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RECURSOS HÍDRICOS

Atlas das 1regiões hidrográficas de São Carlos

Escrito por Davi Gasparini Fernandes Cunha, professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP), o e-book "Atlas histórico e socioambiental das regiões hidrográficas do município de São Carlos - SP" é um material pedagógico de apoio direcionado a estudantes e professores dos ensinos Fundamental e Médio, para auxiliar na abordagem de assuntos como a origem e a formação geológica da região, a flora e a fauna e a história da ocupação urbana, em diferentes períodos, focalizando os impactos gerados nas sub-bacias hidrográficas da região de São Carlos. O e-book está disponível para download e foi organizado por Denise de Freitas, docente do Departamento de Metodologia de Ensino (DME) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Silvia Aparecida Martins dos Santos, especialista de laboratório do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP, na área de Ensino de Ciências, Biologia e Educação Ambiental, além de mais de 20 pessoas, entre autores, colaboradores e revisores. O trabalho é resultado do projeto "A utilização de bacias hidrográficas como unidade de pesquisa, ensino e extensão", no contexto da Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia (C&T), apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), realizado em parceria entre o DME e o CDCC. O projeto gerou também a exposição itinerante "São Carlos por suas bacias", que recebeu financiamento pelo 4º Edital Santander/USP/FUSP (parceria do banco Santander com a USP e a Fundação de Apoio à USP) de fomento às iniciativas de Cultura e Extensão. O atlas está disponível para download gratuito no site do CDCC, em https://bit.ly/2RFHHSf .

Escrito por Davi Gasparini Fernandes Cunha, professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP), o e-book "Atlas histórico e socioambiental das regiões hidrográficas do município de São Carlos - SP" é um material pedagógico de apoio direcionado a estudantes e professores dos ensinos Fundamental e Médio, para auxiliar na abordagem de assuntos como a origem e a formação geológica da região, a flora e a fauna e a história da ocupação urbana, em diferentes períodos, focalizando os impactos gerados nas sub-bacias hidrográficas da região de São Carlos. 

O e-book está disponível para download e foi organizado por Denise de Freitas, docente do Departamento de Metodologia de Ensino (DME) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Silvia Aparecida Martins dos Santos, especialista de laboratório do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP, na área de Ensino de Ciências, Biologia e Educação Ambiental, além de mais de 20 pessoas, entre autores, colaboradores e revisores. O trabalho é resultado do projeto "A utilização de bacias hidrográficas como unidade de pesquisa, ensino e extensão", no contexto da Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia (C&T), apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), realizado em parceria entre o DME e o CDCC. 

O projeto gerou também a exposição itinerante "São Carlos por suas bacias", que recebeu financiamento pelo 4º Edital Santander/USP/FUSP (parceria do banco Santander com a USP e a Fundação de Apoio à USP) de fomento às iniciativas de Cultura e Extensão. O atlas está disponível para download gratuito no site do CDCC, em https://bit.ly/2RFHHSf.

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UFSCAR
Segunda edição do ‘Cerrado à vista’

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com apoio da Diretoria de Ensino de São Carlos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP - campus de São Carlos) e Instituto Florestal de São Paulo ofertou 50 vagas, sendo 35 para professores da rede estadual de ensino, 10 para professores da rede municipal de São Carlos e cinco para professores do município de Itirapina participarem da segunda edição do curso de extensão "Cerrado à vista". O objetivo do curso gratuito e semipresencial é promover a conservação do Cerrado, sua fauna e flora e mostrar sua relação com a presença de aves migratórias. Os participantes receberão certificado pela Secretaria de Educação do estado de São Paulo; a participação dos professores contará para sua progressão funcional. A formação acontece de 12 de abril a 16 de junho e tem carga horária de 40 horas, com aulas síncronas (ao vivo), pela plataforma Zoom, às quartas-feiras, das 19 às 21h30, além de atividades online assíncronas pela plataforma Google Classroom. Também serão realizadas atividades presenciais em grupos pequenos de professores (oito pessoas por grupo, ao ar livre, seguindo os procedimentos de segurança) nas estações Ecológica e Experimental de Itirapina. Entre os conteúdos do curso estão os biomas brasileiros com foco no Cerrado, sua flora, fauna, aves nativas e migratórias; o componente humano no Cerrado e os impactos que o degradam; e metodologias ativas de ensino por meio de três ferramentas que podem colaborar com o processo de ensino: a aprendizagem cooperativa, a contação de histórias e o teatro. A formação integra o projeto de extensão "Aves migratórias no Cerrado: comunicação e educação", coordenado pela professora Silvia Nassif Del Lama, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Genética Evolutiva e Biologia Molecular da Universidade. O projeto é gerenciado pela Fundação de Apoio Institucional (FAI.UFSCar) e financiado pela US Fish and Wildlife Service. Além do curso, o projeto de extensão inclui a edição de dois livros infantis, já publicados pela Editora da Universidade (EdUFSCar): "Teca: a bicicleta com rodas nas nuvens", de Silvia Nassif Del Lama e Karl Makross, e "A jornada dos maçaricos", de Carolline Zatta Fieker e Matheus Gonçalves dos Reis. O projeto também engloba um programa na Rádio UFSCar - "Próxima parada: Cerrado".

