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SANEAMENTO

Aegea recebe R$ 125 milhões

AAegearecebeu R$ 125 milhões da International Finance Corporation (IFC), instituição financeira membro do Banco Mundial, e do IFC GIF Brasil - Fundo de Investimento em Participações (GIF). Com o aporte, a empresa mantém a estrutura societária com o Grupo Equipav como acionista majoritário, com 71,04% de participação, e, dentre os acionistas minoritários, o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) com 18,67%, o IFC, com 5,49%e o GIF, com 4,80% de participação. “A ampliação da participação do IFC na Aegea, um dos mais diligentes investidores do mundo, é importante na medida em que demonstra confiança no plano de negócios e na capacidade da Aegea em gerir os seus ativos de saneamento no Brasil”, destaca Hamilton Amadeo, CEO da Aegea. A Aegea é uma empresa privada de saneamento e atua em 44 municípios de oito estados brasileiros.

AAegearecebeu R$ 125 milhões da International Finance Corporation (IFC), instituição financeira membro do Banco Mundial, e do IFC GIF Brasil - Fundo de Investimento em Participações (GIF). Com o aporte, a empresa mantém a estrutura societária com o Grupo Equipav como acionista majoritário, com 71,04% de participação, e, dentre os acionistas minoritários, o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) com 18,67%, o IFC, com 5,49%e o GIF, com 4,80% de participação.

“A ampliação da participação do IFC na Aegea, um dos mais diligentes investidores do mundo, é importante na medida em que demonstra confiança no plano de negócios e na capacidade da Aegea em gerir os seus ativos de saneamento no Brasil”, destaca Hamilton Amadeo, CEO da Aegea. A Aegea é uma empresa privada de saneamento e atua em 44 municípios de oito estados brasileiros.

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AEGEA DAY
Encontro com analistas financeiros

A Aegea realizou dia 25 de abril o Aegea Day, data que marca o encontro da empresa com o público de analistas financeiros e investidores. Os painéis conduzidos pelas lideranças da empresa apresentaram ao público a trajetória de crescimento da companhia e aspectos regulatórios do setor de saneamento. O CFO da Aegea, Flávio Crivellari, mostrou o crescimento de 30,2% do Ebitda anual da companhia desde 2006, fruto de aquisições, vitórias em processos licitatórios e implementação de turnaround nos ativos adquiridos, com aumento da eficiência operacional e expansão da cobertura de água e esgoto. O desenvolvimento aconteceu principalmente pela mais recente aquisição, a Águas de Manaus, que passou a integrar o portfólio de concessionárias do grupo em meados de 2018. A Águas de Manaus já responde por 20% da receita da holding. A aquisição foi suportada por aporte de R$ 550 milhões dos acionistas minoritários, que desde a sua entrada na companhia aportaram cerca de R$1 bilhão – tal suporte mantém sólidos os fundamentos de crédito da Aegea, que teve sucessivos upgrades de rating enquanto consolidava ativos no setor. A Águas de Manaus conectou até o momento três mil novas moradias à rede e regularizou 13 mil conexões, reduzindo a taxa de inadimplência da operação, além de promover uma aproximação com o usuário. O CEO da Aegea, Hamilton Amadeo, afirma que “A Licença Social para Operar é ponto central para empresas que queiram ter um crescimento sustentável no longo prazo”. A Aegea também consolidou a operação na Águas de Teresina, com programa focado na melhoria e expansão do serviço prestado e que impactou e mudou uma realidade local de falta de água entre os meses de setembro e dezembro. O quadro acionário da Aegea é atualmente composto pelo Fundo Soberano de Cingapura (GIC) – 27,56% –, International Finance Corporation (IFC) – 7,14% – e IFC Asset Management Company – 6,56% – e Equipav, com 58,74%. Rogério Tavares, Vice-presidente de Relações Institucionais, apresentou os aspectos regulatórios de setor e os pontos centrais da MP do saneamento que está atualmente em tramitação. A apresentação chamou a atenção pela urgência pelas mudanças para ampliar os investimentos no setor e perseguir as metas de universalização dos serviços de água e esgoto. Hoje em dia a Aegea atende 49 munícipios, em 11 estados, prestando serviços para cerca de 7,6 de brasileiros. Esse número irá aumentar com a finalização das negociações que estão em curso para aquisição de uma nova operação, referente à PPP de esgoto em Guarulhos, atingindo a marca de 9,1 milhões de usuários – tornando-se responsável por 36,4% das operações privadas de saneamento do País.

