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TURISMO ECOLÓGICO

Data alerta para preservação e práticas mais sustentáveis

Data alerta para preservação e práticas mais sustentáveis

No dia 1 de março, o Dia Nacional do Turismo Ecológico ressalta a conscientização sobre os impactos ambientais do turismo convencional e a urgência de adotar práticas mais sustentáveis.

Criado em 2008 e comemorado no dia 1º de março, o Dia Nacional do Turismo Ecológico é uma data importante para a conscientização sobre os impactos ambientais do turismo convencional e a urgência de adotar práticas mais sustentáveis. A criação da data teve como objetivo promover a preservação do patrimônio natural e cultural, incentivar a disseminação do ecoturismo e estimular uma mudança no comportamento de turistas e comunidades em relação ao meio ambiente. De acordo com o portal The World Counts, que monitora dados globais, mais de 116 milhões de turistas viajaram apenas neste ano de 2025, o que demonstra o aumento da demanda de lazer mundial e os possíveis efeitos negativos como a destruição de habitats naturais e a sobrecarga dos corpos hídricos, que se tornam cada vez mais evidentes no meio ambiente.

A escassez de recursos naturais, a poluição e a degradação dos ecossistemas são apenas alguns dos desafios enfrentados por esses destinos turísticos. Locais como Machu Picchu, no Peru, e Mallorca, na Espanha, são exemplos que regiões que mudaram suas regras de visitação com o intuito de preservar seus patrimônios, que estão ameaçados por conta do alto número de visitantes.

Nesse contexto, o saneamento básico é fundamental, pois ajuda na gestão correta dos resíduos e na prevenção da poluição para garantir que as áreas visitadas permaneçam em condições saudáveis. Um sistema de esgoto eficiente é crucial para evitar a contaminação de fontes de água e o agravamento de doenças. Além disso, um sistema de esgotamento eficiente contribui diretamente para a qualidade de vida das comunidades locais e para a criação de um ambiente seguro e agradável para os turistas. No ecoturismo, isso é ainda mais importante, pois protege o delicado equilíbrio entre as atividades humanas e a preservação ambiental. "Com o saneamento básico, a conservação desses espaços de lazer, que representam o encontro da natureza com a humanidade, torna-se essencial. Se todos fizermos a nossa parte, garantimos que as gerações futuras possam usufruir deles também", conclui Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento.

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Artigo por Renata Ross Por Renata Ross * Dia 22 de março é celebrado o Dia Mundial da Água. Essa data foi estabelecida em 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para selar um acordo com os países e chamar a atenção de governos, empresas, organizações não governamentais e todos os setores da sociedade, a fim de promover a conscientização pública sobre a importância da preservação e do desenvolvimento dos recursos hídricos e da implementação das recomendações propostas pela Agenda 21. Segundo dados da ONU, o Brasil é o país detentor da maior disponibilidade hídrica do planeta, com cerca de 12% do deflúvio médio mundial. Além disso, recentemente foi registrado um aumento de 109% no volume de água que pode ser convertida em energia nos reservatórios das hidrelétricas de todo o país, como revela os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), divulgados no início do ano. Portanto, apesar das chuvas terem melhorado o nível dos reservatórios e dado um alento aos sistemas hídricos, a quantidade de lixo encontrada nos rios é grande e tem preocupado especialistas ambientais por colocar em risco a biodiversidade marinha. De acordo com o programa do Governo Federal chamado Rios + Limpos, em setembro do ano passado foi realizada uma ação, com 130 voluntários, onde foram retiradas toneladas de lixo ao longo da bacia do Pantanal. Além da poluição da água doce, a correnteza acaba levando o lixo diretamente para o mar, afetando também a vida marinha. Pesquisa realizada pela World Wide Fund for Nature ou Fundo Mundial para a Natureza (WWF), destacada pelo Atlas do Plástico, revela que o Brasil é responsável por despejar de 70 a 190 mil toneladas de resíduos plásticos nos oceanos todos os anos e, apesar de ter instituído a Política Nacional de Resíduos Sólidos em 2010, quase nenhum dos objetivos de reciclagem foi atingido dentro das metas estipuladas. Os dados apontam que nunca foi tão urgente a necessidade de repensarmos a ideia do lixo e diminuir a pegada ambiental que deixamos no meio ambiente. É mais do que necessário que a humanidade repense os padrões de consumo praticados atualmente, dando preferência a produtos e serviços de empresas que já tenham incorporado uma agenda sustentável em seu modelo de negócios, seja reduzindo o uso de recursos naturais, eliminando componentes tóxicos em sua produção, criando linhas de produtos recicláveis e reciclados ou mesmo trabalhando com embalagens retornáveis. Ninguém é tão pequeno que não possa fazer a diferença. É importante focar nas ações diárias, e muitas delas são simples, mas que no final do dia geram grande impacto. Problemáticas muito grandiosas costumam nos paralisar. Por outro lado, quando medidas que estão ao nosso alcance são apresentadas, as chances de adesão por grande parte da população são maiores e isso faz com que os efeitos em larga escala se tornem grandiosos. * Renata Ross é gestora de Marketing e Relacionamento na TerraCycle

22 de março, 2022
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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020