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GIZ

Vagas para consultor técnico até dia 25 de julho

O projeto Investimento Público e Mudança do Clima na América Latina – IPACC II já presente no Peru e Colômbia oferece vaga de consultor técnico no Brasil. No País, o projeto é uma parceria do Governo Federal com a Cooperação Técnica Alemã (GIZ). A vaga oferecida terá que assumir responsabilidades técnicas e de gestão, a parte de secretariado do projeto e ainda apoiar a implementação do mesmo no Brasil. O responsável também terá que interagir com os técnicos dos governos do Peru e da Colômbia. O envio de currículos deverá ser feito até o dia 25/07/16 por meio do e-mail [email protected] . É imprescindível que a pessoa esteja disponível para trabalhar em Brasília. Entre as atividades a ser desempenhadas estão o apoio ao mapeamento de informações e processos sobre investimento público em setores chaves a serem identificados pelo Comitê Diretivo, identificando as oportunidades para implementação da Gestão de Risco (GdR) e Adaptação à Mudança do Clima nestes processos; elaboração de plano de ação, baseado no mapeamento de processos de setores chave potenciais identificados para diagnóstico e avaliação de oportunidades da inclusão da lente climática na definição de investimentos público no Brasil, contemplando os passos concretos para a incorporação de critérios de risco climático em processos de planejamento e tomada de decisão em investimento público no País; Elaborar os relatórios anual/semestral de progresso do Projeto, visando atender as demandas internas dos ministérios integrantes do comitê gestor e da Coordenação Regional do Projeto IPACC-II; Apoiar a execução de projetos-pilotos no Brasil; Desempenhar funções coerentes com o secretariado do Comitê Diretivo do projeto no Brasil, apoiando-o no que for necessário a coordenação e implementação de atividades do projeto e apoiar de maneira genérica a gestão do projeto no Brasil entre outras atividades. Estão aptos a participar pessoas graduadas nas áreas de Administração; Economia; Ciências Políticas; Engenharias; Geografia ou outra disciplina relacionada à mudança do clima. É desejável pós-graduação em uma das áreas; Economia; Planejamento ou Gestão Governamental; Mudança do Clima; Gestão de Riscos de Desastres; Impactos Ambientais; Gestão Ambiental; Gestão de Projetos; Desenvolvimento Sustentável, Econômico ou Regional.; experiência profissional de no mínimo de 3 anos em áreas de gestão, administração ou coordenação de projetos; experiência de trabalho junto ao setor público de, pelo menos, 2 anos; experiência de trabalho na área de mudança do clima, em especial políticas de adaptação ou gestão de risco de desastres, de, pelo menos, 1 ano; é desejável experiência de trabalho na área de planejamento governamental de investimento público e com equipes interdisciplinares e interinstitucionais; experiência de trabalho no contexto da cooperação internacional e inglês avançado e fluência em espanhol.

O projeto Investimento Público e Mudança do Clima na América Latina – IPACC II já presente no Peru e Colômbia oferece vaga de consultor técnico no Brasil. No País, o projeto é uma parceria do Governo Federal com a Cooperação Técnica Alemã (GIZ).

A vaga oferecida terá que assumir responsabilidades técnicas e de gestão, a parte de secretariado do projeto e ainda apoiar a implementação do mesmo no Brasil. O responsável também terá que interagir com os técnicos dos governos do Peru e da Colômbia.

O envio de currículos deverá ser feito até o dia 25/07/16 por meio do e-mail [email protected]. É imprescindível que a pessoa esteja disponível para trabalhar em Brasília.

Entre as atividades a ser desempenhadas estão o apoio ao mapeamento de informações e processos sobre investimento público em setores chaves a serem identificados pelo Comitê Diretivo, identificando as oportunidades para implementação da Gestão de Risco (GdR) e Adaptação à Mudança do Clima nestes processos; elaboração de plano de ação, baseado no mapeamento de processos de setores chave potenciais identificados para diagnóstico e avaliação de oportunidades da inclusão da lente climática na definição de investimentos público no Brasil, contemplando os passos concretos para a incorporação de critérios de risco climático em processos de planejamento e tomada de decisão em investimento público no País; Elaborar os relatórios anual/semestral de progresso do Projeto, visando atender as demandas internas dos ministérios integrantes do comitê gestor e da Coordenação Regional do Projeto IPACC-II; Apoiar a execução de projetos-pilotos no Brasil; Desempenhar funções coerentes com o secretariado do Comitê Diretivo do projeto no Brasil, apoiando-o no que for necessário a coordenação e implementação de atividades do projeto e apoiar de maneira genérica a gestão do projeto no Brasil entre outras atividades.

