Notícias e artigos sobre

DIA DO MEIO AMBIENTE

Pastagens convivem sob crescente ameaça

Pastagens convivem sob crescente ameaça

As vastas paisagens, que cobrem metade do planeta, armazenam quantidades significativas de carbono, amortecem os extremos climáticos e regulam a água em algumas das regiões mais secas do mundo.

4 de dezembro, 2025

B3, MMA e SFB realizam concessão da Flona de Jatuarana

B3, MMA e SFB realizam concessão da Flona de Jatuarana

19 de maio, 2025

PGR dá parecer favorável a ADI contra flexibilização ambiental

PGR dá parecer favorável a ADI contra flexibilização ambiental

31 de março, 2025

Mais notícias e artigos sobre DIA DO MEIO AMBIENTE

O meio ambiente grita pelo uso mais racional da água e energia
ARTIGO
O meio ambiente grita pelo uso mais racional da água e energia

Por Marco Dutra * Conhecido pela abundância dos recursos hídricos, o Brasil tem vivido períodos de escassez. O país enfrenta uma situação crítica com o menor nível de chuvas dos últimos 91 anos, com reflexos na retomada da economia e em outros setores importantes, a exemplo do elétrico e da agricultura. As transformações no meio ambiente, impulsionadas pelo avanço da globalização, têm causado inúmeras mudanças climáticas, ocasionando em baixas precipitações pluviométricas, aumento das estiagens e secas, assim como os desastres provocados pela natureza. No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado dia 5 de junho, somos convocados a reduzir o nosso consumo para mitigar a possibilidade de racionamento. O que nos faz lembrar da finitude dos recursos naturais - motivo que por si só reforça o uso mais racional da água e da energia. Só a mudança de hábitos dos brasileiros pode mudar esse cenário, inclusive na decisão de compra do consumidor, por meio da escolha de produtos eficientes que geram redução de consumo e despesas. É evidente e primordial que os setores da economia incrementem investimentos na área socioambiental e de governança (ESG). De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), o setor agrícola consome 70% de água, a indústria 22% e o uso residencial 8%. Segundo o boletim anual de mercado da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL), divulgado neste ano, 32% de toda a energia do País é consumida por grandes indústrias, comércios e empresas ligadas em média e alta tensão, que precisam urgentemente mudar sua matriz de energia por fontes renováveis, bem como buscar soluções em máquinas e equipamentos mais econômicos. As instituições, juntamente com a população, precisam se empenhar para evitar desperdícios. A ONU (Organização das Nações Unidas) prevê que, em 2030, a sociedade precisará de 40% a mais de água e 50% a mais de energia. A responsabilidade por um mundo mais sustentável, em prol das gerações futuras, é dever de todos. Menos gastos dos recursos hídricos podem produzir mais riqueza na economia. É o que afirma um estudo elaborado no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). Na contramão do mundo, o país desperdiça 39,3% de água potável, devido a perdas no sistema de distribuição, conforme o levantamento divulgado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS 2019). Já a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2017 do IBGE revela também que o consumo pelo brasileiro supera a média mundial em 30 litros. Assumir a agenda da sustentabilidade é se comprometer com a economia e com o planeta. Seja a diferença! * Marco Dutra é Diretor da Kärcher no Brasil

10 de junho, 2021
Que o meio ambiente seja comemorado todos os dias
ARTIGO
Que o meio ambiente seja comemorado todos os dias