11 de abril, 2021
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COLETA SELETIVA
Cartilha da UFSCar orienta catadores

O Departamento de Enfermagem (DEnf) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveu o projeto de extensão "Coopera Ambiental" e elaborou a cartilha "Cooperando Caminhos: guia de cuidados aos catadores", voltada para catadores de material reciclável, principalmente para aqueles que estão organizados em cooperativas. O acesso ao material é gratuito e pode ser feito pela Internet. A cartilha tem como objetivo promover a saúde entre catadores de materiais recicláveis, por meio da educação em saúde e de conhecimentos que possam trazer benefícios também para a segurança no trabalho desse grupo. Dentre os temas, a equipe do projeto destaca as orientações sobre uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI), vacinação e como acessar os serviços públicos de saúde. "Grande parte dos catadores desconhece os riscos aos quais estão expostos e não fazem uso de nenhum tipo de medida de proteção para esses riscos. Muitos riscos podem ser facilmente diminuídos ou eliminados, por exemplo, adotando a higienização das mãos antes e após refeições e ter um local próprio na cooperativa para refeições e não no meio do material coletado", exemplifica Gustavo Magno, aluno do curso de Enfermagem da UFSCar e integrante do projeto de extensão, coordenado por Silvia Uehara, docente do DEnf. O material aborda também temas que envolvem o funcionamento das cooperativas e a importância da atuação conjunta dos catadores para o sucesso desses empreendimentos, proporcionando um ambiente de trabalho com mais união. "As cooperativas possibilitam um cenário com condições melhores de trabalho, maior segurança social (porque muitas recolhem a contribuição para INSS), além de favorecer a união entre catadores e o processo de luta para assegurar os direitos sociais", destaca Magno sobre a importância das cooperativas. Além disso, o projeto reforça o papel essencial dessas organizações para a coleta seletiva em municípios de pequeno e médio portes, que, em geral, não têm uma iniciativa governamental para o gerenciamento dos resíduos recicláveis. A ideia da cartilha surgiu da pesquisa de Iniciação Científica (IC) de Gustavo Magno, com orientação da professora Silvia Uehara, que teve o objetivo de analisar as atividades em uma cooperativa de catadores da cidade de São Carlos. A cartilha está disponível para download no Portal eduCapes ( https://bit.ly/3ciNjLX ) ou pode ser acessada no Instagram do projeto de extensão (instagram.com/cooperaambiental).

15 de março, 2021
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RECURSOS HÍDRICOS
Estudo da UFSCar quer maior participação