Estão aptos a participar pessoas graduadas nas áreas de Administração; Economia; Ciências Políticas; Engenharias; Geografia ou outra disciplina relacionada à mudança do clima. É desejável pós-graduação em uma das áreas; Economia; Planejamento ou Gestão Governamental; Mudança do Clima; Gestão de Riscos de Desastres; Impactos Ambientais; Gestão Ambiental; Gestão de Projetos; Desenvolvimento Sustentável, Econômico ou Regional.; experiência profissional de no mínimo de 3 anos em áreas de gestão, administração ou coordenação de projetos; experiência de trabalho junto ao setor público de, pelo menos, 2 anos; experiência de trabalho na área de mudança do clima, em especial políticas de adaptação ou gestão de risco de desastres, de, pelo menos, 1 ano; é desejável experiência de trabalho na área de planejamento governamental de investimento público e com equipes interdisciplinares e interinstitucionais; experiência de trabalho no contexto da cooperação internacional e inglês avançado e fluência em espanhol. 

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SIDERURGIA
Chamada Pública busca tecnologias sustentáveis

Os interessados em participar da chamada pública do “Mecanismo de Apoio ao Desenvolvimento, Melhoria e Demonstração de Tecnologias Sustentáveis de Produção e Uso de Carvão Vegetal na Indústria Siderúrgica” têm até o dia 24 de agosto para realizar as inscrições. Os participantes devem enviar nome e instituição para [email protected] até 27 de julho. Iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Projeto Siderurgia Sustentável, o programa visa selecionar instituições, públicas ou privadas, que prestem serviços para os setores de ferro-gusa, aço, ferroligas, de produção de carvão vegetal, ou que trabalhem com inovações produtivas e sustentabilidade e, que por meio de arranjos tecnológicos, possibilitem a produção sustentável do carvão vegetal e de seus coprodutos, além de seu uso na indústria. “A seleção de tecnologias sustentáveis de produção e uso de carvão vegetal permitirá construir um mecanismo inovador de demonstração de reduções de emissões de gases de efeito estufa mensuráveis, passíveis de relato e verificáveis na siderurgia, um setor de extrema relevância para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil ao Acordo de Paris”, acrescenta Everton Lucero, secretário de Mudança do Clima e Florestas do MMA. No dia 31 de julho, às 14h30, será realizada uma Audiência Pública, em Belo Horizonte, para esclarecer dúvidas sobre o edital, no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, Auditório “Marco Túlio”. Com o Mecanismo de Apoio, o Projeto Siderurgia Sustentável pretende reduzir a emissão de gases de efeito estufa de 270 kg CO2e/tonelada de carvão vegetal produzido, além de catalisar, no mínimo, uma capacidade produtiva de 80 mil toneladas de carvão vegetal ao ano com o uso de tecnologias e/ou processos sustentáveis. O Projeto Siderurgia Sustentável é uma parceria entre PNUD e MMA com apoio dos ministérios de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Governo do Estado de Minas Gerais. O projeto conta com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

31 de julho, 2017
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
América Latina debate avanços de Paris

O 10º Fórum Latino–Americano e do Caribe de Carbono (FLACC 2016) vai debater com os setores público e privado o que governos, empresas, sociedade civil, instituições e outros participantes estão fazendo após o acordo histórico sobre mudanças climáticas, assinado em dezembro de 2015, em Paris. Desde a assinatura do compromisso, diversos países definiram planos de ação para combater o aquecimento global. O evento, que acontecerá entre os dias 28 e 30 de setembro, na Cidade do Panamá, vai trazer as últimas informações sobre as ações e proporcionar contatos com agências de cooperação e potenciais investidores e prestadores de serviços. Entre os temas a serem debatidos estão a Implementação de contribuições em nível nacional; Mobilização de financiamento público e privado para a ação climática; Mecanismos de taxas de emissões de carbono; Desenvolvimento sustentável e mudança transformacional; Parcerias Público-Privadas (PPPs) e Modelos de negócios inovadores para combater as alterações climáticas. No 10º FLACC serão apresentados também os últimos desenvolvimentos em Cidades Sustentáveis; Indústrias Agrícolas; Energia; Indústrias Extrativas; Florestas, Transportes, entre outros. O FLACC tem um programa completo e extenso com sessões plenárias, diálogos temáticos paralelos e sessões de formação. O Fórum tem um espaço de exposição, que é ideal para a identificação de oportunidades de negócios e se conectar com organizações que podem fornecer apoio, agências de cooperação e potenciais investidores e prestadores de serviços. Este ano, pela primeira vez, a FLACC será realizada em conjunto com as estratégias das oficinas anuais em Problemas de Desenvolvimento da América Latina e Caribe, resultando no maior evento sobre o clima da região: Climate Week América Latina e Caribe de 2016. Maiores informações e incrições pelo site www.latincarbon.com .

