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RAMBOLL

Glenda Rangel vai comandar descarbonização

Glenda Rangel vai comandar descarbonização

Glenda tem vasta especialização em processamento de petróleo e mestrado em gestão ambiental.

A consultoria ambiental Ramboll contratou Glenda Rangel Rodrigues para liderar a área de descarbonização e qualidade do ar em um momento estratégico, quando a empresa busca completar os serviços de seu portfólio para corresponder ao ambiente regulatório no Brasil e ampliar sua esfera de atuação frente aos enormes desafios de descarbonização do planeta antes da realização da COP 26.

Glenda trabalhará em estreita colaboração com a área de mudanças climáticas da consultoria, que vem desenvolvendo diversas propostas para adaptação de municípios costeiros e portuários no Brasil. Recentemente, a Ramboll realizou um estudo para o C40, grupo internacional formado por grandes cidades empenhadas em debater e combater a mudança climática, em que aponta os perigos do fenômeno no município do Rio de Janeiro.

Graduada em Engenharia Química, Glenda tem vasta especialização em processamento de petróleo e mestrado em gestão ambiental. Com experiência no setor, desenvolvida ao longo de 34 anos na Petrobras, desenvolveu o Sistema de Gestão de Emissões Atmosféricas de toda a área de refino da estatal. O sistema é uma das principais ferramentas da gestão de emissões da companhia e, desde 2002, consolida seu inventário de emissões por meio do processamento de informações de mais de 17 mil fontes de emissões, permitindo à companhia participar do Dow Jones Sustainability Index.

A profissional representou a Petrobras nos grupos de trabalho do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) para a elaboração das principais regulamentações para o tema no Brasil, além de se dedicar nos últimos 20 anos a atividades para a otimização de energia (eficiência energética) e emissões atmosféricas, tanto relacionadas à qualidade do ar quanto à mudança do clima.

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SUSTENTABILIDADE
Acordo para “Neutralidade Climática”

O Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e CEO’s de aproximadamente 30 empresas assinaram documento com metas climáticas denominado "Neutralidade Climática: Uma grande oportunidade", que defende uma meta mais ambiciosa de neutralidade climática para 2050. "Economicamente falando, o CEBDS crê que um total de até US$ 17 bilhões possam ser gerados no País a partir de negócios com base na natureza até 2030. O setor já está engajado, buscando as escolhas certas agora e direcionando os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono e inclusiva, em que os benefícios entre produzir e preservar são claros e representam ganhos para o Brasil" disse a presidente do CEBDS, Marina Grossi. O acordo pode gerar diversos ganhos ao Brasil, como economia, com a geração de empregos verdes e investimentos crescentes em soluções de baixo carbono; comerciais, com poder de negociação mais sólido frente a seus principais competidores; ambientais, com incentivo à redução dos gases de efeito estufa (GEE); e reputacionais. O CEBDS lidera o setor empresarial brasileiro devido à urgência para mitigar riscos decorrentes das mudanças climáticas. "São muitos desafios, mas estamos convictos que metas mais ambiciosas trarão mais oportunidades para o desenvolvimento de negócios, resultando em mais investimentos, de recolhimento de tributos e de geração de renda ao setor privado, à sociedade brasileira e, consequentemente, ao País”, comenta Marina. Faltando pouco tempo para a COP-26, prevista para acontecer em novembro, em Glasgow, o Brasil, que possui 20% da biodiversidade mundial, precisa assumir o papel de protagonista na agenda climática. Os oceanos e a atmosfera esquentam mais ano a ano por causa das massivas emissões de gases. Em 2015, o Brasil ratificou o Acordo de Paris para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. No Brasil, as principais metas da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês), é conseguir reduzir as emissões de gás carbônico em 37% em relação às emissões de 2005. A data limite para isso é 2025, com indicativo de reduzir 43% das emissões até 2030. "Estamos em um ano decisivo para a questão climática, comparável ao que foi em 2015 em relação ao Acordo de Paris. O Brasil -- tanto no Leaders Summit on Climate, com o presidente Biden, nos dias 22 e 23 de abril, quanto em Glasgow, em novembro -- tem grande oportunidade para consolidar seu protagonismo nessa agenda e atrair capital internacional, protegendo sua floresta e gerando valor com a biodiversidade que temos”, diz a presidente do CEBDS. Entre as empresas que assinaram o documento estão Bayer, Braskem, Bradesco, BRF, CBA, DSM, Ecolab, Eneva, EQUINOR, Icare, Ipiranga, Itaú, JBS, Lojas Renner, Lwart Soluções Ambientais, Marfrig, Michelin, Microsoft Brasil, Natura, Schneider Electric, Shell, Siemens Energy, Suzano, Ticket Log, Tozzini, Vedacit, Votorantim Cimentos, Way Carbon. A iniciativa conta com apoio institucional: Amcham Brasil, ABAG - Associação Brasileira do Agronegócio, CEBRI - Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Coalizão Brasil Clima - Florestas e Agricultura e ICC - Câmara de Comércio Internacional.

