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AGRICULTURA SUSTENTÁVEL

Ducoco recebe certificação RainForest

A Ducoco, empresa do setor de alimentos e bebidas derivados do coco, acaba de receber o selo RainForest de agricultura sustentável. “A certificação recebida premia um trabalho que vem sendo feito desde 2013, quando a Ducoco passou a seguir rigorosamente todas as diretrizes RainForest em suas unidades. Para nós é de extrema importância atestar que nosso produto é proveniente das melhores práticas agrícolas e conserva os recursos naturais, além de garantir a segurança e bem-estar dos nossos funcionários”, explica Gilberto Mendonça Lima, Diretor Agrícola da Ducoco. A certificação do selo é renovada anualmente através de inspeções realizadas nas fazendas. Além do RainForest, a Ducoco possui certificações também da FDA (Food and Drugs Administration), dos EUA, e as ISO 14001, ISO 9001, IS0 22.000, FSSC 22.000 e o selo Kosher. O Rainforest Alliance Certified atesta que a empresa segue os pré-requisitos para promoção e incentivo do manjo florestal e agrícola. Todas as sete fazendas da Ducoco, localizadas em Itarema, Itapipoca e Camocim (CE), além das linhas de produção fabril, são certificadas. Recentemente, um fundo administrado pela BRZ Investimentos realizou aportes de R$ 85 milhões para o crescimento de uma fazenda orgânica da Ducoco.

A Ducoco, empresa do setor de alimentos e bebidas derivados do coco, acaba de receber o selo RainForest de agricultura sustentável. “A certificação recebida premia um trabalho que vem sendo feito desde 2013, quando a Ducoco passou a seguir rigorosamente todas as diretrizes RainForest em suas unidades. Para nós é de extrema importância atestar que nosso produto é proveniente das melhores práticas agrícolas e conserva os recursos naturais, além de garantir a segurança e bem-estar dos nossos funcionários”, explica Gilberto Mendonça Lima, Diretor Agrícola da Ducoco.
 
A certificação do selo é renovada anualmente através de inspeções realizadas nas fazendas. Além do RainForest, a Ducoco possui certificações também da FDA (Food and Drugs Administration), dos EUA, e as ISO 14001, ISO 9001, IS0 22.000, FSSC 22.000 e o selo Kosher.
 
O Rainforest Alliance Certified atesta que a empresa segue os pré-requisitos para promoção e incentivo do manjo florestal e agrícola. Todas as sete fazendas da Ducoco, localizadas em Itarema, Itapipoca e Camocim (CE), além das linhas de produção fabril, são certificadas. Recentemente, um fundo administrado pela BRZ Investimentos realizou aportes de R$ 85 milhões para o crescimento de uma fazenda orgânica da Ducoco.

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SELO VERDE
Mina Tucano recebe certificado

O Governo do Amapá concedeu à Mina Tucano o Selo Sustentabilidade, do Programa Tesouro Verde, pelas boas práticas socioambientais e de gestão em seu projeto de ouro, que fica a 200 km da capital Macapá (AP). O selo é entregue a empresas, indústrias e comércios. O programa tem visibilidade internacional, por estar alinhado com a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Acordo de Paris, implantado como uma forma de transformar o Amapá em um símbolo de economia sustentável da Amazônia. “Somos uma empresa ambientalmente responsável, seguindo as melhores práticas em preservação de florestas naturais, emissão de carbono, manutenção da fauna e da flora, gestão de recursos hídricos, entre outras ações. Integrar o Tesouro Verde é uma honra e uma confirmação de que nosso trabalho tem gerado importantes resultados para o meio ambiente e a sociedade como um todo”, diz Fabio Marques, Diretor de Operações da Mina Tucano. Pâmela Pádua, Diretora Institucional da BMV, instituição que faz a gestão do programa Tesouro Verde, afirma que “a Mina Tucano investiu na proteção de florestas nativas públicas e privadas e apoia o desenvolvimento de comunidades no Estado do Amapá, estando em conformidade com as diretrizes internacionais de sustentabilidade e governança socioambiental”. As empresas ainda recebem receita pelos serviços de conservação dos parques, por meio dos Créditos de Floresta de sua titularidade. Cada uma delas adquire estes créditos de áreas privadas para cumprir sua “pegada ambiental”, que leva em consideração critérios como: geração de resíduos, consumo de combustível e de energias. O processo está disponível em plataforma eletrônica online, acessível a todos pelo link www.plataformatesouroverde.com.br , com sistema seguro e transparente de certificação com registro em blockchain. “Esse é um reconhecimento do trabalho que já vínhamos realizando na implantação do projeto, e será o primeiro passo para adquirir outras certificações”, conclui Raimundo Rocha, Coordenador de Meio Ambiente.

