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ÁGUA

CAS desenvolve app para morador controlar consumo

A CAS Tecnologia desenvolveu o aplicativo MOBii Minha Conta com o objetivo de auxiliar o morador residencial que possui medição individualizada de água em condomínios. O app permite ao usuário acompanhar em tempo real o consumo de água em sua residência e conhecer mais sobre seu próprio consumo diário. Inédito no segmento de utilities, a ferramenta permitirá que o consumidor possa acompanhar o valor da fatura a ser paga no final do mês, além de verificar se o apartamento conta com vazamentos ocultos. O app dispara um alarme quando é constatado um consumo fora da curva padrão. Além disso, o app ainda avisa o consumidor caso ele extrapole sua meta de consumo mensal. “Trata-se de um sistema que ajudará a disciplinar o cliente e permitirá que ele tenha maior controle de consumo de água de uma forma acessível, eficiente e simples”, conta Marco Aurélio, gerente de negócios da CAS. O MOBii Minha Conta deve chegar ao mercado até o final de 2015 e já está disponível na versão Beta para testes nos sistemas operacionais IOS, Android e Windows Phone. Posteriormente, a tecnologia poderá ser aplicada para medir o consumo de energia elétrica. Hoje, além de água, o app também já está habilitado para medir o consumo de gás. A novidade também trará informações sobre as tabelas de tarifas das concessionárias de água — tanto a simples quanto a progressiva.

A CAS Tecnologia desenvolveu o aplicativo MOBii Minha Conta com o objetivo de auxiliar o morador residencial que possui medição individualizada de água em condomínios. O app permite ao usuário acompanhar em tempo real o consumo de água em sua residência e conhecer mais sobre seu próprio consumo diário.

Inédito no segmento de utilities, a ferramenta permitirá que o consumidor possa acompanhar o valor da fatura a ser paga no final do mês, além de verificar se o apartamento conta com vazamentos ocultos. O app dispara um alarme quando é constatado um consumo fora da curva padrão. Além disso, o app ainda avisa o consumidor caso ele extrapole sua meta de consumo mensal. “Trata-se de um sistema que ajudará a disciplinar o cliente e permitirá que ele tenha maior controle de consumo de água de uma forma acessível, eficiente e simples”, conta Marco Aurélio, gerente de negócios da CAS.

O MOBii Minha Conta deve chegar ao mercado até o final de 2015 e já está disponível na versão Beta para testes nos sistemas operacionais IOS, Android e Windows Phone. Posteriormente, a tecnologia poderá ser aplicada para medir o consumo de energia elétrica. Hoje, além de água, o app também já está habilitado para medir o consumo de gás. A novidade também trará informações sobre as tabelas de tarifas das concessionárias de água — tanto a simples quanto a progressiva.

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RECURSOS HÍDRICOS
ANA lança app para simplificar declaração

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) acaba de lançar o aplicativo gratuito DeclaraÁgua com o objetivo de simplificar a vida dos usuários de recursos hídricos na hora de declarar o volume de água que utilizam. A ferramenta está disponível nos sistemas Android e iOS e visa ser um canal de comunicação entre os usuários de recursos hídricos com a ANA ou com órgão gestor estadual, conforme o domínio do corpo hídrico utilizado para captações ou lançamento de efluentes (cargas poluidoras). Com o app, o usuário poderá registrar seu consumo de água via celular ou tablet com a utilização de fotos dos medidores de vazão instalados em seus pontos de captação ou lançamento de efluentes, além de registros de seu consumo de energia – o que pode indicar bombeamento de água, por exemplo. A ferramenta permite um melhor autogerenciamento do uso do recurso, para que o consumidor não exceda os limites previstos nos normativos legais, como a sua outorga de direito de uso de recursos hídricos ou em resoluções que definam regras especiais em situações de escassez. A ANA e os demais gestores estaduais de recursos hídricos poderão, com o app, obter dados de um grande número de usuários mais atualizados que contribuirão para uma gestão de recursos hídricos e uma fiscalização dos usos da água mais eficazes, podendo resultar até mesmo no aumento da disponibilidade hídrica de uma região. O DeclaraÁgua permite acompanhar o cumprimento das regras de uso da água em diferentes regiões, sobretudo em bacias hidrográficas com baixa disponibilidade hídrica. As primeiras bacias contempladas serão a do Verde Grande (MG), Pipiripau (DF), Pardo (MG e BA), São Marcos (GO e MG) e Baixo Açu (RN). Nas bacias cobertas pelo aplicativo, os usuários de água serão notificados pela ANA. No caso da bacia do ribeirão Pipiripau, a implementação do DeclaraÁgua acontece em parceria com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (ADASA).