19 de abril, 2021
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RAMBOLL
Novo Principal Consultant no Brasil

A consultoria ambiental Ramboll anunciou que Ricardo Camargo é o novo Principal Consultant no Brasil. O executivo terá como principais desafios a implementação do ESG - Environmental, Social and Governance no ambiente de negócios e a expansão das operações da Ramboll em todo o Brasil. "A prioridade é a área de negócios em mineração e permitir maior atração de talentos em engenharia, geologia e geotecnia", revela Camargo. Formado em Geologia e pós-graduado em Gestão e Tecnologias Ambientais, ambas pela USP, e em Gestão Integrada de Território, pelo Instituto Bioatlântico em parceria com o Instituto Politécnico de Tomar, em Portugal, Ricardo Camargo possui também graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho na PUC Minas. Para o executivo, sua trajetória no setor de mineração foi "determinante para dizer sim ao convite para Principal Consultant, um dos cargos mais altos da Ramboll". Com quase 30 anos de carreira, Ricardo Camargo atuou em outras consultorias socioambientais globais nos Estados Unidos, onde conduziu projetos ligados à indústria do petróleo e na África do Sul, onde liderou equipe de gestão de áreas contaminadas (CSM) durante três anos, atuando em diversos países da África. Trabalhou também para a Anglo American por sete anos, como gerente de sustentabilidade no Brasil. Camargo participou do monitoramento dos Programas de Reparação e Compensação dos danos socioeconômicos e socioambientais causados pelo rompimento da barragem de Fundão pertencente à Samarco, em Minas Gerais. A Ramboll é a consultoria contratada pelo Ministério Público Federal (MPF) para monitorar o andamento da reparação e compensação. "Durante quatro anos tive a oportunidade de gerenciar equipes multidisciplinares de especialistas e interagi com os atingidos, MPF e outras instituições que fazem parte do processo de governança que buscam a reparação e compensação dos danos", conta o executivo. Ele usará essa experiência multidisciplinar para se preparar para o cargo de Principal Consultant da Ramboll Brasil. "Estou determinado em contribuir para a expansão regional das nossas operações. O plano é oferecer serviços de consultoria ambiental diferenciada em todo o Brasil".

7 de abril, 2021
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PETROBRAS
Criada Gerência Executiva de Mudança Climática

A Petrobras criou a Gerência Executiva de Mudança Climática da companhia, que será responsável por liderar as ações relativas à gestão de carbono, redução das emissões atmosféricas, eficiência energética e mudança do clima. A nova estrutura será ligada à Diretoria Executiva de Relacionamento Institucional, do diretor Roberto Furian Ardenghy, que passa a se chamar Diretoria Executiva de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade. “A criação da Gerência Executiva de Mudança Climática tem como objetivos a melhoria da governança e o aumento do foco na redução de emissões de gases de efeito estufa e na captura de carbono”, disse Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras. A nova área será responsável pela proposição das metas e compromissos corporativos em carbono e clima e pela coordenação de sua implementação, liderando a implementação dos planos de mitigação de carbono e a promoção e incorporação de tecnologias de baixa emissão na carteira de investimento da companhia. “Adotamos uma política de transparência em nossos compromissos relacionados a emissões e optamos pelo uso de inovações tecnológicas aplicadas ao nosso core business, conciliando a maximização de valor para o acionista com o retorno, para a sociedade, de ações destinadas a minimizar o aquecimento da Terra”, explica Castelo Branco. A Gerência Executiva de Mudança Climática será conduzida por Viviana Coelho, atual gerente de Emissões, Eficiência Energética e Transição para Baixo Carbono da Petrobras. Viviana é engenheira química pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), bióloga pela PUC-PR, com mestrado em tecnologia ambiental pelo Imperial College em Londres, MBA em administração avançada pela COPPEAD, pós graduação em inovação pela Unicamp e extensa formação executiva em instituições como INSEAD, IMD, Universidade de Cambridge, London Business School e Columbia University. Na Petrobras há 18 anos, Viviana representa atualmente a companhia no Comitê Executivo da Oil and Gas Climate Initiative e no grupo de Climate Change da IPIECA.

