Notícias e artigos sobre
MUDANÇAS CLIMÁTICAS

El Niño deve impactar saneamento
O fenômeno El Niño, associado ao aumento da temperatura e à alteração nos padrões de chuva, deve elevar significativamente a demanda por água até 2050, impactando o saneamento básico.
20 de agosto, 2026

Cidades precisam integrar natureza, planejamento e governança
19 de agosto, 2026
Mais notícias e artigos sobre MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Um novo estudo da OMS revela o aumento dos riscos à saúde e da migração global devido às mudanças climáticas, com atenção especial a países lusófonos como Moçambique.

Projeto de Lei propõe diretrizes para reconhecimento de emergência ou calamidade pública em eventos extremos associados ao El Niño, considerando intensidade, extensão e impacto em serviços.

Fenômeno climático pode provocar secas prolongadas, enchentes, ondas de calor e impactos sobre o abastecimento de água, a geração de energia e a produção de alimentos

O El Niño, intensificado pela Organização Meteorológica Mundial, deve dominar os padrões climáticos globais em 2026, exacerbando ondas de calor, incêndios e o aquecimento dos oceanos.

O Dia da Sobrecarga da Terra em 2026 chega em 30 de julho, indicando que a demanda humana por recursos naturais ultrapassa a capacidade de regeneração da Terra em 73%.

A temperatura média global da superfície do mar atingiu novos recordes em junho de 2026, superando marcas anteriores e indicando uma tendência contínua de aquecimento.

Be8 e PUCRS unem forças para impulsionar a descarbonização industrial através de projetos de transição energética e energias renováveis.

A EPE lança estudo sobre a mineralização de carbono, explorando seu potencial como rota de armazenamento permanente de CO₂ em formações geológicas.

A Reservas Votorantim obteve a segunda emissão de créditos de carbono C+ no Legado das Águas, promovendo a conservação florestal e o Pagamento por Serviços Ambientais.

Parceria entre Iveco, Petronas e Lwart Soluções reduz em 77% as emissões de CO2 no transporte pesado brasileiro através do uso de óleo básico rerrefinado em um modelo de economia circular para lubrificantes.

Estudo da OMM revela aumento na frequência de tempestades de areia e poeira, impulsionadas pela degradação ambiental e má gestão de recursos, com impactos econômicos e de saúde pública globais.

O Porto Sudeste é reconhecido pelo terceiro ano consecutivo com o selo ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol por sua excelência na gestão e transparência de emissões de gases de efeito estufa.

Empresas globalmente economizaram bilhões de dólares através de iniciativas de redução de emissões, demonstrando o valor financeiro da transparência e ação ambiental.

A Cebrace, joint-venture da Saint-Gobain, obteve a Declaração Ambiental de Produto (EPD) para o vidro Cebrace Atmos, certificando-o como um dos vidros planos com menores emissões de carbono do mercado.

A CNI lança um guia para a indústria brasileira se adaptar às mudanças climáticas, mapeando impactos e propondo ações para mitigar riscos econômicos e de competitividade.

A Cesan publicou seu primeiro Inventário Corporativo de Emissões de Gases de Efeito Estufa, alinhando-se à política climática estadual e ao Decreto nº 6.412-R/2026.

A Austrália declarou oficialmente o fenômeno El Niño, alertando para o risco de incêndios florestais e impactos de secas em todo o país.

O CDP lança uma plataforma de IA para auxiliar governos locais a entenderem riscos climáticos, priorizarem adaptação e liberarem financiamentos.

A Organização Meteorológica Mundial alerta para uma probabilidade de 80% de um episódio forte de El Niño entre junho e agosto de 2026, aumentando o risco de eventos climáticos extremos.

A InterCement Brasil é reconhecida com o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol por suas iniciativas de descarbonização, eficiência energética e uso de combustíveis alternativos, incluindo o coprocessamento de resíduos industriais e o uso de biomassa.

Viajantes brasileiros estão cada vez mais preocupados com a sustentabilidade e o impacto das mudanças climáticas em suas decisões de viagem, influenciando a escolha de destinos e datas.

A precificação de carbono gerou mais de US$ 107 bilhões em investimentos públicos em 2025, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a criação de empregos em diversas regiões.

A abertura do mercado livre de energia para consumidores residenciais e pequenos comércios no Rio de Janeiro, prevista para 2028, tem o potencial de evitar a emissão de até 672 mil toneladas de CO₂ anuais, impulsionando a descarbonização do estado.

A Vale destaca que a combinação de transição energética, IA e digitalização posiciona o Brasil estrategicamente na economia global de minerais essenciais para a descarbonização e a economia digital.

A 350.org elogia o apelo pela aceleração da eletrificação global na COP31, mas exige impostos sobre lucros de combustíveis fósseis e planos concretos para eliminação gradual.

Uma análise do CDP revela que 35% das empresas globais consideram eventos climáticos extremos um risco financeiro material, com perdas reportadas de quase US$ 3 bilhões no último ano devido a custos diretos e paralisações operacionais.

Projeto da Embrapa estabelece métricas de emissões e reforça competitividade do Brasil no cenário externo

A requalificação de rios e córregos urbanos com Soluções Baseadas na Natureza é fundamental para reduzir enchentes e adaptar cidades a um cenário climático desafiador.

Especialistas globais se reúnem na FAO para avançar no desenvolvimento do Relatório Metodológico do IPCC sobre Forçantes Climáticas de Curta Duração.

A Galvani reduziu em 58,5 mil tCO2e suas emissões em 2024 ao substituir combustíveis fósseis por biomassa de madeira de reflorestamento em seus processos industriais.

Estudos do Inpe revelam que a Amazônia já enfrenta secas mais longas e alterações nas chuvas, antecipando cenários futuros e elevando riscos ambientais.

A 5ª edição do Prêmio Nacional Liga STEAM, com o tema "Escolas Verdes" e apoio da UNESCO, busca inspirar soluções educacionais para a crise climática.

O Governo de São Paulo lança chamamento público para selecionar soluções ambientais inovadoras focadas em adaptação e resiliência climática para o Dia Mundial do Meio Ambiente de 2026.

Um dos principais pontos da agenda desta sessão é a revisão dos Princípios e Procedimentos que regem o trabalho do IPCC, os quais são revistos a cada cinco anos.

A iniciativa estratégica visa apoiar as empresas do setor na mensuração, gestão e comunicação transparente de seus indicadores ambientais, fortalecendo a confiança e a credibilidade dos produtos derivados do cimento.

“A resiliência ao clima deixou de ser opcional e passou a ser obrigatória para proteger a criação de valor da organização a longo prazo e manter sua competitividade no mercado”

A estratégia do governo é a de utilizar o Fundo Clima como o motor financeiro do novo Plano Clima 2024-2035.

As atualizações estão alinhadas com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima) e com o Acordo de Paris, visando acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