23 de novembro, 2020
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SANEAMENTO
ANA lança aplicativo para consumidor

A Agência Nacional de Águas (ANA) desenvolveu um aplicativo que permite a qualquer pessoa verificar, em detalhes, a situação da coleta e do tratamento dos esgotos, do sistema produtor de água e do manancial que abastece sua cidade em smartphone ou tablet conectado à Internet. O aplicativo Atlas Água e Esgoto é compatível com os sistemas Android e IOS e está disponível para download gratuito na Play Store e na App Store. Para facilitar a navegação, quando o GPS do aparelho estiver ativado o app disponibiliza, a partir de um clique na guia "Visão Nacional", a opção de acesso direto aos dados da cidade onde o usuário se encontra. Outra funcionalidade permite o compartilhamento das informações por meio de mídias sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp. Em relação aos dados sobre a situação dos esgotos, o app apresenta dados municipais das populações atendidas com coleta e tratamento de esgotos, somente com coleta, sem nenhum dos dois serviços e por fossas sépticas, além da carga de esgotos gerada e a remanescente após o tratamento. A ferramenta mostra ainda qual é a capacidade de diluição do principal corpo d'água receptor de esgotos daquele município e o desenho do sistema atual de coleta e tratamento de esgotos da localidade, além das alternativas técnicas e investimentos necessários para assegurar a adequada coleta e tratamento de esgotos em cada município até 2035. No que se refere ao abastecimento urbano de água o app avalia a oferta e demanda de água potável e a necessidade de investimentos para que cada município possa oferecer água suficiente para seus habitantes até 2025. O usuário também encontra imagens que ilustram os sistemas de abastecimento existentes e melhorias propostas pela ANA. Para o Nordeste, também está disponível o nível atual dos cerca de 500 reservatórios que a Agência Nacional de Águas monitora. "Colocar as informações na palma da mão das pessoas empodera a sociedade, que pode reivindicar e mudar essa realidade. Além disso, o aplicativo tem um caráter educativo, ao indicar os sistemas produtores e mananciais de abastecimento em cada município, já que provavelmente a maioria dos brasileiros não sabe de onde vem a água que consomem nas cidades", avalia o diretor de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Marcelo Cruz. O aplicativo consolida informações do Brasil produzidas nos estudos Atlas Esgoto e Atlas Abastecimento Urbano de Águas da ANA e suas informações serão atualizadas ao passo que novos estudos sejam lançados. As informações dos reservatórios são geradas em tempo real por meio do Sistema de Acompanhamento de Reservatórios (SAR) da ANA.

9 de julho, 2018
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ÁGUA
Disputa de Casas gera economia de 500 mil litros

Com o apoio da Sabesp, a LG realizou a primeira campanha ‘Disputa de Casas São Paulo’ com o objetivo de incentivar novos hábitos de consumo de água na população. Mais de duas mil residências participaram da campanha após passar por processo que incluiu palestras, visitas quinzenais dos promotores, acompanhamento telefônico de seus respectivos consumos, além do recebimento de materiais com dicas de economia. Após o trabalho de reeducação realizado, o consumo das casas participantes foi comparado com o mesmo período de 2015. As 50 famílias que mais economizaram água ganharam uma máquina Lava e Seca LG Smart Care, que sozinha é capaz de economizar até 45% de água em comparação com as máquinas comuns. Os participantes receberam de surpresa, no início da campanha, as máquinas que, juntamente com as dicas de economia, foram indispensáveis para o alcance dos resultados. 80% dos participantes baixaram seu consumo e a média de economia hídrica passou dos 35% ao mês. Em apenas três meses, foram economizados 500 mil litros de água, ou 50 caminhões pipa, o suficiente para suprir as necessidades dos mesmos participantes por quase 5 anos. Já a economia financeira média dos participantes chegou a R$ 50 mensais ou R$ 600 ao longo de um ano. ”Isso comprova que o investimento em tecnologias economizadoras podem se pagar num curtíssimo espaço de tempo, ajudando o planeta mas também o bolso da população diz Kati Dias, Gerente Geral de Home Appliance da LG Electronics do Brasil. A 2ª etapa da campanha deve abrir novas inscrições em agosto de 2016, expandindo o número de inscritos e selecionados. As inscrições poderão ser feitas através do www.disputadecasas.com.br