Por Luiz Gonzaga Alves Pereira * No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) deseja expressar sua imensa tristeza pela degradação. Por isso, não deseja comemorar a data, mas almeja que a natureza seja preservada e comemorada todos os dias. A população precisa conscientizar-se sobre a importância da correta gestão e encaminhamento final dos resíduos sólidos. Isso é fundamental para a proteção e salubridade e meio urbano, bem como dos biomas, ecossistemas e da saúde pública. O programa Lixão Zero, lançado em 2019 pelo Ministério do Meio Ambiente, e a sanção do Marco Legal do Saneamento Básico, ocorrida em 2020, viabilizam o que, até pouco tempo atrás, parecia inviável: a construção de 500 aterros sanitários regionais em todo o País. Mas para o êxito da preservação é fundamental que haja a consciência da população e dos governantes sobre o papel dos aterros sanitários e os danos ambientais causados pelos lixões. O aterro sanitário é uma obra de engenharia desenvolvida para receber e processar os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), ou comumente chamado lixo urbano, destinando de modo adequado restos de alimentos, plástico, vidro, metais, papel, papelão, metal, eletrodomésticos etc. Por meio do "Conceito Aterro Zero Desperdício", há uma otimização na destinação final dos resíduos, com capacidade de tratamento de efluentes, logística reversa, geração de energia pelo biogás e reciclagem, dentro dos preceitos da economia circular. A operação dos aterros oferece soluções tecnológicas mais adequadas à realidade do Brasil, quando pensamos na vasta extensão territorial, mas, infelizmente, o País ainda está muito atrasado nesse sentido, com cerca de 60% dos resíduos produzidos ainda indo para lixões." Os lixões, que muitas vezes são disfarçados de aterros controlados, como são comumente chamados, como forma de mascarar os danos ambientais, são locais onde a destinação final ocorre de maneira desordenada e sem tratamento, causando prejuízos ambientais e à saúde das pessoas. Queremos demonstrar às empresas, governantes e sociedade a importância da correta destinação dos resíduos, desde a geração até a disposição final. Difundir esclarecimentos sobre a sustentabilidade econômico-financeira do setor, possível graças ao programa Lixão Zero e ao Marco Legal do Saneamento Básico. No site e nas redes sociais da Abetre, estão disponíveis informações sobre a correta destinação de resíduos. O Atlas Brasil da Destinação Final mostra a triste realidade brasileira. Nós, de maneira individual e/ou coletiva podemos mudar o status. Depende apenas e tão somente da população. Temos de exercer a cidadania e fazer o certo. Temos de destinar nossos resíduos de modo correto e incentivar que o nosso vizinho faça o mesmo. É preciso cobrar das autoridades o correto destino dos resíduos. Construímos o MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), ferramenta criada pela Abetre e disponibilizada como política pública, por meio do SINIR/Ministério do Meio Ambiente; trabalhamos firmemente na erradicação dos lixões. Estamos nos empenhando para que a população possa respirar melhor, ter sua ampla cadeia sanitária de maneira adequada. Nós participamos da construção do Brasil possível e desejado e não encontramos razão para manter mais de 3.200 lixões espalhados por todo o território nacional. A melhor comemoração do Dia do Meio Ambiente é tornar o País sustentável. * Luiz Gonzaga Alves Pereira é Presidente da Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes.

10 de junho, 2021
Dia, mês, ano, década e século do meio ambiente
ARTIGO
Dia, mês, ano, década e século do meio ambiente

Por Marcus Nakagawa * “Todo dia era dia de índio... Amantes da natureza... Preservando o equilíbrio ecológico... Da terra, fauna e flora...”, esta letra da música “Todo dia era dia de índio”, da Baby do Brasil, que cantávamos na escola, me inspirou a lembrar que todo dia é Dia das Mães, dos Pais, da família, da natureza... Fazemos parte de todo um ecossistema, de uma família chamada planeta Terra, e precisamos de uma linda palavra que faz parte desta música, que é o equilíbrio. Mesmo assim, é muito importante termos um dia, uma semana ou um mês para sempre reforçarmos a importância que o meio ambiente, a natureza, a vida ecológica, as relações sistêmicas no planeta têm no nosso dia-a-dia. O Dia Mundial do Meio Ambiente oficial é 5 de junho, pois em 1972, a Organização das Nações Unidas (ONU) realizou uma importante conferência que discutia o futuro sustentável e as relações entre os seres humanos e o planeta. Neste evento, na Suécia, conhecido como Conferência de Estocolmo, também foi criado o PNUMA, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente ou, em inglês, o UNEP – UN Environment Programme. O PNUMA colocou como tema para 2021 a Restauração de Ecossistemas e criou uma chamada muito bacana: “Reimagine, Recrie e Restaure”. E ainda afirma que “este é o nosso momento, pois não podemos mais voltar no tempo, mas podemos cultivar árvores, tornar nossas cidades verdes, renovar nossos jardins, mudar nossas dietas e limpar rios e encostas”. E que “somos a geração que pode fazer as pazes com a natureza”, para ficarmos ativos e não ansiosos. Inclusive, aproveitando o momento, foi criada a hashtag #GeraçãoRestauração! Muito bacana, não é? Além disso, o PNUMA possui um guia prático online para baixar em PDF (em inglês) para a restauração de ecossistemas, bem didático e ilustrativo: ( https://www.worldenvironmentday.global/pt-br/faca-parte/guia-pratico-para-restauracao-de-ecossistemas ). Sim, precisamos nos juntar a esta e outras mobilizações como o movimento Lixo Zero, que trabalha com a ponta final do nosso consumo. Na verdade, é este conceito que precisamos quebrar nesta temática dos resíduos. Segundo o Instituto Lixo Zero Brasil, o conceito de lixo zero consiste no “máximo aproveitamento e correto encaminhamento dos resíduos recicláveis e orgânicos e a redução – ou mesmo o fim – do encaminhamento destes materiais para os aterros sanitários e\ou para a incineração”. Neste movimento, a batalha é que empresas, governos, ONGs e pessoas físicas se juntem para simplesmente não “jogar fora” o lixo. Isso porque no nosso planeta, de exuberante natureza, não existe “fora”. Estamos todos na mesma nave espacial que vaga pelo universo e precisamos cuidar deste meio ambiente em que vivemos. Segundo a agenda 2030 da ONU, temos somente nove anos para atingir os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e as 169 metas, mas não precisamos ficar ansiosos como diz o PNUMA. Temos que colocar a mão na massa, no caso na natureza, mesmo durante esta pandemia e ao final dela. Vamos buscar ações, atividades, trabalhos voluntários, mobilizações digitais e trazer o dia do meio ambiente para todos os dias. Busque ONGs ambientais, movimentos sociais e cuidadores dos animais e do meio ambiente para ajudar, doar e se voluntariar. Tenho trabalhado bastante para mobilizar pessoas para este movimento por meio de aulas, palestras, workshops , lives , enfim, todas as formas possíveis. Por exemplo, na plataforma www.diasmaissustentaveis.com temos colocado notícias, dicas para o seu dia-a-dia mais sustentável, vídeos, podcasts e deixamos uma parte no site para você também sugerir a sua dica. Vamos juntos pelo nosso lar, pelo nosso meio ambiente, enfim, pelo planeta e todos que aqui habitam. Feliz Dia do Meio Ambiente! Feliz Semana do Meio Ambiente! Feliz Mês do Meio Ambiente! Pois todo dia é dia do meio ambiente! * Marcus Nakagawa é Professor da ESPM; coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDS); idealizador e conselheiro da Abraps; idealizador da Plataforma Dias Mais Sustentáveis; e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida.