Flávia Darre Barbosa defendeu tese de doutorado junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCAm) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em que questiona “Como é possível fortalecer a representação e a participação dos segmentos sociais envolvidos nas decisões de gestão de recursos hídricos no Brasil?” O estudo tem foco nos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs), onde Flávia identificou os principais desafios para propor uma nova abordagem do processo participativo na gestão da água e dos recursos hídricos no Brasil. A tese, realizada entre 2015 e 2019, recebeu o Prêmio Capes de Teses - Edição 2020 na área de Ciências Ambientais.da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) O trabalho foi orientado pelo professor Frederico Yuri Hanai, do Departamento de Ciências Ambientais (DCAm) da UFSCar, e co-orientado pelo engenheiro Paulo Augusto Romera e Silva (in memoriam), do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo. "O tema gestão de água e recursos hídricos, no Brasil e no mundo, requer muito cuidado, atenção e inovação, sobretudo com o avanço de impactos socioambientais significativos nessa área como, por exemplo, a escassez hídrica e a qualidade da água", defende a autora da tese premiada. Para ela, os Comitês das Bacias Hidrográficas são fundamentais para o processo participativo em uma gestão efetiva e sustentável dos recursos hídricos, mas que ainda existem grandes desafios a serem superados nos Comitês. "Desafios que envolvem questões políticas e institucionais, instrumentos de gestão, comunicação e informação, qualidade de representação, entre outros”. Ela afirma que é necessário continuar a fortalecer os CBHs para que se avance no processo participativo, com participação de todos os segmentos - Poder Público (Federal, Estadual e Municipal); sociedade civil organizada; e dos usuários de água. “É preciso inserir a participação popular, da comunidade que está na ponta, que está ao lado do rio que transborda, da água que precisa ser tratada", recomenda. Ela selecionou 29 desafios dos CBHs, reunidos em sete grupos estratégicos: Questões políticas institucionais; Institucionalização e atuação do CBH; Instrumentos de gestão dos recursos hídricos; Comunicação, Informação, Conhecimento e Divulgação; Representação e representantes no CBH; Articulações; e Participação no CBH. Nestes grupos, a doutorando aponta o que deve ser feito para o fortalecimento dos CBHs, como, por exemplo, o aumento das articulações com outras políticas públicas; transparência ao processo de gestão; comunicação e divulgação; paridade de representação; equilíbrio entre as organizações que compõem a sociedade civil organizada; parcerias para a gestão da água e dos recursos hídricos; contribuição para instituições com menor capacidade financeira, entre outras ações. A pesquisa deu ênfase para dois CBHs com métodos diferenciados: um Comitê Estadual (CBH Turvo Grande - em que foi feita observação participante e aplicação de método participativo) e um Comitê Interestadual (CBH Grande- com realização de observação simples). "Mas também foi realizada aplicação de questionários e entrevistas com representantes de CBHs de vários estados brasileiros. Ao todo a pesquisa alcançou 60 CBHs", descreve a pesquisadora. "As políticas nacional e estaduais de recursos hídricos no Brasil proporcionam o viés participativo na gestão com a criação dos colegiados, como os CBHs, o que é princípio fundamental para uma boa gestão. Porém, a participação na gestão da água vai além do que está proporcionado na legislação, pois deve envolver, e creio que de forma ampla, os representantes e a sua representatividade, os interesses dos diversos setores da sociedade e os interesses da comunidade", defende. O trabalho "Comitês de Bacias Hidrográficas, representação e participação: desafios e possibilidades à gestão da água e dos recursos hídricos no Brasil" está disponível na íntegra no Repositório Institucional da UFSCar, em https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11643 . Mais informações podem ser obtidas com a pesquisadora, por meio do e-mail [email protected] .

12 de outubro, 2020
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RESÍDUOS
UFSCar lança “Compartilhando Menos Lixo!”

