde pode ainda estar mascarada pela melhoria da estrutura da saúde e do atendimento público, melhores hábitos alimentares, entre outros. Há que se lembrar também que nessas áreas proliferam mais as doenças do mosquito Aedes aegypti (dengue, febre Chikungunya e Zika vírus), que não estão nessas contas”, comenta Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil. O Brasil planeja universalizar os serviços de água e esgoto até 2033, prazo do Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), em atual Consulta Pública para revisão. De acordo com estudos do PLANSAB seriam necessários R$ 357 bilhões em investimentos (cerca de R$ 24 bilhões ao ano) para atingir tal meta. Apesar do plano, os aportes na área de saneamento entre 2010 e 2017 ficaram entre R$ 11 a 14 bilhões. Esse descompasso faz com que, atualmente, as entidades ligadas ao setor já falem numa necessidade acima de R$ 400 bilhões até 2038. Mesmos os investimentos nas regiões metropolitanas não foram suficientes para aumentar os indicadores de coleta e tratamento dos esgotos. De acordo com Édison Carlos, o novo portal complementa e dá mais abrangência às ações do instituto.

2 de maio, 2019
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SANEAMENTO
Setor privado atende a 30 milhões de pessoas

A Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon), em parceria com o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon), lançaram, no último dia 27 de abril, o anuário “Panorama da Participação Privada no Saneamento 2017”. Segundo o documento, a iniciativa privada atuante esteve em 322 municípios em 2016 (6% do total) e atingiu, direta ou indiretamente, 30 milhões de pessoas (15% da população brasileira). Dos 322 municípios, 72% têm população de até 50 mil habitantes, com os 28% restantes sendo cidades com população superior a 50 mil pessoas. No ano anterior o número de municípios atendidos era de 316. Ao todo as concessionárias privadas estão em praticamente todos os estados brasileiros, com 264 contratos em diferentes modalidades – concessões plenas, parciais e PPP’s -, sendo que as primeiras representam 52% do total. A iniciativa privada investiu R$ 34,8 bilhões em contrato nas atuais concessões, o que representa um aumento de R$ 1,6 bilhão ou 4,95% sobre a estimativa anterior (R$ 33,18 bilhões). Do investimento total, R$ 12,7 bilhões (36,4%) estão previstos para o período entre 2016 e 2020, praticamente o mesmo montante destinado entre 2015 e 2019 (R$ 12,57 bilhões). O investimento já realizado pela iniciativa privada no setor saltou de R$ 9 bilhões para R$ 10,5 bilhões, apurados em 2015, um crescimento de 16,6%. Em 2015, o setor como um todo investiu R$ 12,1 bilhões, volume abaixo do traçado pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), de R$ 15,63 bilhões. A iniciativa privada respondeu por R$ 2,3 bilhões em investimentos em 2015, mantendo sua média de 20% do total investido no setor. O investimento avaliado pelo Plansab para universalizar o saneamento no Brasil já está deficitário, pois inicialmente seria de R$ 15,2 bilhões anuais, e já chegou a R$ 15,8 bilhões por ano, o que representa um valor de investimentos abaixo do esperado e que só tende a atrasar a universalização para algo em torno de 2050. Com o atual nível de investimentos, o Brasil terá aproximadamente 44 milhões de pessoas sem acesso a coleta e tratamento de esgoto em 2033, com um déficit de 132 mil km de rede de esgoto. Para a Abcon, o momento é propício para o debate sobre PPP’s, já que o investimento por parte do poder público está cada vez mais difícil, por conta do déficit público, pelas exigências de responsabilidade fiscal e exaustão do modelo do PAC, que não conseguiu atingir as metas propostas. Uma novidade no Panorama 2017 da Abcon é um capítulo a respeito do saneamento no mundo, que mostra iniciativas privadas bem sucedidas e outras que enfrentaram dificuldades em determinados países. Como bons exemplos, o documento cita Chile e Inglaterra, onde houve uma preocupação de como se preparar a concessão privada e sua regulação. A interferência política e a realização de contratos em que não seja privilegiado o investimento em saneamento, mas sim outros quesitos, são os principais atrasos. Outra novidade é um capítulo dedicado aos gestores públicos. No caso, são apresentadas informações básicas para que prefeituras considerem a iniciativa privada uma parceira para solucionar os investimentos em saneamento, além de ter uma aproximação com a implantação de novas concessões.

4 de maio, 2017
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CURSOS
Abertas inscrições para pós de Saneamento Ambiental no Mackenzie

Nascido de um convênio entre a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Seção São Paulo - ABES-SP, a Associação de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente - APECS e a Associação dos Engenheiros da Sabesp – AESabesp, as inscrições para o curso de Pós-Graduação em Saneamento Ambiental na Universidade Mackenzie Higienópolis já estão abertas. A pós-graduação é voltada para profissionais graduados em Engenharia e Tecnologia que atuam ou atuarão no setor de saneamento. O curso tem início em 1º de março e tem duração de três semestres. Em sua quarta turma, o curso visa atualizar e aprofundar conhecimentos dos profissionais da área de saneamento de forma que possam identificar soluções técnicas adequadas para vencer os desafios do setor, trazendo rapidez nas decisões e melhoria da qualidade de vida da sociedade como um todo. O diretor da ABES-SP e Presidente da APECS, Luiz Roberto Gravina Pladevall, ressalta a importância da iniciativa. “O curso integra a visão da ABES, que há 50 anos vem promovendo a qualificação do setor. Há um déficit no setor, pois as faculdades de Engenharia, em sua formação, proporcionam um curso básico e o aprofundamento dos conhecimentos na área de Saneamento Ambiental é fundamental para o desenvolvimento do Saneamento no país”. As aulas serão ministradas as terças e quintas-feiras, das 19h às 22h30. Associados da ABES-SP terão desconto de 30% no valor do curso. As inscrições poderão ser feitas até 17 de fevereiro.

27 de janeiro, 2016
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ÁGUA E ESGOTO
Setor privado investe R$ 12 bilhões para ampliar atendimento

A Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon) e o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) divulgaram, dia 27 de maio, o documento “Panorama da Participação Privada no Saneamento” (Panorama 2015). O anuário mostra que o setor apresentou avanços significativos em itens como população atendida, número de municípios em que atua e, principalmente, investimentos. A expectativa de recursos para 2013, de R$ 1,2 bilhão, foi superada e somou R$ 1,8 bilhão, dobrando o valor investido em 2012, de R$ 959 milhões. Os recursos previstos em contratos para ser destinados às concessões privadas nos próximos cinco anos passaram de R$ 6,5 bilhões para R$ 12,3 bilhões. De acordo o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), o volume ideal de investimentos no setor seria de R$ 15,2 bilhões por ano, para que fosse possível atingir a universalização dos serviços até 2033. O Mapa das concessões privadas de serviços públicos de saneamento no Brasil passou para 304 municípios, dos quais 76% em municípios com menos de 50 mil habitantes. O setor propôs ao Governo Federal cinco pontos para o setor progredir: 1) Segurança Política, 2) Isonomia Competitiva, 3) Financiamento de Projetos, 4)Parcerias com o Governo Federal e 5) Regulação. O Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse reconhecer que a participação do setor privado no saneamento ainda é tímida e que é necessário estabelecer parcerias com as empresas. Roberto Muniz, Presidente da Abcon, espera que o setor de saneamento seja prioritário em 2015, apesar da dificuldade financeira e do alerta de "apertar cintos" feitos pela equipe econômica.

28 de maio, 2015