9 de junho, 2021
A contribuição dos catalisadores para um futuro mais sustentável
DIA DO MEIO AMBIENTE
A contribuição dos catalisadores para um futuro mais sustentável

Por Letícia Mendonça * O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de conscientizar toda a sociedade sobre o respeito e a importância em preservar todos os recursos naturais. Nessa jornada, a BASF sempre desempenhou papel de destaque no lançamento de soluções para o mercado. Um dos maiores exemplos dessas inovações são os catalisadores automotivos, os dispositivos mais importantes na redução de poluição já inventados. Graças a esses equipamentos, conseguimos contribuir para uma melhor qualidade do ar na maioria das cidades ao redor do mundo. Durante os anos 1970, a BASF foi pioneira no desenvolvimento do primeiro catalisador de “três vias” (TWC), dispositivo capaz de reduzir mais de 95% dos poluentes monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC) e óxidos de nitrogênio (NOx), produzidos para motores movidos a álcool, gasolina e diesel. O impacto dessa inovação foi tão grande que a companhia recebeu da ONU a Medalha de Honra pela Invenção Tecnológica da Década de 1980. Desde então, esses produtos já eliminaram mais de 1 bilhão de toneladas de poluentes no mundo, o que equivale à emissão de 19.334 voltas de caminhão em torno da terra. O tempo passou e, com ele, a BASF também não parou. Realizamos estudos periódicos sobre as emissões de poluentes e a atuação de nossas soluções comercializadas em todo o planeta. Dentre as nossas inovações mais recentes está o catalisador automotivo compacto de Conversão de Quatro vias, o EMPRO™ (FWC™) para veículos a gasolina. Além de converter os gases, esse dispositivo remove partículas nocivas dos gases de escape do motor. Também produzimos o catalisador de oxidação diesel (DOC), que remove monóxido de carbono, hidrocarbonetos e material particulado, o catalisador que reduz as emissões de material particulado (CSF), o catalisador de Redução Seletiva (SCR), que com o uso de uma solução em ureia (ARLA32), converte NOx (Óxido de Nitrogênio) em água e nitrogênio, além do catalisador AMOX, que remove o excesso de amônia e pode ser adaptado ao sistema SCR. Em 2020, a nossa unidade de Indaiatuba (SP) comemorou 20 anos como fabricante de catalisadores para motores a combustão de veículos para as principais montadoras da América do Sul. Desde a sua inauguração, a fábrica produziu mais de 20 milhões de dispositivos, que contribuíram para eliminar cerca de 38 milhões de toneladas de poluentes das emissões de automóveis, caminhões e motocicletas do Brasil e países vizinhos. A unidade também implementou o projeto Smart Reuse. Ao invés de utilizar água deionizada, isto é, aquela que tem todos os sais minerais removidos para ser utilizada em processos químicos, produzida para limpeza dos equipamentos, a BASF desenvolveu um sistema de recirculação que tornou possível reutilizar água de lavagem e economizá-la no processo. A partir disso foi possível assegurar menor geração de efluentes e a manutenção da qualidade do produto. A implementação deste projeto gerou redução de 17% no consumo absoluto de água de 2019 para 2020, ou seja, uma melhoria no desempenho ambiental e a otimização do uso de recursos naturais nos processos industriais. Com foco em sustentabilidade, um dos pilares da estratégia da BASF, a unidade de Indaiatuba também implementou no último ano o programa zero aterro, ou seja, todos os resíduos sólidos gerados no local são descartados com foco na busca por alternativas sustentáveis para evitar que sejam encaminhados a aterros. Ainda fomos pioneiros ao receber o certificado internacional com o selo “Zero Waste to Landfill” da Instituição global UL Environment, que atesta, por meio de auditoria, que a unidade não destina mais resíduos para aterros. Para a BASF, desenvolvimento sustentável significa a combinação de sucesso econômico orientado a longo prazo com proteção ambiental e responsabilidade social. Assim, acreditamos que a discussão sobre emissão de poluentes e contaminação do ar é imprescindível para um desenvolvimento sustentável das cidades e da sociedade. * Letícia Mendonça é Diretora da Unidade de Catalisadores da BASF para a América do Sul

