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RIO DE JANEIRO

Cunhambebe ganha sede própria e prevê dobrar visitas

O governador Luiz Fernando Pezão e o secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, inauguraram dia 13 de novembro, a sede própria do Parque Estadual Cunhambebe (PEC), em Mangaratiba. Com 1,5 mil metros quadrados, a sede conta com centro de visitantes com auditório e utiliza modernos critérios de construção sustentável, como energia solar para aquecimento de água, reuso de águas pluviais, telhado verde e madeira certificada. Segundo estimativas do Inea, o Parque recebe aproximadamente 18 mil visitantes por ano (dados de 2013). A expectativa é que com as obras de melhoria este número venha a dobrar. O complexo administrativo inclui alojamento para o contingente de cerca de 20 guarda-parques que atuam na unidade, além de acomodações para pesquisadores. O investimento totalizou R$ 4,8 milhões, incluindo aquisição de mobiliário, equipamento e veículos. O Parque Estadual Cunhambebe abrange parte do município de Mangaratiba, Angra dos Reis, Rio Claro e Itaguaí e protege área de mananciais, como, por exemplo, as nascentes da microbacia do Rio das Pedras, em Rio Claro. Com área de 38 mil hectares, o PEC foi criado em 2008 e tornou-se um importante polo turístico da Costa Verde. Entre suas atrações estão o Pico do Sinfrônio, com 1,5 mil metros, em Angra dos Reis, e o das Três Orelhas (1,1 mil metros), em Mangaratiba, além da Pedra da Conquista. As cachoeiras, como a do Véu da Noiva, e o sítio histórico da Estrada Imperial também atraem muitos turistas. A construção da sede é apenas uma das medidas para consolidação da unidade, como a elaboração do plano de manejo; instalação de placas de sinalização e a capacitação da comunidade do entorno para atividades turísticas de base comunitária. Dentro do programa de regularização fundiária, foram desapropriados 1,7 mil hectares de áreas particulares situadas dentro dos limites do parque. A Área de Proteção Ambiental (APA) de Mangaratiba também terá sua sede funcionando no novo complexo administrativo.

O governador Luiz Fernando Pezão e o secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, inauguraram dia 13 de novembro, a sede própria do Parque Estadual Cunhambebe (PEC), em Mangaratiba. Com 1,5 mil metros quadrados, a sede conta com centro de visitantes com auditório e utiliza modernos critérios de construção sustentável, como energia solar para aquecimento de água, reuso de águas pluviais, telhado verde e madeira certificada.

Segundo estimativas do Inea, o Parque recebe aproximadamente 18 mil visitantes por ano (dados de 2013). A expectativa é que com as obras de melhoria este número venha a dobrar. O complexo administrativo inclui alojamento para o contingente de cerca de 20 guarda-parques que atuam na unidade, além de acomodações para pesquisadores. O investimento totalizou R$ 4,8 milhões, incluindo aquisição de mobiliário, equipamento e veículos.

O Parque Estadual Cunhambebe abrange parte do município de Mangaratiba, Angra dos Reis, Rio Claro e Itaguaí e protege área de mananciais, como, por exemplo, as nascentes da microbacia do Rio das Pedras, em Rio Claro. Com área de 38 mil hectares, o PEC foi criado em 2008 e tornou-se um importante polo turístico da Costa Verde. Entre suas atrações estão o Pico do Sinfrônio, com 1,5 mil metros, em Angra dos Reis, e o das Três Orelhas (1,1 mil metros), em Mangaratiba, além da Pedra da Conquista. As cachoeiras, como a do Véu da Noiva, e o sítio histórico da Estrada Imperial também atraem muitos turistas.

A construção da sede é apenas uma das medidas para consolidação da unidade, como a elaboração do plano de manejo; instalação de placas de sinalização e a capacitação da comunidade do entorno para atividades turísticas de base comunitária. Dentro do programa de regularização fundiária, foram desapropriados 1,7 mil hectares de áreas particulares situadas dentro dos limites do parque. A Área de Proteção Ambiental (APA) de Mangaratiba também terá sua sede funcionando no novo complexo administrativo.

