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ESG

Ecolab vai usar Métricas de Capitalismo Responsável

A Ecolab comprometeu-se a utilizar as Métricas do Capitalismo Responsável (ou de Partes Interessadas), divulgadas pelo Fórum Econômico Mundial e seu Conselho Internacional de Negócios, para melhorar ainda mais o seu desempenho ambiental, social e de governança (ESG). As Métricas do Capitalismo Responsável são um conjunto de 21 indicadores, projetados para serem incluídos nas atualizações financeiras regulares, que dirão aos investidores, acionistas, consumidores e funcionários como uma empresa está se saindo em questões como mudanças climáticas, biodiversidade, diversidade no local de trabalho e boa governança. “Para que os negócios tenham sucesso a longo prazo, além de gerar valor econômico, precisamos focar, simultaneamente, no bem-estar de nossas pessoas, na saúde de nossas comunidades, no meio ambiente e no uso dos recursos naturais”, explica o CEO da Ecolab, Christophe Beck. O executivo é um dos 61 líderes de negócios a se comprometerem com as métricas. “Nós nos esforçamos para sermos líderes nessas áreas, e as Métricas do Capitalismo Responsável fortalecerão ainda mais o ESG, o desenvolvimento de melhores práticas, a tomada de decisão com responsabilidade, além de impulsionar um maior impacto para o benefício de todos”. O Fórum Econômico Mundial, em colaboração com o Bank of America, Deloitte, EY, KPMG e PwC, fez a curadoria das 21 métricas principais e 34 expandidas, nos últimos dois anos, com o apoio de mais de 140 partes interessadas. As métricas foram construídas em torno dos padrões existentes e são apoiadas por várias organizações líderes de relatórios ESG, como uma forma consistente de ajudar a monitorar o progresso em sustentabilidade e aumentar a transparência e responsabilidade pelo valor compartilhado, e sustentável, que as empresas criam. As métricas incluem divulgações não financeiras, como as emissões de gases de efeito estufa, igualdade salarial, diversidade do conselho, entre outras. “O Capitalismo Responsável (ou das Partes Interessadas) se tornou realmente popular”, disse Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do Fórum Econômico Mundial. “Os compromissos públicos das empresas, em relatar não apenas questões financeiras, mas também seus impactos ESG são um passo importante para uma economia global que trabalha para o progresso, para as pessoas e para o planeta”. Para obter mais informações sobre as Métricas do Capitalismo Responsável (ou das Partes Interessadas) do Fórum Econômico Mundial, visite www.weforum.org/stakeholdercapitalism .

A Ecolab comprometeu-se a utilizar as Métricas do Capitalismo Responsável (ou de Partes Interessadas), divulgadas pelo Fórum Econômico Mundial e seu Conselho Internacional de Negócios, para melhorar ainda mais o seu desempenho ambiental, social e de governança (ESG). As Métricas do Capitalismo Responsável são um conjunto de 21 indicadores, projetados para serem incluídos nas atualizações financeiras regulares, que dirão aos investidores, acionistas, consumidores e funcionários como uma empresa está se saindo em questões como mudanças climáticas, biodiversidade, diversidade no local de trabalho e boa governança. “Para que os negócios tenham sucesso a longo prazo, além de gerar valor econômico, precisamos focar, simultaneamente, no bem-estar de nossas pessoas, na saúde de nossas comunidades, no meio ambiente e no uso dos recursos naturais”, explica o CEO da Ecolab, Christophe Beck. 

O executivo é um dos 61 líderes de negócios a se comprometerem com as métricas. “Nós nos esforçamos para sermos líderes nessas áreas, e as Métricas do Capitalismo Responsável fortalecerão ainda mais o ESG, o desenvolvimento de melhores práticas, a tomada de decisão com responsabilidade, além de impulsionar um maior impacto para o benefício de todos”. 

O Fórum Econômico Mundial, em colaboração com o Bank of America, Deloitte, EY, KPMG e PwC, fez a curadoria das 21 métricas principais e 34 expandidas, nos últimos dois anos, com o apoio de mais de 140 partes interessadas. As métricas foram construídas em torno dos padrões existentes e são apoiadas por várias organizações líderes de relatórios ESG, como uma forma consistente de ajudar a monitorar o progresso em sustentabilidade e aumentar a transparência e responsabilidade pelo valor compartilhado, e sustentável, que as empresas criam. As métricas incluem divulgações não financeiras, como as emissões de gases de efeito estufa, igualdade salarial, diversidade do conselho, entre outras.