9 de novembro, 2020
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll sobe na classificação mundial

A dinamarquesa Ramboll alcançou a 7ª posição no ranking da Environment Analyst, organização global de inteligência de mercado, responsável por criar, anualmente, um ranking com as 23 maiores companhias do setor no mundo. A Ramboll ocupava o oitavo lugar em 2019. O avanço mostra o empenho da companhia em ampliar sua presença global, com foco também no mercado brasileiro. A Ramboll conquistou o segundo lugar na Europa e no ranking de análise de Mudanças Climáticas, Energia, Finanças, Serviços e Atendimento ao Cliente. Os rankings são baseados em percentuais globais de participação de mercado. O relatório “Global Environment Consulting (EC) Strategies & Market Assessment” oferece análise rigorosa do desempenho financeiro das empresas listadas. No início de 2020 a Ramboll comprou o escritório Web Structures, responsável por criar um modelo de trabalho reconhecido mundialmente como “engenharia de fusão”, por unir design e custo-benefício em seus projetos. “A compra proporcionará mais flexibilidade aos negócios da Ramboll no Brasil, permitindo a expansão das áreas de atuação”, diz Eugenio Singer, CEO da empresa. “Com a integração, está garantido o intercambio de tecnologias com a associação de design, sustentabilidade e planejamento urbano em nossos projetos”. O escritório Web Structures oferece serviços especializados e consultoria para a área de engenharia civil e geotécnica, além de ser reconhecido mundialmente por oferecer soluções de alta qualidade. O escritório já assinou 650 projetos em mais de 28 países, e tem unidades em Singapura e na Malásia. A Web Structures incorporará 120 especialistas qualificados à Ramboll e indica o forte momento de expansão da companhia, uma das principais no mundo com foco em consultoria de serviços ambientais e reconhecida no mercado brasileiro por sua expertise nas áreas de petróleo & gás, meio ambiente, saúde e segurança, água, energia, transporte e planejamento urbano.

17 de fevereiro, 2020
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SUSTENTABILIDADE
Ramboll contrata novos especialistas