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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
RJ aprova programa estadual

O Conselho Estadual de Meio Ambiente do Rio de janeiro aprovou, no final de julho, o Programa Estadual de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro. O projeto foi iniciado em 2009 e concluído neste ano, após trabalho realizado por equipes das Secretarias de Estado do Ambiente e de Educação, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), REARJ, Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e representantes da sociedade civil. O documento foi elaborado a partir de um amplo debate com educadores de escolas estaduais, municiais e da rede privada e representantes da sociedade civil, que se reuniram em oito encontros regionais. Os princípios, as diretrizes e os objetivos que constam no Programa Estadual de Educação Ambiental irão direcionar as atividades pedagógicas, práticas e teóricas, além de serviços, ações e atividades de educação ambiental no estado fluminense. “Foi uma grande vitória a aprovação do Programa Estadual de educação ambiental, dando continuidade a uma política pública iniciada em 2009”, afirmou a Gerente de Educação Ambiental do Instituto Estadual do Ambiente, Ângela Canal. O Programa Estadual de Educação Ambiental respeita e valoriza a diversidade e todas as formas de vida. Para que o programa permaneça e tenha continuidade, no texto está prevista a transversalidade do assunto, uma vez que para as equipes que elaboraram o documento a Educação Ambiental deve estar nas escolas.

7 de agosto, 2018
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FAUNA
Inea identifica mais de 100 aves endêmicas

Um estudo do Inea realizado entre os dias 07 e 09 de março, no parque Estadual do Desengano, identificou mais de 100 espécies endêmicas de aves da Mata Atlântica. A ação de monitoramento realizada na área conhecida como Morumbeca dos Marreiros, no município de Santa Maria Madalena, região Norte Fluminense, teve como objetivo a proteção da biodiversidade local e abrangeu sete km de trilhas percorridas. O secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, destacou o trabalho realizado pelos guarda-parques na área de conservação estadual. “O monitoramento de trilhas é fundamental para estarmos atentos à preservação da fauna e flora local, inibindo atividades ilegais, como a caça, e estimulando o ecoturismo na região”, disse o secretário. Com 1.761 metros de altitude, a Pedra do Desengano foi um dos locais estratégicos para a observação de exemplares da fauna e flora. Os agentes percorreram quase quatro quilômetros de trilhas até alcançar o cume da Pedra, de onde puderam constatar a permanência de plantas endêmicas e observar a presença de espécies típicas da fauna local. Os agentes encontraram espécies como o cateto (Tayassu tajacu), porco-do-mato, ameaçado de extinção no Estado do Rio. Entretanto, o foco principal era a identificação de aves, devido à facilidade de se adequarem às mudanças de ambiente. Durante o trajeto percorrido na mata, os agentes ambientais ainda flagraram um girau, artifício utilizado por caçadores para prática ilícita de abate de animais com armas de fogo. Com 22.400 mil hectares, o Parque do Desengano é a mais antiga unidade de conservação estadual, cobrindo áreas de Mata Atlântica dos municípios de Santa Maria Madalena, São Fidélis e Campos dos Goytacazes, na região Norte Fluminense.

16 de março, 2016
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MINAS GERAIS
Ministra visita locais atingidos por acidente com barragem