“O Capitalismo Responsável (ou das Partes Interessadas) se tornou realmente popular”, disse Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do Fórum Econômico Mundial. “Os compromissos públicos das empresas, em relatar não apenas questões financeiras, mas também seus impactos ESG são um passo importante para uma economia global que trabalha para o progresso, para as pessoas e para o planeta”. Para obter mais informações sobre as Métricas do Capitalismo Responsável (ou das Partes Interessadas) do Fórum Econômico Mundial, visite www.weforum.org/stakeholdercapitalism.

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ARTIGO
ESG ou Sustentabilidade Empresarial?

Por Marcus Nakagawa * Não sei se é a minha bolha nas redes sociais, mas muitos dos meus contatos estão postando e escrevendo sobre este tal de ESG. Muitas empresas estão indo atrás deste termo e meus alunos e alunas começam a se confundir com as várias siglas e conceitos. Será que isso tem a ver com a sustentabilidade? É um outro tema que conversa com o Desenvolvimento Sustentável? Já temos que ir atrás de um outro curso ou indicador? Bom, primeiro vamos explicar que ESG é a sigla para Environmental, Social & Governance, o que traduzido daria ASG: Ambiental, Social e Governança. Interessante que, se você coloca este termo nos buscadores resulta em um monte de empresas da área financeira, fundos e bancos colocando a importância das questões ambientais e sociais como riscos aos negócios. Este termo apareceu na publicação “Who Cares Wins”, de 2004, do Pacto Global da ONU junto com o Banco Mundial. No último Fórum Econômico Mundial, no começo do ano, as questões ambientais e a emergência climática eram os principais tópicos de riscos apresentados a longo prazo. E, logo depois, aconteceu a pandemia, que subtraiu valores da maior parte das empresas e governos devido à falta de cuidado com a gestão dos animais silvestres e à governança global. Klaus Schwab, fundador em 1971, do evento que tem o objetivo de discutir práticas de gestão global, colocou que as empresas precisam gerar valor para os acionistas e também para os outros stakeholders ou públicos de relacionamento. Vimos isso bastante em tempos de pandemia, empresas de bebidas fazendo álcool em gel, empresas de roupas fazendo máscaras e muitas empresas e pessoas físicas no país fazendo doações para as reais necessidades da população. A pergunta é se isso continuará na retomada da crise pós pandemia. Sobre gerar valor para os vários stakeholders, Porter e Kramer, em um artigo de uma década atrás, colocaram a necessidade de se criar valor compartilhado para além dos acionistas e clientes/consumidores, também para os fornecedores, comunidades, colaboradores, meio ambiente, entre outros. Ou seja, a empresa não é uma ilha isolada que fica somente produzindo e vendendo para bater a meta prometida aos acionistas. Neste processo haverá muitos outros movimentos que impactarão negativamente ou positivamente o entorno e as pessoas que estão em contato. E aí, sim, estamos falando dos stakeholders, que podem oferecer riscos de um acidente no trabalho, de uma poluição no ar ou rio, de um fornecedor que tem práticas não aderentes aos Direitos Humanos, ou um funcionário que dá comissão para um político. Estes riscos ambientais e sociais precisam ser medidos, avaliados, controlados e melhorados. Para isso existem as políticas, os procedimentos, as regras, os códigos de condutas, certificações e o compliance nas empresas. Para apoiar e operacionalizar tudo isso temos as áreas de sustentabilidade, de qualidade, de saúde e segurança, de meio ambiente, de auditoria, de ética e compliance, entre os vários nomes para estas áreas. E tudo isso precisa ser “orquestrado” pelo C-level (a liderança empresarial) na governança desta empresa. A forma que a empresa seguirá as “regras e leis” que ela colocou será fundamental para a gestão inclusiva e sustentável. Mas tudo isso vale a pena também financeiramente? Sim! É isso que fundos como o ISE da B3 tem mostrado nestes 15 anos, com uma rentabilidade maior do que os fundos tradicionais. E mais do que isso: já tirou desta carteira de empresas com ESG várias delas que, no meio do caminho, tiveram problemas ambientais, sociais e éticos, mesmo que fossem muito representativas no âmbito total do fundo. A empresa XP criou uma área específica para este tipo de investimento e os bancos tradicionais possuem fundos éticos, sociais e ambientais desde o começo desta década. O maior fundo de pensão do mundo, o Fundo de Investimento em Pensão do Governo do Japão, também anunciou, no meio da pandemia, que está priorizando investimentos ESG e está utilizando indicadores e análises de riscos relacionadas às mudanças climáticas e as oportunidades que este desafio possa criar. No começo do ano, a maior gestora de recursos do mundo, a BlackRock, também apresentou a importância que estava dando para as questões de ESG. E agora, no final de outubro, a empresa, junto com a XP, lançaram o BlackRock Global Impact, que é um fundo formado por empresas globais com produtos e serviços pautados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Ou seja, trabalhando com empresas que, efetivamente, estão buscando as melhorias necessárias no planeta e para as pessoas. Mas afinal, ESG é a mesma coisa que sustentabilidade? Sim, a ideia é a mesma. E muitos usam a mesma base de indicadores da área de sustentabilidade que estamos discutindo há mais de três décadas. Para corroborar ainda mais com esta semelhança entre os termos, o diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global, Carlo Pereira, coloca que o ESG é um olhar do setor financeiro sobre as questões de sustentabilidade, as quais discutimos ao longo deste artigo. Entretanto, muito cuidado para quem quer implementar o ESG, pois não basta criar um produto ou uma linha de produtos mais verdes, sustentáveis ou somente apoiar um projeto social. Estamos falando aqui de gestão, governança, controles e avaliações. E inserir as questões ambientais e sociais no cerne da estratégia dos negócios e em todos os processos. Quando o mercado financeiro tornar este termo um mainstream, ou seja, um padrão para todas as empresas e negócios, e não somente algumas carteiras e fundos, o desenvolvimento sustentável ganhará ainda mais força. * Marcus Nakagawa é Professor da ESPM; coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDS); idealizador e conselheiro da Abraps; e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida. Idealizador da plataforma Dias Mais Sustentáveis. Autor dos livros: Marketing para Ambientes Disruptivos; Administração por Competências; e 101 Dias com Ações Mais Sustentáveis para Mudar o Mundo (Prêmio Jabuti 2019).

