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CRÉDITOS DE CARBONO

BNDES e Petrobras anunciam vencedores do ProFloresta+
BNDES e Petrobras anunciam os vencedores do ProFloresta+, iniciativa que compra créditos de carbono de alta integridade gerados pela restauração de áreas degradadas na Amazônia.
24 de junho, 2026

Preço do carbono na Europa recua 20% e acende alerta para o Brasil
19 de fevereiro, 2026
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A nova certificadora é um movimento estratégico para consolidar o mercado de carbono brasileiro com o objetivo de reduzir a dependência de organismos internacionais, estabelecer padrões de governança adaptados às realidades regionais.

Decreto nº 12.678/25 altera a estrutura interna do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e cria o Departamento de Instrumentos de Mercado e REDD+ (Dimer).

A metodologia inédita da Greenline Carbonsat já obteve certificação com mais de 99% de eficácia pela Bureau Veritas, uma das mais renomadas certificadoras do mundo.

O volume de créditos em análise chega a 146,695 milhões de toneladas de CO₂, enquanto 12,762 milhões de toneladas já foram listadas.

A iniciativa reflete o crescente engajamento do mercado financeiro com iniciativas ambientais.

Exclusão do setor rural levanta debates sobre perdas econômicas, impacto ambiental e a posição do país em fóruns internacionais

O PL determina um mercado regulado e um mercado voluntário de títulos representativos de emissão ou remoção de gases do efeito estufa

A conquista foi alcançada para a primeira etapa do Complexo Eólico Rio do Vento, com capacidade instalada de 504 MWm (aprox. 362 GWh)

O texto cria um sistema onde é atribuído um valor econômico às emissões de carbono

Artigo especial por André Bodowski. André é Vice-presidente da Diligent para América Latina

País tem potencial de capturar cerca de 200 milhões de toneladas anuais de carbono

A matéria segue para a Câmara dos Deputados, a menos que haja pedido para votação no Plenário.

A Câmara já tem sete projetos de lei sobre o tema

A MP permite a exploração de outras atividades não madeireiras e o aproveitamento e comercialização de créditos de carbono.

As propostas são voltadas às áreas de transição energética, ao estabelecimento de um mercado de carbono, à conservação florestal e à economia circular.

A área certificada tem 11,5 mil hectares e capacidade de emissões médias de 50 mil créditos de carbono por ano.

O BNDES irá eleger projetos com foco em reflorestamento, redução de emissões, energia (biomassa e metano) e agricultura sustentável.

A empresa liderou a transição para a web 3.0 nos mercados de carbono com a ‘tokenização’ de créditos de carbono da floresta amazônica.

Apesar dos créditos de carbono existirem há mais de duas décadas, ainda há potencial para um crescimento dinâmico em 2022.

Ao adotar práticas positivas para o clima, os agricultores podem produzir Créditos de Carbono Agrícola e safras certificadas.

