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EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS

Vendavais e crises climáticas: empresas precisam transformar contingência em prioridade
Empresas devem integrar a gestão de riscos de eventos climáticos extremos em suas prioridades para garantir a continuidade operacional diante de instabilidades climáticas crescentes.
24 de setembro, 2026

Super El Niño coloca infraestrutura hídrica e energética em alerta
6 de agosto, 2026
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O fortalecimento do Super El Niño intensifica a urgência de soluções para a segurança hídrica, com riscos de eventos climáticos extremos e pressão sobre os recursos hídricos em diversas regiões do Brasil.

Um estudo assinado pela professora Ana Rojas Acosta, do Centro de Desenvolvimento do Ensino Superior em Saúde (Cedess) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com Sonia Tello Rozas, da Université du Québec à Montréal (UQAM), detalhou como os eventos climáticos extremos atingem o Brasil de formas distintas dependendo do território. Enquanto no Nordeste (89%) e no Centro-Oeste (65%) as secas prolongadas são apontadas pelos especialistas como a principal ameaça às safras e ao abastecimento, no Sudeste (62%) a maior preocupação concentra-se nas inundações e enchentes, que destroem infraestruturas de transporte e causam perdas imediatas na distribuição de alimentos. O resultado é o comprometimento direto do acesso econômico ao alimento: a comida continua existindo, mas torna-se inacessível para quem tem menor poder de compra. O estudo foi publicado recentemente na revista científica Global Food Security