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), por meio da Secretaria de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS), lançou o projeto de extensão "Compartilhando Menos Lixo!" com a apresentação do site https://sgasproex.wixsite.com/menoslixo.&nbsp ; O objetivo do projeto é ampliar as ações de consumo consciente para além da Universidade. "O foco das ações será a conscientização sobre a importância da redução de materiais de uso único na comunidade de São Carlos. Queremos estimular mudança de hábitos e adaptação das práticas de consumo", contou Raquel Boschi, Engenheira Agrônoma, da Secretaria de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS) da UFSCar. Um dos materiais que as ações querem reduzir o consumo é o plástico descartável, já que um grande volume vai parar nos oceanos. Segundo o Greenpeace, todos os anos, mais de oito milhões de toneladas de lixo vão parar nas águas do planeta, e entre 60% e 90% dos resíduos são diferentes tipos de plástico. A ONG diz que estudos indicam que, se o ritmo de consumo não diminuir e o descarte dos resíduos não for feito de forma adequada, em 30 anos teremos mais plástico do que peixes nos oceanos. A proposta do "Compartilhando Menos Lixo!" é atingir consumidores e comerciantes para apresentar e debater alternativas para a geração de menos resíduos. O projeto também quer sensibilizar o poder público local para a criação de propostas e de novas regulamentações para tratar de questões da poluição e impactos ambientais, decorrentes da geração de resíduos sólidos. Na Universidade, a Secretaria de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS) realiza diferentes iniciativas para a redução de materiais de uso único, como os descartáveis. Há 16 anos, o projeto CANECAS estimula a adoção de canecas reutilizáveis para reduzir o uso de copos descartáveis nos Campi. Em 2019, no campus de São Carlos, a SGAS desenvolveu o projeto "Desplastifica UFSCar" para motivar a comunidade universitária a reduzir o consumo de plástico. A ação conseguiu coletar 1.143 itens em uma semana, 581 só de copos descartáveis. Depois de identificar os locais com maior uso de copos descartáveis, a Secretaria entregou canecas reutilizáveis para os servidores. A segunda etapa do projeto, com a ampliação da distribuição de canecas, aconteceria no primeiro semestre de 2020, mas não foi possível devido à suspensão das atividades presenciais na Universidade. Na primeira fase do "Compartilhando Menos Lixo!", a comunidade deve acessar o site do projeto ( https://sgasproex.wixsite.com/menoslixo ) e contar sua experiência com resíduos de uso único, participar das discussões sobre formas alternativas de embalagens, ser um agente disseminador de conhecimento, propor alternativas para a redução de resíduos, aplicar as alternativas na sua própria rotina e/ou apresentar as dificuldades de mudanças de hábitos. A partir da participação da comunidade, a SGAS vai produzir e divulgar materiais educativos sobre consumo consciente e diminuição da geração de resíduos. Ao longo do segundo semestre serão realizados encontros virtuais e cursos relacionados ao tema. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] , telefone (16) 3351-8278 e redes sociais da SGAS.

8 de setembro, 2020
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DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
UFSCar promove webinar com cinco palestras

Para comemorar o Dia Mundial do meio Ambiente no dia 5 de junho, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) promoverá um webinar gratuito com cinco palestras sobre a temática ambiental. A atividade será realizada no âmbito da III Semana da Engenharia Ambiental (SeAmb) do Campus Lagoa do Sino. A programação começa às 9h30 com a palestra "Desafios no desenvolvimento de produtos sustentáveis", ministrada pelo engenheiro ambiental Felipe Guastelli, da Natura. Às 11 horas, Gabriel Corrêa, da Jacobs Douwe Egberts, abordará o tema "Construindo carreira". Na parte da tarde, às 14 horas, Leonardo Maziero e Rodrigo Cagini, da Full Ambiental Consultoria, explicam "Como fazer consultoria ambiental do jeito que nunca te falaram". Às 15h30, o assunto será "Plástico nos oceanos: o que nós temos a ver com isso?", com Maria Eugênia Fernandes Freitas, estudante do curso de Oceanografia da Universidade de São Paulo (USP). A última palestra do dia, às 17 horas, será com Raquel Abreu e Yuri Bauer, da União dos Centros Acadêmicos (UCA), que vão enfocar a "Perspectiva e projeções da UCA em meio à Engenharia Ambiental". O webinar é aberto a todas as pessoas interessadas, mas tem vagas limitadas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 30 de maio no link https://bit.ly/3elZ97u . Mais informações podem ser consultadas no Instagram da SeAmb (instagram.com/seamb.ls), ou solicitadas pelo e-mail [email protected] .

2 de junho, 2020
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GUARAPIRANGA
Livro traz os 100 anos da represa

Um grupo de docentes do curso de Mestrado em Análise Geoambiental da Universidade UNG participaram da elaboração dos capítulos dois e três do livro "100 anos da Represa Guarapiranga: Lições e Desafios", da editora CRV. A obra traz abordagem multidisciplinar ao abranger a associação da bacia hidrográfica, uso e ocupação do solo, marcadores ambientais químicos, biológicos e interferentes ambientais na água e nos sedimentos superficiais. As condições atuais da qualidade da água da represa, os efeitos da eutrofização e de contaminantes e seus impactos na saúde pública, também são discutidos. A pesquisa contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e a colaboração de 60 especialistas, entre eles, os professores Antônio Roberto Saad, Anderson Targino, Fabrício Bau Dalmas, Antônio Manoel Oliveira, Alex Ubiratam Peloggia, Marcio Roberto Andrade e William Queiroz. "O livro é importante, pois conta a história da represa Guarapiranga e suas transformações tanto de uso e ocupação como de qualidade ambiental, e gera indicadores para uma gestão adequada desse manancial necessário para milhões de habitantes da Região Metropolitana de São Paulo", diz a coordenadora do curso de Mestrado em Análise Geoambiental da Universidade UNG, Regina de Oliveira Moraes Arruda. A represa Guarapiranga fornece água potável para mais de quatro milhões de pessoas que vivem no Estado de São Paulo. A represa teve sua construção iniciada em 1906 e concluída dois anos depois, em 1908, para geração de energia elétrica para a cidade.