7 de dezembro, 2020
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ÁGUA
O risco da escassez para os negócios

A escassez de água já está afetando a vida das corporações empresariais. De acordo com a Ecolab, muitas das companhias por ela atendidas já estão reconhecendo que a escassez de água representa um risco aos negócios. No entanto, boa parte dessas empresas enfrentam dificuldades em priorizar os investimentos na redução do uso de água. Somente quando a escassez começa a impactar a produção, colocando, de fato, em risco os negócios, as empresas começam a se conscientizar sobre a questão. Com o objetivo de auxiliar seus clientes a tomar decisões nesse sentido, a Ecolab, juntamente com a Trucost, lançaram um novo modelo de avaliação como parte da ferramenta Water Risk Monetizer. A ferramenta oferece a possibilidade de elas entenderem essa perda do ponto de vista de suas instalações. “O novo recurso de avaliação da receita a partir do modelo de risco compara a estimativa da quantidade de água necessária para uma instalação gerar receita levando em consideração a quantidade de água disponível. Se a instalação demandar um consumo maior de água do que a quantidade disponível, como determinado pelo modelo Trucost, então, parte da receita da empresa está em risco”, informa a Ecolab. A nova ferramenta foi apresentada por Jill Wyant, Vice-presidente executivo e presidente de Global Food & Beverage and Healthcare da Ecolab, no 2015 Consumer Goods Forum Global Summit , em junho, em Nova York (EUA). Desde então, a Ecolab tem compartilhado a novidade com clientes-chave, que têm aprovado a ideia. “Nossos clientes estão animados com o fato de a ferramenta Water Risk Monetizer estabelecer uma relação direta entre a escassez da água e os riscos gerados por ela na receita das empresas”, afirmou Emilio Tenuta, Vice-presidente da divisão Corporate Sustainability. “Com o crescimento da pressão das empresas em se desenvolver em áreas onde qualidade, disponibilidade, custo e regulamentação da água passam por mudanças constantes, nossa habilidade em ajudá-las a compreender os riscos relacionados com a água é mais valiosa do que nunca”. Maiores explicações sobre a ferramenta, que é gratuita, podem ser acessadas no site www.WaterRiskMonetizer.com . A Ecolab informa que “Todo o preenchimento de informações tem caráter absolutamente confidencial e nenhum dado pode ser compartilhado. Não é possível traçar quadros comparativos entre empresas diferentes”.

4 de novembro, 2015