Notícias e artigos sobre
MUDANÇAS CLIMÁTICAS

OMM divulga medidas para ajudar países vulneráveis
Relatório mostra avanços dos sistemas de alerta de desastres em Moçambique, Bangladesh, Haiti, Libéria e Somália, parte da meta de avisar toda a população do planeta até 2027.
14 de outubro, 2026

Temperaturas elevadas do super El Niño podem matar 451 mil pessoas
8 de outubro, 2026
Mais notícias e artigos sobre MUDANÇAS CLIMÁTICAS

O Painel El Niño 2026-2027 prevê 95% de chances de um fenômeno intenso no final de 2026, com implicações para o saneamento básico e o meio ambiente.

O BNDES financia a aquisição de 250 novos ônibus elétricos para São Paulo, parte de um investimento total de R$ 2,5 bilhões que já permitiu a compra de 1.185 veículos para substituir a frota a diesel.

Quase 200 autores de 79 países se reúnem na Tailândia para elaborar a contribuição do Grupo de Trabalho III para o Sétimo Relatório de Avaliação (AR7) do IPCC sobre a mitigação das mudanças climáticas.

Cientistas confirmam o papel das mudanças climáticas no desastre do Nepal, impulsionando a 350.org a exigir o rápido desembolso de fundos de recuperação por nações ricas.

A ocorrência de tornados no Sul do Brasil, com destaque para Santa Catarina, é intensificada pela atuação do fenômeno climático El Niño, que também contribui para tempestades severas.

O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, reforça o apelo para que os maiores poluidores da crise climática sejam responsabilizados e paguem pelos danos causados.

O estudo da Gallagher aponta que o El Niño 2026/2027, intensificado pelo aquecimento global, pode gerar impactos sistêmicos na logística, energia e negócios no Brasil.

O El Niño eleva a probabilidade de chuvas intensas e granizo, exigindo reforço nos cuidados com veículos e atenção a alertas meteorológicos.

Empresas devem integrar a gestão de riscos de eventos climáticos extremos em suas prioridades para garantir a continuidade operacional diante de instabilidades climáticas crescentes.

Ativistas globais exigem que governos responsabilizem empresas de combustíveis fósseis por danos climáticos através de petições com mais de dois milhões de assinaturas.

Um estudo revela que o Mar Mediterrâneo está aquecendo e se tornando mais salgado em todas as profundidades, indicando um impacto sem precedentes das mudanças climáticas.

A ONU destaca o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio como um momento crucial para enfrentar o desafio climático global, impulsionado pelo Protocolo de Montreal e pela Emenda de Kigali.

Comclima e Esalq promovem evento para debater a vulnerabilidade climática local e os impactos das emergências climáticas no território de Piracicaba.

A ONU, através do Programa Mundial de Alimentos, intensifica ações humanitárias para combater a fome aguda prevista para afetar quase 50 milhões de pessoas devido ao super El Niño, com foco especial em regiões como Moçambique.

Análise do Observatório do Clima revela que o programa de Lula é o mais alinhado à agenda socioambiental entre os candidatos à presidência em 2026, contrastando com a pouca atenção dada à emergência climática por outros concorrentes.

A superfície dos oceanos registra temperaturas recordes há 100 dias, desregulando ecossistemas, correntes marinhas e exacerbando a crise climática com impactos diretos na vida humana.

Um novo relatório da ONU alerta que a Terra está perigosamente perto de ultrapassar o limite de aquecimento global de 1,5°C, com consequências catastróficas para a humanidade.

A Organização Meteorológica Mundial alerta para a intensificação do El Niño até fevereiro de 2027, com impactos significativos nos padrões de precipitação e temperatura globais devido ao aquecimento incomum do Oceano Pacífico.

Apenas 45,5% dos brasileiros vivem em áreas com ao menos três árvores, mas o Plano Nacional de Arborização Urbana visa aumentar essa cobertura para 65% até 2045, associando a iniciativa à adaptação climática e melhoria da gestão hídrica.

O fenômeno El Niño, associado ao aumento da temperatura e à alteração nos padrões de chuva, deve elevar significativamente a demanda por água até 2050, impactando o saneamento básico.