Nesta quinta-feira, 12 de novembro, a Ministra do meio Ambiente, Izabella Teixeira, visita o município de Mariana (MG) para uma vistoria nos locais atingidos pelo rompimento das barragens de rejeitos da Samarco. Izabella classificou o acidente como “catástrofe ambiental” e não descartou a possibilidade de punição da empresa pelos danos à biodiversidade. O assunto foi abordado nesta quarta-feira (11/11) na abertura da 120ª. Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), realizada em Brasília. Segundo relatório do Ibama, cerca de 50 milhões de m³ de lama foram despejados. A ministra lembrou que a responsabilidade ambiental é da Samarco, e que Governo e Prefeitura estudam as providências cabíveis contra a empresa. Durante a reunião do Conama, a ministra fez um balanço das medidas tomadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) até agora. Enfatizou que o trabalho começou imediatamente após o início da crise. “A ação mais imediata é a preservação da vida das pessoas que estão sendo atingidas”, afirmou. “O MMA está trabalhando, juntamente com todos os órgãos federais, sob a coordenação da Defesa Civil e do Ministério da Integração”, destacou. ”Desde o início colocamos à disposição do governo estadual toda a estrutural ambiental federal. Assim que a tragédia começou, o Ibama deslocou equipes e um helicóptero para auxiliar no resgate das vítimas e prestar assistência aos atingidos”. O Presidente da ANA, Vicente Andreu, e a Presidente do Ibama, Marilene Ramos, estão sobrevoando o local para trazer novas informações sobre a situação. “Com esses dados, faremos uma reunião com os governadores de Minas Gerais e do Espírito Santo para avaliação dos impactos e traçar novas estratégias”, informou. A avaliação sobre os impactos ambientais, a ministra comentou que só poderá ser feita após a estabilidade da lama e liberação da Defesa Civil. “Essa avaliação exige pesquisa de campo. Tão logo a Defesa Civil autorize, será feita”. “O momento agora é de apoiarmos a população e mitigamos os efeitos do acidente para assegurar o abastecimento de água para a população local”. Segundo Izabella, a linha de atuação inclui, também, avaliação dos instrumentos, principalmente no que diz respeito a licenciamentos, que são de responsabilidade estadual e a prevenção. Além das questões legais e punição de responsabilização da empresa. A ministra lembrou que a segurança das barragens de rejeitos minerais é competência do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e o licenciamento e controle do ponto de vista ambiental de responsabilidade do Estado. “É preciso que se avalie com cuidado o tratamento dado à questão ambiental nas discussões do projeto do novo Código de Mineração”, afirmou. Ela salientou que, além da mitigação e redução dos impactos da catástrofe mineira, “é preciso pensar no futuro, pois ainda há setecentas barragens de rejeitos em atividade”. O Conama vai criar uma comissão para acompanhar o debate sobre o assunto e avaliar a necessidade de aperfeiçoamento dos instrumentos legais, face aos desafios ambientais de uma atividade com alto impacto como é a mineração. O subsecretário de Regularização Ambiental Integrada do governo de Minas, Geraldo Vitor de Abreu, afirmou que o foco da atuação estadual está na segurança das pessoas e na busca por pessoas desaparecidas. “Tão logo a Defesa Civil libere, faremos análises dos impactos ambientais, da ictiofauna, da fauna, e estudos para descobrir as razões dessa catástrofe. Qualquer afirmação agora é prematura, já que as auditorias anteriores realizadas na barragem não mostram fissuras”, assegurou. Segundo ele, estão sendo feitas análises constantes do material, e os dados indicam que a lama é composta basicamente de minério e areia, material inerte, e que a princípio não contém elementos químicos.

12 de novembro, 2015
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MEIO AMBIENTE
Consulta pública para criação de Floresta no RJ

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) do Rio de Janeiro realizará, em 21 de outubro, Consulta Pública para a criação da Floresta Estadual José Zago (FLOE José Zago) no município de Trajano de Moraes, na região serrana do Rio. Está será a primeira unidade de conservação deste tipo a ser criada pelo Governo estadual e vai ocupar a área do atual Horto Florestal de Trajano de Moraes. De acordo com a legislação ambiental, a Floresta Estadual é uma unidade de conservação de uso sustentável, com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas, que tem como objetivo básico o uso múltiplo dos recursos florestais, com ênfase em métodos de exploração de florestas nativas baseados em critérios de sustentabilidade, e a pesquisa científica. A FLOE José Zago tem como objetivo unir as atividades que já ocorrem no Horto (conservação da biodiversidade, restauração florestal, produção de mudas, pesquisa científica, educação ambiental e lazer) a um manejo florestal sustentável planejado, à exploração do potencial da área como unidade produtora de sementes de espécies florestais nativas e ao desenvolvimento do turismo. A FLOE José Zago homenageia o ex-chefe do Horto Florestal, atualmente aposentado. Zago começou a trabalhar no Horto em 1977 e onze anos mais tarde assumiu a chefia do local até sua aposentadoria, em 2008. Durante sua gestão, além de um importante trabalho de reflorestamento, também foram realizadas várias obras de melhoria que transformaram o Horto num dos mais produtivos do estado.

15 de outubro, 2015