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VII Fórum Novo Saneamento debate capacidade do brasil em universalizar os serviços

VII Fórum Novo Saneamento debate capacidade do brasil em universalizar os serviços

Artigo sobre desenvolvimentos importantes no setor mineral brasileiro.

O VII Fórum Novo Saneamento será realizado nos dias 12 e 13 de maio acontece no Parque da Cidade, em São Paulo, em um momento de transição importante para o setor, marcado pelo avanço da implementação do Marco Legal do Saneamento (Lei nº 14.026/2020) e pela meta de universalização dos serviços até 2033. O foco do debate se desloca das diretrizes legais para os caminhos práticos que permitem transformar normas em projetos viáveis, contratos equilibrados e serviços mais eficientes. O encontro vai debater se os leilões estaduais sendo postergados e editais revistos acenderam um sinal amarelo para a universalização dos serviços, acendeu-se o sinal amarelo no saneamento e se o Brasil será capaz de chegar à universalização de água e esgoto até 2033, conforme indica a lei.

O encontro terá a presença de executivos do setor – como os presidentes das companhias estaduais de Goiás, Paraná, Espírito Santo e Alagoas –, políticos e especialistas em regulação. “Quem está no dia a dia da operação sabe que o setor busca soluções mais efetivas. Desde o novo marco legal, em 2020, houve avanços regionais significativos, mas o desafio é tornar o serviço uniforme em todas as regiões do Brasil, principalmente no Norte e Nordeste”, avalia Carlos Lebelein, da LMDM Consultoria.

Para Lebelein, as obras ainda estão muito concentradas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. “Precisamos acelerar as obras nas regiões Norte e Nordeste para que alcancemos um nível de serviço mais homogêneo no setor, sem tantas desigualdades entre as regiões do país”, completa. Além de investimento, o Brasil talvez precise investir R$ 500 bilhões no setor até a universalização. Lebelein aponta como prioridade o fortalecimento das agências reguladoras infranacionais (estaduais e municipais) e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) na edição de normas de referência, garantindo estabilidade regulatória e segurança jurídica. “Desde que passamos a organizar o Fórum, nunca tivemos um momento tão importante para discutir os rumos do saneamento como agora”, atesta Vinnícius Vieira, organizador do evento.

Leilões e projetos estão previstos para acontecer em 2026 e 2027 e o setor debate temas centrais para a sustentabilidade dos empreendimentos, como qualidade da estruturação, regionalização, regulação contratual, previsibilidade econômico-financeira e o fortalecimento da governança regulatória, em especial a atuação coordenada entre a ANA e as agências infranacionais. A programação do Fórum reúne gestores públicos, operadores, reguladores, financiadores, investidores e fornecedores de soluções para compartilhar experiências, analisar casos reais e discutir estratégias que contribuam para a evolução do setor. Questões como gestão de ativos, mecanismos de resolução de conflitos, eficiência operacional, inovação e a integração do saneamento às agendas de resiliência climática e redução de perdas estruturam os debates, reforçando o papel do evento como um ambiente de construção de soluções para a trajetória do saneamento brasileiro até 2033. AS inscrições devem ser feitas pelo https://novosaneamento.com.br/inscrevase/. Maiores informações sobre o evento pelo site https://novosaneamento.com.br/.

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