Debate promovido pela Saneamento Ambiental reúne especialistas na UMAPAZ para discutir os desafios das cidades brasileiras diante das mudanças climáticas.

Julho igualou o recorde de temperatura mais quente já registrado, intensificando eventos climáticos extremos globalmente.

Um novo estudo da OMS revela o aumento dos riscos à saúde e da migração global devido às mudanças climáticas, com atenção especial a países lusófonos como Moçambique.

Projeto de Lei propõe diretrizes para reconhecimento de emergência ou calamidade pública em eventos extremos associados ao El Niño, considerando intensidade, extensão e impacto em serviços.

Fenômeno climático pode provocar secas prolongadas, enchentes, ondas de calor e impactos sobre o abastecimento de água, a geração de energia e a produção de alimentos

O El Niño, intensificado pela Organização Meteorológica Mundial, deve dominar os padrões climáticos globais em 2026, exacerbando ondas de calor, incêndios e o aquecimento dos oceanos.

O Dia da Sobrecarga da Terra em 2026 chega em 30 de julho, indicando que a demanda humana por recursos naturais ultrapassa a capacidade de regeneração da Terra em 73%.

A temperatura média global da superfície do mar atingiu novos recordes em junho de 2026, superando marcas anteriores e indicando uma tendência contínua de aquecimento.

Be8 e PUCRS unem forças para impulsionar a descarbonização industrial através de projetos de transição energética e energias renováveis.

A EPE lança estudo sobre a mineralização de carbono, explorando seu potencial como rota de armazenamento permanente de CO₂ em formações geológicas.

A Reservas Votorantim obteve a segunda emissão de créditos de carbono C+ no Legado das Águas, promovendo a conservação florestal e o Pagamento por Serviços Ambientais.

Parceria entre Iveco, Petronas e Lwart Soluções reduz em 77% as emissões de CO2 no transporte pesado brasileiro através do uso de óleo básico rerrefinado em um modelo de economia circular para lubrificantes.

Estudo da OMM revela aumento na frequência de tempestades de areia e poeira, impulsionadas pela degradação ambiental e má gestão de recursos, com impactos econômicos e de saúde pública globais.

O Porto Sudeste é reconhecido pelo terceiro ano consecutivo com o selo ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol por sua excelência na gestão e transparência de emissões de gases de efeito estufa.

Empresas globalmente economizaram bilhões de dólares através de iniciativas de redução de emissões, demonstrando o valor financeiro da transparência e ação ambiental.

A Cebrace, joint-venture da Saint-Gobain, obteve a Declaração Ambiental de Produto (EPD) para o vidro Cebrace Atmos, certificando-o como um dos vidros planos com menores emissões de carbono do mercado.

A CNI lança um guia para a indústria brasileira se adaptar às mudanças climáticas, mapeando impactos e propondo ações para mitigar riscos econômicos e de competitividade.

A Cesan publicou seu primeiro Inventário Corporativo de Emissões de Gases de Efeito Estufa, alinhando-se à política climática estadual e ao Decreto nº 6.412-R/2026.

A Austrália declarou oficialmente o fenômeno El Niño, alertando para o risco de incêndios florestais e impactos de secas em todo o país.

O CDP lança uma plataforma de IA para auxiliar governos locais a entenderem riscos climáticos, priorizarem adaptação e liberarem financiamentos.

A Organização Meteorológica Mundial alerta para uma probabilidade de 80% de um episódio forte de El Niño entre junho e agosto de 2026, aumentando o risco de eventos climáticos extremos.

A InterCement Brasil é reconhecida com o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol por suas iniciativas de descarbonização, eficiência energética e uso de combustíveis alternativos, incluindo o coprocessamento de resíduos industriais e o uso de biomassa.

Viajantes brasileiros estão cada vez mais preocupados com a sustentabilidade e o impacto das mudanças climáticas em suas decisões de viagem, influenciando a escolha de destinos e datas.

A precificação de carbono gerou mais de US$ 107 bilhões em investimentos públicos em 2025, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a criação de empregos em diversas regiões.

A abertura do mercado livre de energia para consumidores residenciais e pequenos comércios no Rio de Janeiro, prevista para 2028, tem o potencial de evitar a emissão de até 672 mil toneladas de CO₂ anuais, impulsionando a descarbonização do estado.