A Ramboll contratou as especialistas Dra. Cristina Simonetti para a gerência de Avaliação de Impactos da Ramboll, e a Arquiteta Letícia Hirosue, para o grupo de Planejamento Urbano, Mudanças Climáticas e Resiliência. "As habilidades e as competências das duas profissionais vão fortalecer e ampliar os serviços da Ramboll no Brasil, em linha com a estratégia global da companhia de fazer com que a área de sustentabilidade responda pela maior parte dos nossos negócios até 2030", afirma Eugenio Singer, Diretor Geral da Ramboll no Brasil. Doutora em Ecologia e Mestre em Geologia Sedimentar pela Universidade de São Paulo (USP), Cristina Simonetti possui vasta experiência em licenciamento e recuperação ambiental e atuou em dezenas de projetos no Brasil e na América Latina em empresas mineradoras, como Anglo American, Vale Fertilizantes, Vale, Jaguar Mining, Fosfertil, AngloGold Ashanti, Imerys, Gerdau Açominas, Carpathian Gold, Mosaic Fertilizantes, Rio Tinto e Aura Minerals. Cristina é autora de diversos artigos técnicos e livros. É especialista em análise da vegetação, estudos integrados dos meios físico e biótico, recuperação de áreas degradadas, sistemas de fitorremediação, recuperação e restauração da vegetação natural, estudos de viabilidade (avaliação das restrições naturais e legais), planos diretores e zoneamentos ambientais, planos de conservação e uso do entorno de reservatórios artificiais, planos de fechamento de minas, planos de manejo de unidades de conservação, análise de comunidades naturais, mapeamento e caracterização de fitocenoses e projetos de pesquisa e desenvolvimento. No grupo de Planejamento Urbano, Mudanças Climáticas e Resiliência da Ramboll, Letícia Hirosue passa a integrar a equipe que atua na restauração da Bacia do Rio Doce, impactada pelo acidente da Samarco, e no novo projeto do C40 Cities, organização global que reúne as grandes cidades no mundo empenhadas na redução das emissões de gases de efeito estufa. Mestre em Planejamento Internacional e Desenvolvimento Sustentável pela University of Westminster, Inglaterra, e bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual de Londrina, a profissional já atuou em consultorias de planejamento urbano estratégico sustentável onde desenvolveu projetos para instituições financeiras e intergovernamentais, como Banco Mundial e DFID-UK, Trabalha com ênfase nas áreas de: resiliência urbana, infraestrutura, políticas públicas e redução de riscos de desastres associados às mudanças climáticas. Apoiou tecnicamente o setor de Planejamento Internacional, realizando pesquisas, propostas técnicas e expressões de interesse para processos licitatórios, além de escrever e revisar conteúdos para publicações, podendo ressaltar os projetos Resiliência Urbana às Mudanças Climáticas na Tanzânia (DFID-UK, ICF e Banco Mundial) e Pesquisa Urbana na Nigéria (URN, DFID-UK).

16 de dezembro, 2019
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BIOREMEDIAÇÃO
Ramboll apresenta casos de sucesso

A Ramboll Environ, empresa de consultoria especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, destacará dois casos de sucesso em gestão ambiental brasileiros no 4º Simpósio Internacional sobre Biorremediação e Tecnologias Ambientais Sustentáveis, que ocorre em Miami, no período de 22 a 25 de maio. Gustavo Dorota C. de Mello, gerente da Ramboll Environ, apresentará dois cases de sucesso realizados pela empresa no Brasil: “Otimização de Engenharia em Sistema de Extração de Vapores (SVE)”, e “Abordagem de Biorremediação Integrada para Compostos Clorados em um Site Complexo”. O primeiro caso aborda aspectos técnicos da implantação de um sistema de remediação em um centro comercial de mais de 5.000 m2, “onde 30% da área estava impactada com a presença de gás metano há alguns anos, pois o local foi construído em uma área de um antigo aterro clandestino. Fizemos a implantação de 17 sistemas de extração entre 2011 e 2012 para retirar o gás do subsolo e hoje, depois de cinco anos, as concentrações de metano no subsolo estão sensivelmente menores refletindo um maior controle do risco da intrusão de gás”, segundo Mello. Ele acrescenta que, com a estabilização das emissões de metano na área, foi constatada a oportunidade de otimizar os sistemas de extração em 2015, com obras precisas de engenharia – alterações nas rotações dos sopradores, interligações de tubulações e desligamentos estratégicos de alguns sistemas, sempre acompanhados de um monitoramento contínuo dos resultados das alterações. “Estas melhorias garantiram, além dos benefícios socioambientais, uma economia de mais de 20% no consumo de energia para o cliente. Este valor é significativo considerando-se que os mecanismos SVE trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana”, ressalta o especialista da Ramboll. O desligamento total dos sistemas de extração ocorrerá gradativamente, sendo que as previsões atuais indicam um tempo máximo de operação por mais cerca de cinco anos. O segundo caso abordará os diferentes estágios e etapas de uma biorremediação em uma área com água subterrânea contaminada de uma grande indústria no Brasil (terreno de 22 mil m2). O primeiro passo é a realização de testes de tratabilidade com amostras de solo e água; depois é preciso realizar um ensaio-piloto em parte da área para comprovar a eficácia do processo. na sequência é feita a implementação do sistema de remediação em larga escala, contemplando toda a área de interesse. “A biorremedição é um processo lento e sustentável, com boas vantagens em longo prazo, sendo que os primeiros resultados podem ser verificados em seis meses e a conclusão pode ocorrer entre três e cinco anos, em média. No caso específico desta indústria, o projeto teve início em 2011 e, atualmente, já se verifica diminuição de 50% na área afetada e de 80% na presença dos clorados no perímetro ainda em tratamento (10.000 m2)”, esclarece o palestrante. Segundo Eugênio Singer, presidente da Ramboll Environ no Brasil, estar presente neste simpósio internacional é estratégico para a empresa, porque o evento reúne os principais especialistas e empresas atuantes na área de gestão ambiental em âmbito global. “Nossa participação é uma excelente oportunidade para apresentarmos as soluções inovadoras, idealizadas e implementadas, bem como de conhecer metodologias e tecnologias que são referências mundiais”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll do Brasil.