3 de agosto, 2020
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MANEJO FLORESTAL
FSC iniciará projeto piloto na Amazônia

a serem testadas, por exemplo, estão previstos o uso de evidências verbais e não apenas documentais, sinergia com ações e monitoramentos externos e participação mais ativa de comO Forest Stewardship Council (FSC) iniciará com um projeto-piloto na Amazônia testes com novas abordagens para seu processo de auditoria e análise de conformidades para manejo florestal comunitário. "Existe uma demanda por uma solução alternativa que aproveite a bagagem acumulada e as lições aprendidas pelo FSC nesses 25 anos e, ao mesmo tempo, permita que o sistema seja simplificado e ampliado, gerando benefícios para as pessoas e as florestas", diz Aline Tristão, diretora-executiva do FSC Brasil. O projeto começou em março e é voltado especialmente para as necessidades de comunidades e povos tradicionais indígenas para protegerem e desenvolverem seus territórios de maneira sustentável. O FSC pretende adaptar a abordagem de auditoria e os meios de verificação dos requisitos de certificação. Entre as propostas a serem testadas, por exemplo, estão previstos o uso de evidências verbais e não apenas documentais, sinergia com ações e monitoramentos externos e participação mais ativa de comunitários nas equipes de auditoria. Quando uma comunidade conquista o selo FSC acaba gerando um grande valor compartilhado, pois povos tradicionais e indígenas são os principais guardiões das florestas brasileiras e precisam assimilar e aplicar as tecnologias sociais que os ajudam nessa missão. Essa nova abordagem pode melhorar o impacto do FSC em diversos aspectos, como: aumento de áreas certificadas, conservação de florestas tropicais, redução de desmatamento e degradação, contribuição para a redução da pobreza e geração de outros benefícios sociais para populações que dependem das florestas. Um estudo encomendado pelo FSC, para o Instituto Terroá, indica o potencial de certificação de pelo menos 8.730.750 hectares aqui no Brasil. A certificação florestal é uma ferramenta importante de proteção de comunidades e povos tradicionais indígenas e está totalmente alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e o Plano Estratégico Global do FSC. O projeto de reestruturação do procedimento de auditoria para pequenos produtores é coordenado pelo FSC Brasil, com apoio do FSC Internacional, e realizado pelo Instituto Terroá. Dentre as principais atividades estão reuniões bilaterais e workshops com partes envolvidas e interessadas na certificação FSC, além do teste de campo a ser realizado no início de 2021.unitários nas equipes de auditoria. Quando uma comunidade conquista o selo FSC acaba gerando um grande valor compartilhado, pois povos tradicionais e indígenas são os principais guardiões das florestas brasileiras e precisam assimilar e aplicar as tecnologias sociais que os ajudam nessa missão. Essa nova abordagem pode melhorar o impacto do FSC em diversos aspectos, como: aumento de áreas certificadas, conservação de florestas tropicais, redução de desmatamento e degradação, contribuição para a redução da pobreza e geração de outros benefícios sociais para populações que dependem das florestas. Um estudo encomendado pelo FSC, para o Instituto Terroá, indica o potencial de certificação de pelo menos 8.730.750 hectares aqui no Brasil. A certificação florestal é uma ferramenta importante de proteção de comunidades e povos tradicionais indígenas e está totalmente alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e o Plano Estratégico Global do FSC. O projeto de reestruturação do procedimento de auditoria para pequenos produtores é coordenado pelo FSC Brasil, com apoio do FSC Internacional, e realizado pelo Instituto Terroá. Dentre as principais atividades estão reuniões bilaterais e workshops com partes envolvidas e interessadas na certificação FSC, além do teste de campo a ser realizado no início de 2021.