20 de julho, 2016
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ABASTECIMENTO
“Ta Faltando Água” solta primeiro relatório

Idealizado pela Aliança pela Água, rede que reúne mais de 60 entidades entre ONGs, especialistas e movimentos sociais, o aplicativo “Tá Faltando Água” – lançado em setembro deste ano - divulgou seu primeiro relatório referente às denúncias de falta de água e outras ocorrências no dia 18 de novembro. O documento tem as informações baseadas nas coletas de 45 dias, de acordo com orientações do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). Entre os dias 10 de setembro e 26 de outubro, o app recebeu 10.593 denúncias de falta d’agua, em uma média de 235 ocorrências por dia, distribuídas em 354 municípios. Apesar de direcionado ao público da Grande São Paulo, local onde a ação da Aliança tem se concentrado desde a sua criação, em outubro de 2014, foram registradas ocorrências em todos os estados brasileiros, com exceção de Amapá. O MP pretende utilizar essas notificações como elemento de prova para adoção de medidas judiciais pertinentes. No Estado de São Paulo foram feitas 8.113 denúncias em 105 municípios paulistas, sendo que a maior concentração de notificações foi em 32 dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, onde a capital lidera com quase 6 mil ocorrências, seguida de Guarulhos e Santo André. Entre os 10 municípios com mais denúncias, sete são atendidos pela Sabesp e três por autarquias municipais que compram água da companhia paulista. Os dados também foram analisados por sistemas produtores de água, onde a região abastecida pelo Cantareira lidera as notificações, seguida das áreas de “flexibilidade” entre sistemas, ou seja, que antes da crise eram abastecidas pelo Cantareira e hoje são atendidas por Guarapiranga e Alto Tietê. “As informações fornecidas pelas pessoas confirmam dados divulgados recentemente pelo Datafolha e site Fiquem Sabendo sobre falta de água, mas também trazem informações novas que é a escassez nos municípios que compram água da Sabesp e nas áreas de “flexibilidade” entre sistemas.”, afirma Marussia Whately, Coordenadora da Aliança Pela Água. “Os dados apresentados não têm a pretensão de cobrir a totalidade das ocorrências de falta de água, mas sim apresentar uma amostragem por meio de um método de coleta acidental, ou seja, que depende das pessoas baixarem e utilizarem o aplicativo. Mesmo que, estatisticamente, não representem toda a população, os dados quantitativos e qualitativos aqui apresentados trazem uma importante contribuição para a tomada de decisão da sociedade civil e de autoridades, pois não são apenas números, mas situações reais de falta de água. Por isso, também ajudam a desnaturalizar o fenômeno da falta de água, ao qual estamos nos acostumando, desde o início da crise”, explica Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). As denúncias podem ser feitas utilizando oi sistema de geolocalização do próprio celular ou o CEP do imóvel atingido. Assim como no aplicativo de trânsito “Waze”, é possível ver a incidência de falta d’agua em tempo real em toda a cidade. O app está disponível em duas versões - uma na Internet, desenvolvido pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA), para acesso via navegador, e outro para celulares com sistema operacional Android, desenvolvido por voluntários da empresa Autbank. Parte da campanha “Tá Faltando Água”, o aplicativo permite a produção de relatórios detalhados sobre a situação, que serão divulgados periodicamente no site Sala de Crise ( www.saladecrise.com.br ), da Aliança Pela Água, em formato de relatório e base de dados aberta para análises independentes. Além dos relatórios, a Aliança pela Água encaminhará informações para as diferentes instâncias e órgãos de governo responsáveis pela gestão de recursos hídricos, saneamento, saúde e defesa civil pedindo providências, e tornará públicas as respostas enviadas por cada um dos órgãos envolvidos.