22 de maio, 2017
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RAMBOLL ENVIRON
Novos escritórios no Rio e BH

Consultoria multinacional em engenharia e projetos multidisciplinares, a Ramboll Environ anuncia a abertura de dois novos escritórios nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). A empresa quer ampliar sua participação em projetos de gestão ambiental, integridade de ativos, remediação de áreas contaminadas, desempenho social para as áreas de Real Estate, Petróleo e Gás, Energia, Saneamento e Transporte. “Estamos abrindo novos escritórios com o propósito de estarmos mais próximos aos nossos clientes e liderar as prospecções regionais nesta época na qual os investimentos necessitam de tecnologia e competência. Acreditamos que assim poderemos atuar de maneira proativa e dinâmica na implementação e monitoramento de projetos, bem como na remediação de eventuais ocorrências”, afirma Eugenio Singer, presidente da Ramboll do Brasil. O escritório carioca ficará no bairro de Botafogo e atenderá a empresas dos setores de petróleo e gás, energia, siderurgia, entre outras. Inicialmente será comandado por Thereza Moreira (anteriormente SGS e ABS), além de um time de 60 profissionais da Ramboll Brasil distribuídos em outros quatro escritórios. Já o escritório mineiro ficará no bairro do Savassi e terá como foco o setor de mineração. Em Belo Horizonte, a Ramboll irá trabalhar também para ampliar a participação em áreas como metalurgia, siderurgia e manufatura. Em Belo Horizonte, o principal executivo da Ramboll é Ricardo Oliveira Camargo, contando com a coordenadora regional dos serviços da Ramboll, a Dra. Flávia Toledo, ambos originalmente da Anglo American, com experiência em gestão de grandes projetos e experiência na área ambiental e de sustentabilidade, especialmente junto a mineradoras.

3 de março, 2017
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ENERGIA EÓLICA
RambollEnviron Brasil anuncia entrada no segmento

