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SANEAMENTO

ANA lança aplicativo para consumidor

A Agência Nacional de Águas (ANA) desenvolveu um aplicativo que permite a qualquer pessoa verificar, em detalhes, a situação da coleta e do tratamento dos esgotos, do sistema produtor de água e do manancial que abastece sua cidade em smartphone ou tablet conectado à Internet. O aplicativo Atlas Água e Esgoto é compatível com os sistemas Android e IOS e está disponível para download gratuito na Play Store e na App Store. Para facilitar a navegação, quando o GPS do aparelho estiver ativado o app disponibiliza, a partir de um clique na guia "Visão Nacional", a opção de acesso direto aos dados da cidade onde o usuário se encontra. Outra funcionalidade permite o compartilhamento das informações por meio de mídias sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp. Em relação aos dados sobre a situação dos esgotos, o app apresenta dados municipais das populações atendidas com coleta e tratamento de esgotos, somente com coleta, sem nenhum dos dois serviços e por fossas sépticas, além da carga de esgotos gerada e a remanescente após o tratamento. A ferramenta mostra ainda qual é a capacidade de diluição do principal corpo d'água receptor de esgotos daquele município e o desenho do sistema atual de coleta e tratamento de esgotos da localidade, além das alternativas técnicas e investimentos necessários para assegurar a adequada coleta e tratamento de esgotos em cada município até 2035. No que se refere ao abastecimento urbano de água o app avalia a oferta e demanda de água potável e a necessidade de investimentos para que cada município possa oferecer água suficiente para seus habitantes até 2025. O usuário também encontra imagens que ilustram os sistemas de abastecimento existentes e melhorias propostas pela ANA. Para o Nordeste, também está disponível o nível atual dos cerca de 500 reservatórios que a Agência Nacional de Águas monitora. "Colocar as informações na palma da mão das pessoas empodera a sociedade, que pode reivindicar e mudar essa realidade. Além disso, o aplicativo tem um caráter educativo, ao indicar os sistemas produtores e mananciais de abastecimento em cada município, já que provavelmente a maioria dos brasileiros não sabe de onde vem a água que consomem nas cidades", avalia o diretor de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Marcelo Cruz. O aplicativo consolida informações do Brasil produzidas nos estudos Atlas Esgoto e Atlas Abastecimento Urbano de Águas da ANA e suas informações serão atualizadas ao passo que novos estudos sejam lançados. As informações dos reservatórios são geradas em tempo real por meio do Sistema de Acompanhamento de Reservatórios (SAR) da ANA.

A Agência Nacional de Águas (ANA) desenvolveu um aplicativo que permite a qualquer pessoa verificar, em detalhes, a situação da coleta e do tratamento dos esgotos, do sistema produtor de água e do manancial que abastece sua cidade em smartphone ou tablet conectado à Internet. O aplicativo Atlas Água e Esgoto é compatível com os sistemas Android e IOS e está disponível para download gratuito na Play Store e na App Store. 
 
Para facilitar a navegação, quando o GPS do aparelho estiver ativado o app disponibiliza, a partir de um clique na guia "Visão Nacional", a opção de acesso direto aos dados da cidade onde o usuário se encontra. Outra funcionalidade permite o compartilhamento das informações por meio de mídias sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp. Em relação aos dados sobre a situação dos esgotos, o app apresenta dados municipais das populações atendidas com coleta e tratamento de esgotos, somente com coleta, sem nenhum dos dois serviços e por fossas sépticas, além da carga de esgotos gerada e a remanescente após o tratamento. A ferramenta mostra ainda qual é a capacidade de diluição do principal corpo d'água receptor de esgotos daquele município e o desenho do sistema atual de coleta e tratamento de esgotos da localidade, além das alternativas técnicas e investimentos necessários para assegurar a adequada coleta e tratamento de esgotos em cada município até 2035.
 