24 de novembro, 2015
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INSUMOS
Aliança pela Água lança app sobre escassez

A Aliança Pela Água, rede que reúne mais de 60 entidades entre ONGs, especialistas e movimentos sociais lança, dia 10 de setembro, o aplicativo “Tá Faltando Água”, rede social de mobilização e conscientização que vai mapear a falta de água na região metropolitana de São Paulo. O lançamento acontecerá às 18 horas no espaço Aldeia, onde a Aliança Pela Água vai ainda promover um debate com Marussia Whately, coordenadora da Aliança, e Ricardo Manuel Castro, promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, com mediação do jornalista Bruno Torturra. Ao final, um coquetel vai marcar a inauguração da exposição da fotógrafa Martha Lu, que registrou famílias atingidas pela falta d’agua em São Paulo. O evento será transmitido ao vivo, pelo link: www.saladecrise.com.br . O aplicativo utiliza sistemas de geolocalização do próprio celular ou o CEP do imóvel atingido e permite que as pessoas registrem a falta d’agua em seu imóvel. Assim como no aplicativo de trânsito “Waze”, será possível ver a incidência de falta d’agua em tempo real em toda a cidade, com avatares dos usuários indicando a localização. Parte da campanha "#TáFaltandoÁgua", o aplicativo permitirá ainda que a Aliança e seus parceiros produzam um mapeamento detalhado das áreas da região metropolitana de São Paulo que estão sofrendo com falta d’agua. “Mais do que apenas chamar atenção para o tamanho da crise dentro da casa das pessoas, o aplicativo permite que as pessoas percebam a dimensão da falta d’agua em seus bairros e possam se conscientizar e mobilizar em torno de soluções conjuntas”, explica Marussia. Serão duas versões do mesmo aplicativo: um disponível na internet, desenvolvido pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA), para acesso via navegador, e outro para celulares com sistema operacional Android e iOS, desenvolvido por voluntários da empresa Autbank. Os resultados serão sistematizados e divulgados periodicamente no site Sala de Crise ( www.saladecrise.com.br ), da Aliança Pela Água, em formato de relatório e base de dados aberta para análises independentes.

10 de setembro, 2015
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ÁGUA
Economia e adesão ao programa contra desperdício cresce em SP

O programa de bônus da Sabesp, iniciativa para reduzir o consumo de água, registrou economia média de 6,2 mil l/s em abril, volume suficiente para abastecer cerca de 1,9 milhão de pessoas. Essa economia, em quantidade, foi ligeiramente maior que a registrada em março, que foi de 6,1 mil l na Grande São Paulo. A adesão nos meses de março e abril foi a mesma: 82%, o mais alto desde o início do benefício. Do total de beneficiados nesse mês, 72% efetivamente ganharam o bônus, enquanto os demais 10% diminuíram o gasto de água, mas não o suficiente para receber o desconto na fatura da Sabesp. Considerando todos os clientes que receberam bônus em abril, 62% reduziram o consumo em mais de 20% (faixa de bonificação de 30%), 5% diminuíram o uso entre 15% e 20% (faixa de bônus de 20%) e outros 5% tiveram um gasto de água entre 10% e 15% menor e ganharam bônus de 10%. O programa de bônus foi implantado em 1º de fevereiro de 2014 para os moradores atendidos pelo sistema Cantareira. Nos meses seguintes, foi ampliado para os municípios atendidos pela Sabesp na Grande São Paulo. Contribuiu para a redução do consumo também a cobrança de tarifa de contingência, que passou a vigorar nas contas emitidas em fevereiro passado para quem gastou mais água e incidiu sobre 11% das faturas emitidas pela Sabesp em abril. Outros 7% também aumentaram o consumo, mas não foram enquadrados na sobretaxa, por gastarem menos de 10 mil l/mês ou estarem cadastrados em Tarifa Social. A tarifa de contingência é cobrada dos clientes cujo consumo mensal ultrapassar a média apurada no período de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. A sobretaxa é de 40% sobre o valor da tarifa de água para quem exceder até 20% a média do consumo ou 100% sobre o valor da tarifa de água para quem ultrapassar 20% da média. O objetivo da tarifa contingenciada não é arrecadar, e sim reduzir o gasto.

13 de maio, 2015