5 de junho, 2021
"Semana do Meio Ambiente", um convite à reflexão
ARTIGO
"Semana do Meio Ambiente", um convite à reflexão

Por Leo Cesar Melo * Criada pela Organização das Nações Unidas em 1972, a "Semana do Meio Ambiente" entrou no nosso calendário oficial somente a partir de 1981. O objetivo da celebração, sempre na primeira semana de junho, é incluir a sociedade na discussão de pautas que tratem da preservação do patrimônio natural. Este ano, o tema escolhido pela ONU é "Recuperação dos Ecossistemas". O tema nos leva a refletir sobre o modo como exploramos os recursos naturais e como a indústria, em todos os seus segmentos, trata a degradação ambiental. Entender como a natureza funciona e adotar processos que estejam em equilíbrio com o meio ambiente é uma medida urgente. Ou seja, é preciso rever o quanto antes os processos produtivos e traçar um novo plano estratégico que seja sustentável. O uso consciente de recursos deve estar no centro da mudança, dessa necessária transformação. Da forma como ainda se produz, os impactos ambientais são óbvios e amplamente reverberados, mas muitas companhias demonstram ainda ignorar as graves consequências do atual modelo de consumo, que consiste em extrair, produzir e descartar. O foco deve ser gerar cada vez menos resíduos, implantando soluções de reaproveitamento do que antes era considerado lixo ou descartável, a chamada "Economia Circular". Neste novo modelo, todos os elementos da cadeia produtiva são reutilizados, seja voltando à mesma linha de produção, seja na fabricação de novos produtos, tornando-se nutriente para um novo ciclo. De acordo com um estudo recente da Accenture, empresa multinacional de consultoria de gestão, tecnologia da informação e outsourcing, a transição para uma economia circular poderia gerar até 4,5 trilhões de dólares para a economia mundial nos próximos 10 anos. Ao adotar essa estratégia, além de um alto potencial para promover novas oportunidades de negócio, as organizações também se enquadrariam em um novo aspecto de impacto ambiental e social. Essa mudança para uma forma sustentável de fazer negócios, no entanto, exige das organizações esforço para redesenhar o modelo atual. Refletir e compreender a necessidade de adotar medidas mais eficazes e menos nocivas para o meio ambiente e, consequentemente, para os humanos, é fundamental. Somos parte de ecossistemas e temos por obrigação, pessoal e institucional, também cuidar deles. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com atuação em soluções sustentáveis

5 de junho, 2021
Lançada campanha “Conexão Futuro"
BRK AMBIENTAL
Lançada campanha “Conexão Futuro"

A população pode participar interagindo nos perfis da concessionária nas redes sociais durante o período da campanha.

5 de junho, 2021
Oito músicas para lembrar a data
MEIO AMBIENTE
Oito músicas para lembrar a data

As composições ajudam a refletir sobre a interferência do homem na natureza e a necessidade da conservação.

8 de junho, 2018

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