No que se refere ao abastecimento urbano de água o app avalia a oferta e demanda de água potável e a necessidade de investimentos para que cada município possa oferecer água suficiente para seus habitantes até 2025. O usuário também encontra imagens que ilustram os sistemas de abastecimento existentes e melhorias propostas pela ANA. Para o Nordeste, também está disponível o nível atual dos cerca de 500 reservatórios que a Agência Nacional de Águas monitora. "Colocar as informações na palma da mão das pessoas empodera a sociedade, que pode reivindicar e mudar essa realidade. Além disso, o aplicativo tem um caráter educativo, ao indicar os sistemas produtores e mananciais de abastecimento em cada município, já que provavelmente a maioria dos brasileiros não sabe de onde vem a água que consomem nas cidades", avalia o diretor de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Marcelo Cruz.
 
O aplicativo consolida informações do Brasil produzidas nos estudos Atlas Esgoto e Atlas Abastecimento Urbano de Águas da ANA e suas informações serão atualizadas ao passo que novos estudos sejam lançados. As informações dos reservatórios são geradas em tempo real por meio do Sistema de Acompanhamento de Reservatórios (SAR) da ANA.

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RECURSOS HÍDRICOS
Atlas Águas recebe contribuições

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) está em processo de conclusão do Atlas Águas: Segurança Hídrica para Abastecimento Urbano do Brasil. A agência prorrogou até 16 de abril o prazo para que os prestadores de serviços de abastecimento de água e órgãos relacionados aos serviços de saneamento e gestão de recursos hídricos dos estados e do Distrito Federal possam se manifestar sobre os resultados consolidados do estudo até o momento. Para isso, ambos os públicos podem solicitar os dados referentes às suas regiões de atuação por meio de formulário eletrônico https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSceyT4wYhx5uFRtYgVV9EdcRM8Cezku43V9_Ct-A62-VLGjPw/viewform . A ANA lançará, ainda em 2021, o novo Atlas Águas, que será um instrumento norteador das políticas públicas de saneamento básico e de recursos hídricos no Brasil, contribuindo para os avanços necessários do setor. A atualização do estudo começou em 2018 e contou com o apoio e contribuições do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e dos prestadores dos serviços de abastecimento de todo Brasil. Com os novos dados técnicos, a ANA refinou as informações, tanto sobre o diagnóstico quanto sobre as propostas de soluções para melhoria e ampliação dos sistemas de abastecimento das cidades. Produzido pela ANA, o levantamento apresentará um diagnóstico do abastecimento de todo o Brasil, além de informar sobre o planejamento do setor para subsidiar os tomadores de decisão no aumento da segurança hídrica dos sistemas de abastecimento de água urbanos com medidas estruturais (obras e projetos) e com medidas de gestão (outorga, segurança de barragens, monitoramento, controle de perdas, dentre outras). O Atlas Águas: Segurança Hídrica para Abastecimento Urbano no Brasil é a versão revisada e ampliada do Atlas Brasil: Abastecimento Urbano de Água, lançado pela ANA em 2010. A publicação pode ser acessada pelo aplicativo Águas e Esgotos, disponível gratuitamente na Play Store e na App Store respectivamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.

7 de abril, 2021
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RECURSOS HÍDRICOS
ANA lança app para simplificar declaração

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) acaba de lançar o aplicativo gratuito DeclaraÁgua com o objetivo de simplificar a vida dos usuários de recursos hídricos na hora de declarar o volume de água que utilizam. A ferramenta está disponível nos sistemas Android e iOS e visa ser um canal de comunicação entre os usuários de recursos hídricos com a ANA ou com órgão gestor estadual, conforme o domínio do corpo hídrico utilizado para captações ou lançamento de efluentes (cargas poluidoras). Com o app, o usuário poderá registrar seu consumo de água via celular ou tablet com a utilização de fotos dos medidores de vazão instalados em seus pontos de captação ou lançamento de efluentes, além de registros de seu consumo de energia – o que pode indicar bombeamento de água, por exemplo. A ferramenta permite um melhor autogerenciamento do uso do recurso, para que o consumidor não exceda os limites previstos nos normativos legais, como a sua outorga de direito de uso de recursos hídricos ou em resoluções que definam regras especiais em situações de escassez. A ANA e os demais gestores estaduais de recursos hídricos poderão, com o app, obter dados de um grande número de usuários mais atualizados que contribuirão para uma gestão de recursos hídricos e uma fiscalização dos usos da água mais eficazes, podendo resultar até mesmo no aumento da disponibilidade hídrica de uma região. O DeclaraÁgua permite acompanhar o cumprimento das regras de uso da água em diferentes regiões, sobretudo em bacias hidrográficas com baixa disponibilidade hídrica. As primeiras bacias contempladas serão a do Verde Grande (MG), Pipiripau (DF), Pardo (MG e BA), São Marcos (GO e MG) e Baixo Açu (RN). Nas bacias cobertas pelo aplicativo, os usuários de água serão notificados pela ANA. No caso da bacia do ribeirão Pipiripau, a implementação do DeclaraÁgua acontece em parceria com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (ADASA).