2 de maio, 2019
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RESULTADOS
Aegea comemora números de 2016

Sem dúvida, 2016 foi um bom ano para a Aegea Saneamento, que possui 18% do mercado privado de saneamento básico do Brasil. A receita líquida do Grupo cresceu 24,8%, alcançando R$ 992,4 milhões e manteve a cadência de crescimento planejada; o EBITDA aumentou 14,9%, atingindo R$ 462,5 milhões; e o prazo médio de endividamento da empresa foi ampliado de 5 para 5,9 anos. Os números macros comprovam o desempenho, mas o item que merece destaque, segundo Hamilton Amadeo, CEO da Aegea foi o fortalecimento da estrutura de capital conseguido no último ano, quando os minoritários confirmaram a confiança na administração da empresa ampliando sua participação, o que significou um aporte de R$ 125 milhões. “Esse é um dado muito importante para nós, pois mostra que o projeto apresentado a eles em 2012 foi aprovado o que reforça nossa capacidade de fazer frente a qualquer desafio em termos de necessidade de capital. Hoje, a soma da participação deles se aproxima de 30%, numa evolução constante”. Para explicar a performance, Amadeo ressaltou a atuação da Aegea em “clusters”, regiões onde as concessionárias do Grupo se ajudam, com administração compartilhada e integrada. Como exemplo citou as novas atuações no Espírito Santo, em Vila Velha e Serra (ambas PPPs de esgoto) e a consolidação da atuação em Rondônia, com a concessão plena de Ariquemes, a quarta no Estado, onde atende a uma população de 105 mil habitantes. Especificamente no Espírito Santo, Amadeo salientou a escala favorável da participação privada no Estado e o atendimento de quase 1 milhão de habitantes na Grande Vitória. As novas oportunidades locais surgem a partir de abril, nas cidades de Cariacica e Viana. A mesma janela de oportunidades se abre em Rondônia, onde a companhia de saneamento estadual está listada no PPI para ser privatizada: “É um Estado que tem uma população muito parecida em termos socioeconômicos com o Mato Grosso, índices de inadimplência baixos, crescimento acelerado e as tarifas da concessionária estadual são altas, o que nos dá uma folga para operar até com valores menores”, diz Amadeo, indicando que essas ilhas de crescimento é que puxarão o desenvolvimento futuro da Aegea, “um player diferenciado com presença local. Isso faz parte da estratégia de longo prazo da companhia”. Ainda na lista de conquistas e avanços conseguidos em 2016, Amadeo destacou a criação do Centro de Controle e Operação de Gestão de Perdas, que passou a centralizar as ações das concessões; a universalização de água tratada em Timon (MA) para 100% da população da área urbana, com frequência contínua; a evolução dos índices de tratamento de esgoto (cobertura e tratamento) em Piracicaba (SP), de 36% para 100% num período de quatro anos; e, por fim, o fato de a Aegea se tornar signatária do Pacto Global da ONU, como empresa inclusiva em saneamento no Brasil e referência na redução de perdas de água de 56% para 19% em Campo Grande (MS). “É importante citar que nossas metas de perdas consideram o nível ótimo para cada concessão, dentro de uma escala socioeconômica”, explica o CEO da Aegea. Principais resultados Flávio Crivellari, CFO da Aegea, ressaltou o excepcional desempenho da Aegea em 2016, mesmo num cenário de economia desafiadora: “Nosso crescimento se deu através de aquisições, aportes, licitações e vegetativo, por meio de Capex – aumento de rede nas operações existentes. Outras ações procuraram estabilizar o pico de inadimplência por razões de queda da renda per capita devido ao desemprego”. O volume de economias cresceu 8,8% no ano passado, acompanhando e o volume faturado de água e esgoto aumentou 9,5%. Os custos também cresceram no último ano em 35%, sendo que as despesas com pessoal e energia elétrica se mantiveram dentro do previsto. A economia total versus o número de colaboradores demonstrou aparente perda de produtividade, mas na verdade considera a incorporação dos colaboradores das novas concessões, que trarão resultados mais à frente. Em termos de energia, Crivellari destacou que houve crescimento de volume, mas estabilidade no custo das concessões existentes graças aos investimentos em automação realizados pelo Grupo. Perspectivas otimistas Ao falar sobre o que Aegea espera para 2017, Hamilton Amadeo fez primeiro uma análise do cenário externo, ressaltando a manutenção da crise fiscal em Estados e municípios e a consequente restrição de investimentos, o que poderá gerar oportunidades de novos investimentos privados no setor de saneamento. “A Aegea se coloca no mercado como uma empresa complementar do sistema e não como substituta do serviço. Faz mais sentido prestar serviço ao cidadão dentro de um modelo integrado. Essa é a nossa posição e as companhias estaduais já estão entendendo e aceitando essa nova opção”. Ou seja, a Aegea está se posicionando para tirar proveito da capacidade que tem de se integrar aos prestadores já existentes ou operar de forma plena onde for necessário. É uma demanda que se mostra decorrente da falta de capacidade de investimento dos Estados. A companhia também vem acompanhando o esforço de PPI do Governo Federal, através do BNDES e da Caixa, de criar uma “inteligência de saneamento”, pois não existem experiências perenes de cultura de saneamento ainda no país e a base que está sendo criada interessa à companhia, que aguarda a evolução do processo. Quanto ao cenário interno, a parte de EHS (Environment, health and safety) sempre foi uma preocupação da Aegea e hoje, atuando em quase 50 municípios, novos modelos serão implantados nos próximos dois anos para dotar a companhia de padrões internacionais. Outra ação que terá continuidade é a Academia Aegea para formação de profissionais para o setor de saneamento. Quanto às novas opções de mercado, Amadeo avisa que a companhia continuará aproveitando as oportunidades de crescimento, desde que subordinadas à estrutura de capital: “Não vamos dar o passo maior que a perna. Podemos até perder oportunidades, mas jamais iremos colocar em risco nossos indicadores de saúde financeira”.

7 de março, 2017