22 de junho, 2020
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AUDITORIA
Sabesp conquista Quality Assessment

A auditoria interna da Sabesp conquistou recentemente a certificação Quality Assessment , concedida pelo The Institute of Internal Auditors, o que comprova sua capacidade de trazer maior segurança à administração por meio de avaliações previstas em exigências legais e normativas. A companhia é a primeira sociedade de economia mista e empresa do setor de saneamento a obter essa certificação no Brasil. Para conquistar a QA, a empresa deve seguir as normas previstas no IPPF (International Professional Practices Framework), sigla em inglês para Estrutura Internacional de Práticas Profissionais. De acordo com a Sabesp, para a obtenção do selo a companhia atualizou seus procedimentos e aperfeiçoou os processos internos. O acompanhamento dos planos de ações, que já era informado ao Comitê de Auditoria a cada três meses, passou a ser reportado também às diretorias. As ações seguem a exigência de maior nível de controle das organizações previstas na Lei Anticorrupção e na Lei das Estatais – “isso inclui uma auditoria interna bem estruturada para avaliar a eficácia dos controles internos, a efetividade dos processos de governança e de gestão de risco e confiabilidade das demonstrações financeiras”, afirma Marcelo Fridori, superintendente de Auditoria da Sabesp. A Auditoria Interna da Sabesp é composta por 31 membros, que se dividem em quatro áreas de acompanhamento: TI, Operacional, Financeira e de Engenharia. Já o Comitê de Auditoria é formado por três conselheiros de administração independentes e com conhecimento em matéria contábil e financeira.

24 de fevereiro, 2017
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PRÊMIO
SOMAR é bicampeã do troféu Chico Mendes

A SOMAR – Sociedade Mineradora recebeu pelo segundo ano consecutivo o Prêmio e o Selo Verde Chico Mendes de Responsabilidade Socioambiental em cerimônia na cidade de São Paulo. Entre os destaques da SOMAR está a conquista das certificações nacionais e internacionais ISO 14001, selo de comprometimento com o meio ambiente ainda raro na mineração, e a ISO 9001, ambas conferidas pelo INMETRO e pela UKAS (United Kingdom Accreditation Service). “Pelo simbolismo e seriedade, o prêmio é uma homenagem muito importante para nós e para a mineração. O Brasil avançou e precisa avançar muito mais na geração de riquezas com responsabilidade socioambiental. A SOMAR está colhendo os frutos de uma cultura forte focada em pesquisas e programas que geram qualidade em todas as áreas da atividade”, diz Veronica Della Mea, Diretora Executiva, acompanhada no evento pela Engenheira Ambiental da empresa, Fernanda de Souza Silva. A entrega dos troféus foi precedida pelo 3º Fórum Empresarial Chico Mendes de Sustentabilidade, que reuniu empresários, especialistas e representantes de instituições públicas e privadas em torno da discussão sobre o uso racional dos recursos hídricos e de boas práticas socioambientais relacionadas com o tema. O evento teve apoio da Itaipu Binacional, São Cristovão Saúde e Dy Power. A SOMAR recebeu o troféu e Selo Verde ao lado de empresas como o Grupo Visafértil, Instituto Jogue Limpo, Energisa, Lojas Americanas, Minas Arena Gestão de Arenas Esportivas, Minerva Foods, Alumar/Alcooa e Ortox S/A. As empresas são premiadas pelo PROCERT – Programa de Certificação pela Responsabilidade Socioambiental.

8 de dezembro, 2015