23 de novembro, 2020
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RECURSOS HÍDRICOS
ANA lança encarte sobre SNIRH

A Agência Nacional de Águas (ANA) lançou o encarte Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos no último dia 12 de maio, durante o webinar ‘Como Encontrar as Informações que Você Precisa em um Mundo Digital: Tema Água’. Desde 2009, a agência produz o relatório ‘Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil’, publicação que apresenta um raio x da situação das águas brasileiras. A publicação mostra a evolução do Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos (SNIRH) na última década. Este instrumento da Lei nº 9.433/97, a Lei das Águas, é gerido pela ANA e teve seu novo portal – www.snirh.gov.br – também lançado em 12 de maio durante o webinar. Com o lançamento do encarte, a ANA busca apresentar o tema de maneira clara e objetiva à sociedade, contribuindo para o aprimoramento do SNIRH de modo que a ferramenta dê maior transparência tanto para a situação das águas no Brasil quanto para os desafios referentes à melhoria de sua disponibilidade em quantidade e qualidade. No encarte há uma série de dados sobre os sistemas que integram o SNIRH, como é o caso do Portal de Metadados da ANA, que recebeu 416.959 visitas até o fim de 2018 e teve um volume total de downloads correspondente a 20,7TB em dados. Outro dado presente na publicação é que a Base Hidrográfica Ottocodificada saltou de 123 mil trechos de cursos d’água e ottobacias em 2004 para mais de 3,3 milhões de trechos e ottobacias em 2017. O SNIRH reúne num só lugar dados e informações sobre águas superficiais, águas subterrâneas, chuvas, qualidade das águas, legislação relacionada à gestão de recursos hídricos. De acordo com o encarte, o Sistema contribui na prevenção e na solução dos conflitos e problemas de uma bacia hidrográfica relacionada à água, auxiliando na tomada de decisão principalmente num cenário de mudanças climáticas e escassez hídrica.

18 de maio, 2020
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TECNOLOGIA
ANA lança app para medir rios