9 de junho, 2016
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SUSTENTABILIDADE
MMA lança consulta pública de plano

O Ministério do Meio Ambiente lançou consulta publica do documento de Diretrizes para Implementação do 2ºCiclo do Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS 2016-2020). O plano abrange orientações e estratégias que irão embasar a formulação e implementação de programas, projetos e iniciativas que tenham como objetivos tornar os processos produtivos e as decisões de consumo mais sustentáveis. Com a consulta pública o MMA pretende colher subsídios sobre questões fundamentais que hoje fazem parte do dia a dia da sociedade, do mercado e do governo. O objetivo primordial do Plano éfomentar dinâmicas e ações que mudem o atual paradigma de produção e consumo, contribuindo significativamente para o desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira. O 2ºCiclo do Plano de Ação pretende promover e ampliar a escala das ações em dez eixos temáticos, identificados a partir da experiência acumulada no 1ºCiclo, que aconteceu entre 2012 e 2014, e de políticas do governo federal alinhadas com a agenda de promoção e fomento da produção e do consumo sustentáveis. As contribuições e sugestões, fundamentadas e devidamente identificadas, devem ser encaminhadas atéàs 24 horas (horário de Brasília) do dia 15 de maio de 2016, por meio do de formulário eletrônico disponível no Portal MMA. AS diretrizes do 2ºCiclo do Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis foram elaboradas por um grupo interministerial em conjunto com a sociedade civil e setor privado, no âmbito de mesas de diálogo, promovidas pelo Ministério do Meio Ambiente ao longo de 2015. O documento base de Diretrizes do 2ºCiclo do PPCS 2016-2020, que segue para consulta pública, foi aprovado pelo ComitêGestor Nacional de Produção e Consumo Sustentáveis, em reunião realizada no MMA. A transversalidade dos temas foi um dos pontos da discussão, norteada pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) adotados no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU).

5 de abril, 2016
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EMISSÕES
Especialistas se reúnem antes da COP-21

Representantes do Brasil e da União Europeia reuniram-se no Rio de Janeiro, no evento “Mudanças Climáticas, Somos Todos Responsáveis”para definir os preparativos finais para a Cúpula das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Especialistas e gestores de diversos países debateram questões relacionadas à redução de emissões de gases de efeito estufa a nível internacional. O encontro antecede a 21ª Conferência das Partes (COP 21), marcada para ocorrer em Paris nas duas primeiras semanas de dezembro próximo. Na Cúpula, representantes dos 193 países signatários da Convenção do Clima das Nações Unidas negociarão um acordo com metas distintas de corte de emissões nos próprios territórios. Juntas, precisam conseguir limitar o aumento da temperatura média global da Terra a até 2°C. O Brasil anunciou em setembro que pretende reduzir 37% das emissões de carbono até 2025 e 43%, até 2030.“O Brasil é o único país que, em 40 anos, vai aumentar a população, crescer, se desenvolver e emitir menos do que emitia antes”, declarou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O novo acordo deve começar a valer em 2020. A negociação dos detalhes do instrumento, no entanto, inclui pontos delicados e promete discussões longas durante a COP-21. “Uma das questões é a diferenciação: alguns países têm que fazer mais e outros têm que fazer muito mais”, explicou Izabella Teixeira. Segundo ela, também é necessário definir como será o período de transição para o chamado novo regime climático. A meta brasileira é considerada robusta por especialistas e se soma a outros compromissos já em andamento. Com os Estados Unidos, o Brasil assinou declaração para renovação da matriz energética e restauração de 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Com a Alemanha, firmou pacto para “descarbonização” das economias. “O debate não é mais sobre o problema, é sobre como trilhar novos caminhos”, ressaltou Izabella. A ministra destacou a necessidade de engajamento de todas as esferas de governo. “É preciso haver o engajamento dos Estados com a agenda ambiental”, afirmou. “Os órgãos estaduais têm de mostrar, com transparência, a capacidade de trabalhar questões como a supressão de vegetação.”

