GUARAPIRANGA

Livro traz os 100 anos da represa

Publicação reúne 60 especialistas em análise multidisciplinar dos 100 anos da Guarapiranga, abordando qualidade da água, eutrofização e impactos na saúde pública do maior manancial da Região Metropolitana de São Paulo.

Um grupo de docentes do curso de Mestrado em Análise Geoambiental da Universidade UNG participaram da elaboração dos capítulos dois e três do livro "100 anos da Represa Guarapiranga: Lições e Desafios", da editora CRV. A obra traz abordagem multidisciplinar ao abranger a associação da bacia hidrográfica, uso e ocupação do solo, marcadores ambientais químicos, biológicos e interferentes ambientais na água e nos sedimentos superficiais. As condições atuais da qualidade da água da represa, os efeitos da eutrofização e de contaminantes e seus impactos na saúde pública, também são discutidos. 
 
A pesquisa contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e a colaboração de 60 especialistas, entre eles, os professores Antônio Roberto Saad, Anderson Targino, Fabrício Bau Dalmas, Antônio Manoel Oliveira, Alex Ubiratam Peloggia, Marcio Roberto Andrade e William Queiroz. 
 
"O livro é importante, pois conta a história da represa Guarapiranga e suas transformações tanto de uso e ocupação como de qualidade ambiental, e gera indicadores para uma gestão adequada desse manancial necessário para milhões de habitantes da Região Metropolitana de São Paulo", diz a coordenadora do curso de Mestrado em Análise Geoambiental da Universidade UNG, Regina de Oliveira Moraes Arruda. 
 
A represa Guarapiranga fornece água potável para mais de quatro milhões de pessoas que vivem no Estado de São Paulo. A represa teve sua construção iniciada em 1906 e concluída dois anos depois, em 1908, para geração de energia elétrica para a cidade.

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