A Agência Nacional de Águas (ANA) lançou o aplicativo Hidroweb Mobile para que os brasileiros possam ter acesso aos dados sobre chuvas e medição de nível e vazão de rios. O app gratuito está disponível na Play Store , para dispositivos com o sistema Android, e na App Store , para aparelhos com o sistema iOS. A ferramenta contém informações de mais de três estações hidrometeorológicas gerenciadas pela ANA espalhadas pelo Brasil, inclusive informações em tempo real. "Com o Hidroweb Mobile, o cidadão e profissionais da área de recursos hídricos passam a contar com um acesso simplificado a dados, em tempo real, de níveis e vazões dos principais rios do Brasil e de chuva em várias cidades brasileiras. Para isso, basta usar dispositivos móveis, como celulares e tablets, que já fazem parte do dia a dia do brasileiro", afirma o coordenador de Dados e Informações Hidrometeorológicas da ANA, Walszon Lopes. No app o usuário poderá conferir as plataformas de coletas de dados (PCDs) agrupadas por proximidade. Ao dar um zoom, aparecem as estações em suas localizações exatas e com ícones que indicam se elas são fluviométricas (monitoram nível e vazão de rios) e/ou pluviométricas (acompanham chuvas). Na visualização do mapa, o usuário pode alterar o fundo do mapa para imagem de satélite clicando no botão superior com um ícone de mapa. A ferramenta mostra também as estações mais próximas do usuário a partir da localização do dispositivo móvel, que pode ser um celular ou tablete, além de ter um filtro para o usuário encontrar as estações que pretende consultar por tipo (fluviométrica ou pluviométrica), estado, município, bacia hidrográfica, rio, entidade responsável ou operadora de cada PCD. Outra funcionalidade é a busca digitando o nome da estação, rio ou município onde está a PCD. Ao encontrar as estações de seu interesse, o usuário pode marcá-las como favoritas, o que permite visualizar os dados de interesse sem a necessidade de realizar novas buscas de dados destes equipamentos selecionados. O Hidroweb Mobile contém vídeos sobre o monitoramento hidrometeorológico e de eventos críticos realizados pela ANA, dentre outros temas sobre recursos hídricos, como: cobrança pelo uso da água, outorga de direito de uso de recursos hídricos. Também há vídeos educativos produzidos pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em parceria com a Agência. O Hidroweb também pode ser acessado por meio de computadores pelo link http://www.snirh.gov.br/hidroweb/publico/mapa_hidroweb.jsf .

8 de abril, 2019
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RECURSOS HÍDRICOS
Atualização de Atlas sobre oferta de água

A Agência Nacional de Águas (ANA) iniciou trabalho de atualização do Atlas Brasil Abastecimento Urbano de Água, que irá mostrar a oferta de água em todo o Brasil, em 2020, com perspectivas para 2025 e 2035 dos sistemas produtores de água e a oferta para todos os municípios brasileiros. Para os municípios com população superior a 250 mil habitantes, será considerada a projeção para o ano de 2050. A última versão do Atlas é de 2011 e revelou que à época, dos 5.565 municípios existentes, 55% poderiam sofrer déficit no abastecimento de água até 2035. Desse total, 84% necessitavam de investimentos para adequação de seus sistemas produtores e 16% precisam de novos mananciais. O levantamento, inédito mostrou as demandas urbanas, à disponibilidade hídrica dos mananciais, à capacidade dos sistemas de produção de água, e revelou que 3.059, ou 55% dos municípios, que respondiam por 73% da demanda por água do País, precisavam de investimentos prioritários que requeriam recursos da ordem de R$ 22,2 bilhões, na época. “Esse é um estudo que não pode morrer. Tem que ser atualizado periodicamente”, disse o diretor de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Marcelo Cruz. Com o estudo atual, Cruz disse que será possível precisar o quanto foi investido desde a primeira edição do Atlas. O estudo anterior apontava as Regiões Metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro como uma das mais vulneráveis a possíveis crises hídricas, o que se confirmou em 2014 e 2015, quando os principais sistemas produtores de água dessas regiões (Cantareira e Paraíba do Sul) operaram com regras especiais e chegaram a usar suas reservas estratégicas (volume morto). A versão 2018 do Atlas traz o conceito de segurança hídrica para o diagnóstico da situação atual, o planejamento e a indicação das medidas estruturantes e de gestão aos municípios, compartilhadas no caso de mananciais e sistemas de produção de água que atendem de forma integrada população superior a 250 mil habitantes. A ANA avaliará o monitoramento quali-quantitativo existente dos mananciais e dos sistemas de produção de água com a proposição de adequações da rede de monitoramento e ações institucionais que permitam o acompanhamento sistemático da situação da oferta de água das sedes municipais abastecidas por corpos d’água de domínio da União ou cujos sistemas atendam população superior a 250 mil habitantes. O contrato do serviço de atualização do Atlas, com as empresas consorciadas Engecorps Engenharia S.A, TPF engenharia Ltda e Profill Engenharia e Ambiente, tem prazo de 24 meses de execução. app Lançado em junho deste ano, o app Água e Esgoto desenvolvido pela ANA apresenta dados municipais das populações atendidas com coleta e tratamento de esgotos, somente com coleta, sem nenhum dos dois serviços e por fossas sépticas, além da carga de esgotos gerada e a remanescente após o tratamento. O app também fornece informações sobre os sistemas produtores de água e dos mananciais que abastecem cada cidade brasileira. Além disso, a ferramenta mostra qual é a capacidade de diluição do principal corpo d’água receptor de esgotos daquele município e o desenho do sistema atual de coleta e tratamento de esgotos da localidade, além das alternativas técnicas e investimentos necessários para assegurar a adequada coleta e tratamento de esgotos em cada município até 2035. O aplicativo consolida informações do Brasil inteiro produzido nos estudos Atlas Esgoto (lançado em 2017) e Atlas Abastecimento Urbano de Águas (lançado em 2011) e suas informações serão atualizadas à medida que novos levantamentos sejam concluídos. O app oferece ainda o nível de armazenamento de cerca de 500 reservatórios que a ANA monitora no Nordeste.