21 de outubro, 2017
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BACIAS HIDROGRÁFICAS
Alto Tietê ganha Atlas online

O Instituto 5 Elementos - Educação para a Sustentabilidade – lançou a versão online do “Atlas para a Sustentabilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê”, que abastece cerca de 20 milhões de pessoas. Coordenada pela educadora e pedagoga ambiental Mônica Pilz Borba, a publicação é dirigida especialmente aos professores e estudantes do Ensino Médio e universidades das 36 cidades que compõem a Bacia e tem o objetivo de tornar acessíveis as informações técnicas sobre a sua formação e os planos de gestão da água e resíduos, bem como da vegetação em seu entorno. Para Mônica, a difusão do conhecimento é fundamental para a resolução da crise e preservação desse recurso essencial à vida. "Caprichamos também nos mapas e ilustrações e o visual está bastante atraente, bem diferente dos relatórios técnicos", diz a pedagoga, que também é fundadora do Instituto 5 Elementos, responsável pela edição do Atlas, que levou três anos para ser organizado. O “Atlas para a Sustentabilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê” pode ser acessado na íntegra no link: http://www.5elementos.org.br/site/index.php/2015-atlas-para-a-sustentabilidade-da-bacia-hidrografica-do-alto-tiete/ ."Com as informações desta publicação, as pessoas podem compreender de onde vem a água que abastece a Bacia, além de conhecer as áreas verdes, parques e Unidades de Conservação. A qualidade das águas é outro ponto de destaque, no qual podemos observar a triste realidade por município em relação a quanto cada um trata seus esgotos", explica. Em uma primeira fase, o Atlas recebeu financiamento parcial do FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos. Atualmente, o Instituto 5 Elementos procura novos parceiros para a edição impressa e também para promover lançamentos nos cinco subcomitês da Bacia e no Alto Tietê. "O projeto está em fase de aprovação na Lei Rouanet e, assim que for aprovado, iremos buscar parcerias para a impressão de 7 mil exemplares, que serão doados por meio desses seis lançamentos", explica Mônica. Dividido em quatro partes, o Atlas estimula inicialmente que os leitores conheçam a Bacia, propondo "mochila nas costas" e um passeio para conhecer "in loco" a situação da região. "Nos primeiros capítulos, também trata da disponibilidade e uso da água no planeta, o ciclo d’água, quais são as regiões hidrográficas brasileiras e bacias do estado de São Paulo e Alto Tietê, a relação da água e saúde, como funcionam os sistemas de tratamento da água e esgoto, além de se inteirar sobre como acontece o atual modelo de gestão participativa e os principais problemas que estamos enfrentando na atualidade. São conhecimentos básicos para que os leitores compreendam os demais temas", diz Mônica. Já a segunda parte traz mapas e textos de apoio sobre a Bacia Hidrográfica do Alto Tietê e suas cinco sub-bacias limites: Cabeceiras, Billings-Tamanduateí, Juqueri, Cantareira e Cotia, Guarapiranga e Pinheiros-Pirapora. A importância da vegetação e das Unidades de Conservação na Bacia e nas sub-bacias está na terceira parte do Atlas, enquanto a quarta apresenta a situação do tratamento dos resíduos sólidos, contemplando ainda a nova Política Nacional dos Resíduos Sólidos no Brasil e os desafios para ser implantada. O Atlas traz ainda um caderno direcionado para professores do Ensino Médio e universidades, com uma série de sugestões sobre como promover o tema em seus grupos e práticas a serem adotadas para o uso responsável desse precioso recurso natural.

8 de outubro, 2015