O crescimento na produção de energia eólica em todo o mundo e a forte expansão dessa alternativa no Brasil, onde ocupa a terceira maior fonte de geração renovável, já com 8,71 GW de capacidade instalada, segundo dados da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), impulsionaram a RambollEnviron a estruturar uma equipe de profissionais no País para oferecer consultoria e serviços para as empresas e instituições ligadas à produção eólica. Com 30 anos de experiência, a empresa possui participação em 65% dos projetos globais do setor eólico. Eugenio Singer, diretor geral da RambollEnviron Brasil, ressalta que a expertise do grupo em todas as etapas dos projetos eólicos chega em momento oportuno ao País: “a participação eólica tende a crescer de modo significativo para fortalecer a matriz energética nacional. Isto porque o Brasil apresenta ventos constantes, sem grandes rajadas, e volatilidade em torno de apenas 5%, o que favorece muito a ampliação da geração. Outro fator que contribui para este crescimento é a crise hídrica, que atingiu diversas regiões do País, mostrando a fragilidade de manter o sistema energético focado majoritariamente na produção hidrelétrica”. De origem dinamarquesa, o Grupo Ramboll oferece consultoria e gestão (técnica, econômica e ambiental) em todas as etapas de um projeto eólico: análise de viabilidade; planejamento de gestão, viabilidade e monitoramento socioambiental; seleção de fornecedores e tecnologias; comissionamento; operação; elaboração e análise de contratos de aquisição e de gestão; testes WTG (Wind Turbine Generation); monitoramento constante do desempenho, gestão de relacionamentos e de riscos; entre outros serviços. Outro diferencial da RambollEnviron são as soluções de engenharia para os parques eólicos onshore e offshore , que incluem a infraestrutura elétrica; civil – design estrutural e geotécnico, construção de fundações, em concreto e ancoradas em rocha, bem como específicas para geração no mar; e logística, entre outras.Além disso, a empresa trabalha com parceiros estratégicos como, por exemplo, a KjellerVindteknikk, consultoria norueguesa especializada em serviços de monitoramento e análise de medições de vento, incluindo uma variedade de avaliações adaptadas às fases de desenvolvimento específicas de um projeto de energia eólica. “Temos especialistas preparados para lidar com a diversidade de stakeholders , bem como com questões econômicas, técnicas e socioambientais, envolvidas nos processos, desde a idealização do projeto até as turbinas entrarem em funcionamento, integradas aos demais sistemas que compõem a matriz energética. Podemos gerir riscos e incertezas de forma sistemática, baseados em análises constantes e assertivas de tecnologias, metodologias, benefícios e custos, de modo a contribuir para agilizar e tornar mais eficazes, sustentáveis e rentáveis as iniciativas eólicas”, reforça Singer. A RambollEnviron conta com diversos centros de pesquisa e desenvolvimento globais e 12.800 profissionais especializados, distribuídos em uma rede de 300 escritórios presentes em 35 países, inclusive em território nacional, prontos a participar de projetos de gestão estratégica, operacional e socioambientais de empresas de todos os setores da matriz energética nacional (hidroelétrico, eólica, solar, biomassa, termoelétrico, óleo e gás, etc).

5 de fevereiro, 2016
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll entre as 10 Maiores do mundo

A Ramboll environ foi eleita como oitava maior empresa de consultoria ambiental, de acordo com o ranking global de consultorias ambientais publicadas pela Environment Analyst, uma das principais publicações internacionais do setor de serviços ambientais. Para ranquear as empresas, o relatório leva em conta o tamanho, diversidade geográfica e interesses globais das empresas do setor. A participação da Ramboll no mercado global é de 1,7%. O avanço da Ramboll no mercado deve-se à aquisição da Environ, ocorrida em dezemgro de 2014. Antes disso, a empresa, de origem escandinava, se posicionava em 18 o lugar. Portanto, saltou dez posições no ranking. “A Ramboll Environ está orgulhosa pelo reconhecimento do nosso forte posicionamento global e de marca no campo de serviços ambientais. Isto demonstra como os serviços complementares e a pegada geográfica da Ramboll e da Environ têm resultado em uma organização que é maior do que a soma das partes, com a habilidade de criar valor adicional para os nossos clientes”, destacou Tom Vetrano, diretor da divisão de Ambiente e Saúde da consultoria. Atuação no Brasil No Brasil, a Ramboll iniciou atividade em 2015, após ter adquirido, globalmente, a Environ, cuja integração foi concluída em maio último. Segundo Eugenio Singer, diretor-geral da empresa no País, a expectativa é que a subsidiária brasileira cresça de forma expressiva, tendo como diferenciais o conhecimento científico e as soluções inovadoras em gestão e integridade de ativos ambientais. Com atuação nos segmentos de Água, Energia, Óleo & Gás, Planejamento Urbano, Transporte, Saúde, Segurança e Meio Ambiente, a Ramboll Environ é referência internacional em controle da qualidade do ar, avaliação de ativos ambientais ( due diligence ) e site solutions, incluindo a área de passivos ambientais e remediação de áreas. “As empresas estão buscando soluções para atuar com a governança ideal, e isto inclui garantir a proteção dos ativos ambientais como condição fundamental para preservar seu valor de mercado”, observa Singer. “Em contrapartida, há uma grande pressão por resultados em todo o mundo, o que requer que se atue de forma diferente para construir a sustentabilidade do negócio em seu conjunto”, acrescenta. Nesse contexto, a Ramboll Environ tem se destacado por encontrar soluções únicas e integradas para os problemas desafiadores de saúde e meio ambiente que o mundo enfrenta.

4 de janeiro, 2016