27 de agosto, 2018
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RECURSOS HÍDRICOS
ANA lança especial do ‘Balanço das Águas’

A Agência Nacional das Águas (ANA) lançou edição especial da publicação anual ‘Balanço das Águas’ que apresenta as principais ações da instituição no ano anterior. O conteúdo está disponível no site http://balancodasaguas.ana.gov.br/ . Esta edição especial é voltada a apresentar a missão e as realizações da Agência a uma nova audiência, alcançada graças à realização do 8ª Fórum Mundial da Água, realizado entre 17 e 23 de março, em Brasília. Com o documento, a ANA pretende alcançar públicos nacional e internacional sobre a atuação da autarquia, a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e gestão das águas brasileiras. Com palestras, debates, exposições, boas práticas e eventos educativos e culturais; as atividades do 8º Fórum alcançaram mais de 120 mil pessoas, entre especialistas, gestores públicos, representantes de setores produtivos, crianças e professores, além de profissionais da Imprensa, que divulgaram o evento e os temas ali discutidos a um público ainda maior, no Brasil e no exterior. A nova edição do ‘Balanço das Águas’ traz para o público mais informações sobre a Lei das Águas (Lei nº 9.433/97), que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e completa 21 anos de existência. O leitor poderá se informar também sobre os avanços e conquistas na gestão dos recursos hídricos no Brasil, além de compreender a importância desta lei, que tem em si o princípio da gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos. O ‘Balanço das Águas’ tem ainda dados dos principais programas, ações e produtos desenvolvidos pela ANA. A primeira edição foi publicada em 2001, seguida por outras quatro edições correspondentes em 2012, 2013/2014, 2014/2015 e 2015/2016.

8 de junho, 2018
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TECNOLOGIA
Aplicativo sobre situação dos reservatórios

A Sabesp lançou aplicativo para informar à população sobre a situação dos mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O app Sabesp Mananciais RMSP pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais Play Store (Android) e App Store (iOS) por usuários de tablets e celulares. A ferramenta permite que qualquer morador da Grande São Paulo tenha acesso às informações dos sistemas Cantareira, Alto Tietê, Guarapiranga, Rio Claro, Rio Grande e Cotia, assim como acontece no site da Sabesp desde 2003. O conteúdo é atualizado diariamente às 9h. A primeira página do app traz dados sobre o volume armazenado nas represas do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), bem como o de cada manancial. A ferramenta também ajuda a verificar o volume de chuva que cada manancial recebeu no dia anterior, além de consultar o volume de dias anteriores. Ainda na tela principal há ícones direcionando para um gráfico comparativo dos reservatórios nos últimos cinco anos e uma página de ajuda, que funciona como um glossário com a explicação dos símbolos e termos utilizados na exibição dos dados. Clicando sobre cada manancial, o visitante terá acesso a informações como o volume de água armazenada, o nível percentual das represas, a variação diária e os índices de pluviometria (chuva no dia anterior, volume acumulado no mês e média histórica para o período). Também há uma página com dados históricos e características de todos os sistemas produtores e outro ícone que exibe um gráfico comparativo do nível dos reservatórios mês a mês nos últimos cinco anos.

9 de novembro, 2017