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SANEAMENTO

Aegea capta R$ 155 mi com debêntures

Através da controlada Nascentes do Xingu, a Aegea Saneamento obteve R$ 155 milhões no mercado de capitais com a emissão de debêntures incentivadas de infraestrutura. Os recursos captados serão destinados à ampliação do sistema de abastecimento de água e redução de perdas, expansão do sistema de coleta e tratamento de esgoto das concessionárias Águas de Campo Verde S.A., Saneamento Básico Pedra Preta S.A., Águas de Primavera S.A. e Águas de Sorriso S.A., localizadas no Estado do Mato Grosso. Com a emissão, a Aegea acessa novamente o mercado de capitais, diversificando as fontes de captação de recursos e alongando o perfil da dívida da companhia. A emissão, que teve rating AA(bra) atribuído pela Fitch, tem prazo de vencimento de sete anos e um mês e será amortizada em duas parcelas, em 2023 e 2024. Com fontes de financiamento diversificadas, a Aegea pretende garantir a solidez financeira para suportar o desenvolvimento de seu modelo de negócio. Complementarmente ao acesso a financiamentos via bancos comerciais e de fomento, mercado de capitais e agências multilaterais, a Aegea conta com investidores internacionais, como a International Finance Corporation (IFC), membro do Banco Mundial, o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) e o Fundo Global de Infraestrutura (GIF).

Através da controlada Nascentes do Xingu, a Aegea Saneamento obteve R$ 155 milhões no mercado de capitais com a emissão de debêntures incentivadas de infraestrutura. Os recursos captados serão destinados à ampliação do sistema de abastecimento de água e redução de perdas, expansão do sistema de coleta e tratamento de esgoto das concessionárias Águas de Campo Verde S.A., Saneamento Básico Pedra Preta S.A., Águas de Primavera S.A. e Águas de Sorriso S.A., localizadas no Estado do Mato Grosso.
 
Com a emissão, a Aegea acessa novamente o mercado de capitais, diversificando as fontes de captação de recursos e alongando o perfil da dívida da companhia. A emissão, que teve rating AA(bra) atribuído pela Fitch, tem prazo de vencimento de sete anos e um mês e será amortizada em duas parcelas, em 2023 e 2024. Com fontes de financiamento diversificadas, a Aegea pretende garantir a solidez financeira para suportar o desenvolvimento de seu modelo de negócio. Complementarmente ao acesso a financiamentos via bancos comerciais e de fomento, mercado de capitais e agências multilaterais, a Aegea conta com investidores internacionais, como a International Finance Corporation (IFC), membro do Banco Mundial, o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) e o Fundo Global de Infraestrutura (GIF). 

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AEGEA
Receita líquida soma R$ 384 milhões

A Aegea Saneamento registrou receita líquida de R$ 384,3 milhões no terceiro trimestre de 2017, um crescimento de 57,2% na comparação com o mesmo período de 2016. O desempenho foi impulsionado pela conquista de novas concessões e pela evolução no desempenho operacional das concessões existentes. O Ebitda da companhia atingiu R$ 214,6 milhões, 90,1% a mais que no mesmo trimestre do último ano. No trimestre foram contabilizados 699 mil novos clientes agregados à base atendida pela companhia, que alcançou R$ 2,2 milhões e 40,7% de avanço do volume faturado. Dentre as concessões, destaque para o início das operações da subconcessão plena no município de Teresina, com população estimada em cerca de 850 mil habitantes. Foram investidos até o momento R$ 140 milhões, com intervenções em 31 regiões da capital do Piauí, que já alcançaram cerca de 360 mil cidadãos. A Aegea registrou aumento de 9,6% na margem Ebitda, para 55,8%. Dentre os indicadores que demonstram o ganho de produtividade nas operações, evidenciam-se a queda de 18,5% nos custos por metro cúbico com energia elétrica; a diminuição de 0,5% na taxa de inadimplência; e a redução de 1,9% no índice de perdas na distribuição de água das concessionárias existentes. Em outubro, a companhia estreou no mercado de capitais internacional através da emissão de bonds, no valor total de US$ 400 milhões, e as captações de recursos via debêntures no mercado local por meio das concessionárias Nascentes do Xingu, Águas Guariroba e Prolagos, totalizando R$ 655 milhões.

16 de novembro, 2017