11 de novembro, 2015
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MEIO AMBIENTE
Brasil e Alemanha assinam acordos de cooperação

Entre os dias 18 e 21 de agosto os governos de Brasil e Alemanha realizaram uma série de encontros em Brasília que originou a assinatura de alguns acordos na área de meio ambiente. Os países assinaram acordos de cooperação para a conservação florestal, e a regularização ambiental de imóveis rurais na Amazônia e em áreas de transição para o Cerrado. Serão investidos mais de R$ 183 milhões. Também foi assinado projeto entre os governos alemão e norueguês, para incrementar a cooperação técnica ao Fundo Amazônia. O objetivo do acordo de cooperação florestal visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa. “É preciso haver uma relação mais simétrica entre biodiversidade e clima”, defendeu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “A biodiversidade está na base de tudo e precisa ser protagonista na agenda climática”. O embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann, ressaltou os resultados brasileiros na conservação ambiental. “A redução do desmatamento na Amazônia é resultado impressionante”, afirmou. “O Brasil se tornou um modelo mundial em ações ambientais.” O Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Caixa Econômica Federal e o KfW, o Banco de Desenvolvimento alemão, assinaram o contrato de contribuição financeira para viabilizar o Projeto de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais na Amazônia e em Áreas de Transição para o Cerrado. Com duração de quatro anos, a medida destinará mais de R$ 84 milhões financiados pelo governo alemão para a cooperação. O projeto apoiará o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dos imóveis de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais de Rondônia, Mato Grosso e Pará. Também serão promovidas ações de recuperação dos passivos ambientais das áreas de preservação permanente e de reserva legal encontradas dentro desses terrenos. Com a medida, será possível realizar a regularização ambiental dos imóveis rurais brasileiros conforme o novo Código Florestal. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, destacou a importância da ação para o setor. “O objetivo é proteger o meio ambiente produzindo alimentos”, defendeu. “A inovação tecnológica é um meio de evitar o desmatamento.” Em relação às Unidades de Conservação, a parceria entre MMA, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e o Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ), junto ao Banco Alemão de Desenvolvimento KfW, entra na 3ª fase do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), iniciado em 2003. O projeto terá o aporte superior a R$ 116 milhões por meio da cooperação financeira alemã para o Fundo de Transição. Esse Fundo é um mecanismo inovador com metas ambiciosas, como a de consolidar e segurar o financiamento sustentável de unidades de conservação em uma área igual ou superior a 60 milhões de hectares, o que corresponde aproximadamente ao território da França. Já o projeto de cooperação técnica “Apoio às Atividades de Fomento e de Concessão de Colaboração Financeira Não-Reembolsável no âmbito do Fundo Amazônia” receberá mais de R$ 14,6 milhões em investimentos. O cofinanciamento entre a Noruega, por meio da Agência Norueguesa para a Cooperação ao Desenvolvimento (Norad), e a Alemanha, representada pelo Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ) viabilizará o projeto. O objetivo é melhorar os mecanismos do Fundo Amazônia, tornando-o cada vez mais eficaz no financiamento da proteção das florestas e do clima. O acordo representa a importante coordenação e harmonização entre os dois doadores. Brasil e Alemanha também firmaram acordo para reduzir o avanço das mudanças climáticas. A Chanceler Angela Merkel e a Presidente Dilma Rousseff anunciaram o compromisso de ambos os países na “descarbonização” de suas economias. A meta é garantir o desenvolvimento sustentável e contribuir para limitar o aumento da temperatura média global em 2° C. “São ações comuns para enfrentar uma das grandes questões do século 21, o aquecimento global. Nesse sentido, o nosso compromisso com a descarbonização é algo muito relevante”, declarou Dilma Rousseff. Os recordes brasileiros na redução de emissões por meio do combate ao desmatamento foram destacados pela chanceler alemã. “O Brasil deu um grande passo para chegar a esse patamar”, afirmou Angela Merkel. “Estamos satisfeitos com a agenda ambiciosa em torno da questão climática.” Segundo ela, a transição para a economia livre de carbono ocorrerá ao longo deste século. “É importante que cada país faça o possível para limitar o aquecimento global”, acrescentou. O governo federal já alcançou redução significativa com ações implantadas para cumprir o compromisso anterior de cortar entre 36,1% e 38,9% das emissões de carbono até 2020. Esse percentual foi adotado em caráter voluntário pelo Brasil, em 2009. “O Brasil já assumiu essa meta anterior, que vem sendo cumprida adequadamente”, destacou Dilma Rousseff. “A futura meta será uma declaração de ambição à altura dos atuais desafios.” A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, defendeu a união dos países com território na bacia amazônica para promover a reconstituição da floresta. “Estamos construindo o Arpa amazônico”, informou, referindo-se ao programa do Governo Federal criado para expandir, consolidar e manter uma parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) no Bioma Amazônia, protegendo pelo menos 50 milhões de hectares e promovendo o desenvolvimento sustentável da região. De acordo com a ministra, o Brasil está reforçando os acordos multilaterais amazônicos e levando assistência técnica e financeira com apoio do Fundo Amazônia, a esses países. Izabella espera que em breve o sistema de monitoramento e a taxa de desmatamento possam se estender a todo o bioma. “Não precisamos levar 20 anos para convencê-los a ter uma taxa de restauração florestal”, avaliou.

25 de agosto, 2015