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SUSTENTABILIDADE

Plano da FLSmidth para cimento e mineração

Empresa de soluções de engenharia, equipamentos e serviços, a FLSmidth lançou o MissionZero, um novo programa de sustentabilidade com o objetivo de reduzir significativamente as emissões dos setores mundiais de cimento e mineração até 2030. “Com o crescimento econômico, a urbanização e o crescimento da população, houve o crescimento da demanda por infraestrutura, como moradias, escolas, hospitais e estradas. Somado a isso, as conveniências modernas, como ar-condicionado, eletrodomésticos e smartphones, têm alta demanda e opções de energia renovável, como carros elétricos, energia eólica e solar, são encaradas como o futuro. Tudo isso requer cimento e minerais, e a demanda só continuará a aumentar. Lançamos o MissionZero para aproveitar a oportunidade de aumentar a produção e, ao mesmo tempo, direcionar as emissões para zero ”, disse Thomas Schulz, CEO do grupo, FLSmidth. O foco principal do programa é que os clientes de cimento e mineração avancem para a emissão zero até 2030. Para isto, a FLSmidth desenvolve soluções digitais e inovadoras ligadas à produtividade sustentável. Estas soluções oferece aos clientes operar plantas de cimento com zero emissões até 2030 e gerenciar processos de mineração com zero emissões até 2030 - com foco específico no gerenciamento da água. A FLSmidth calcula reduzir as emissões de CO2 por kg de cimento em cerca de 70% até 2030, aproveitando as oportunidades nas tecnologias pioneiras existentes, projetos de inovação e P&D em estágio inicial. Para conseguir isso, a FLSmidth está desenvolvendo soluções como misturar clínquer com materiais alternativos, explorando o uso de novos tipos de cimentos e fornecendo soluções aos produtores de cimento para operar plantas 100% alternativas, incluindo soluções que evitem desperdício de energia. Além disso, a FLSmidth acelerará as soluções para fechar a lacuna restante (30%). Como essas soluções não existem atualmente, a FLSmidth buscará ativamente parcerias de conhecimento com outras empresas e fornecedores para co-criar soluções. Na questão referente ao gerenciamento de água na mineração, a FLSmidth estabeleceu meta de oferecer a seus clientes soluções que suportam zero desperdício de água até 2030, aproveitando o sucesso de desenvolvimentos recentes, como sua solução de empilhamento a seco de rejeitos (DST). A utilização do horário de verão poderia recuperar até 95% da água do processo, além de ser economicamente competitiva com opções alternativas de gerenciamento de água, como dessalinização, mesmo para grandes tonelagens. A FLSmidth foi uma das primeiras empresas a ingressar na Innovandi - Rede Global de Pesquisa em Cimento e Concreto da GCCA. Essa nova rede reúne a indústria de cimento e concreto com instituições científicas para impulsionar e apoiar a inovação global com pesquisas acionáveis. Seu objetivo é aproveitar de maneira decisiva o progresso da sustentabilidade do setor, com foco na redução de emissões e na obtenção de um melhor uso de combustíveis alternativos.

Empresa de soluções de engenharia, equipamentos e serviços, a FLSmidth lançou o MissionZero, um novo programa de sustentabilidade com o objetivo de reduzir significativamente as emissões dos setores mundiais de cimento e mineração até 2030. “Com o crescimento econômico, a urbanização e o crescimento da população, houve o crescimento da demanda por infraestrutura, como moradias, escolas, hospitais e estradas. Somado a isso, as conveniências modernas, como ar-condicionado, eletrodomésticos e smartphones, têm alta demanda e opções de energia renovável, como carros elétricos, energia eólica e solar, são encaradas como o futuro. Tudo isso requer cimento e minerais, e a demanda só continuará a aumentar. Lançamos o MissionZero para aproveitar a oportunidade de aumentar a produção e, ao mesmo tempo, direcionar as emissões para zero ”, disse Thomas Schulz, CEO do grupo, FLSmidth.
 
O foco principal do programa é que os clientes de cimento e mineração avancem para a emissão zero até 2030. Para isto, a FLSmidth desenvolve soluções digitais e inovadoras ligadas à produtividade sustentável. Estas soluções oferece aos clientes operar plantas de cimento com zero emissões até 2030 e gerenciar processos de mineração com zero emissões até 2030 - com foco específico no gerenciamento da água. 
 
A FLSmidth calcula reduzir as emissões de CO2 por kg de cimento em cerca de 70% até 2030, aproveitando as oportunidades nas tecnologias pioneiras existentes, projetos de inovação e P&D em estágio inicial. Para conseguir isso, a FLSmidth está desenvolvendo soluções como misturar clínquer com materiais alternativos, explorando o uso de novos tipos de cimentos e fornecendo soluções aos produtores de cimento para operar plantas 100% alternativas, incluindo soluções que evitem desperdício de energia. Além disso, a FLSmidth acelerará as soluções para fechar a lacuna restante (30%). Como essas soluções não existem atualmente, a FLSmidth buscará ativamente parcerias de conhecimento com outras empresas e fornecedores para co-criar soluções.
 
Na questão referente ao gerenciamento de água na mineração, a FLSmidth estabeleceu meta de oferecer a seus clientes soluções que suportam zero desperdício de água até 2030, aproveitando o sucesso de desenvolvimentos recentes, como sua solução de empilhamento a seco de rejeitos (DST). A utilização do horário de verão poderia recuperar até 95% da água do processo, além de ser economicamente competitiva com opções alternativas de gerenciamento de água, como dessalinização, mesmo para grandes tonelagens.
 
A FLSmidth foi uma das primeiras empresas a ingressar na Innovandi - Rede Global de Pesquisa em Cimento e Concreto da GCCA. Essa nova rede reúne a indústria de cimento e concreto com instituições científicas para impulsionar e apoiar a inovação global com pesquisas acionáveis. Seu objetivo é aproveitar de maneira decisiva o progresso da sustentabilidade do setor, com foco na redução de emissões e na obtenção de um melhor uso de combustíveis alternativos. 

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INDÚSTRIA DO CIMENTO
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Francisco Alves Apesar dos problemas gerados pela pandemia Covid-19, a indústria cimenteira avançou no processo de implementação do Roadmap que estabeleceu metas de redução das emissões de carbono até 2050. “Não houve nenhuma interrupção no período de crise. O que houve foram situações que comprometeram o desempenho em razão do fornecimento de produtos de adição”, diz o presidente do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento) e da ABPC (Associação Brasileira de Cimento Portland), Paulo Camillo Penna, referindo-se às cinzas volantes das termoelétricas e a escória da indústria do aço, que são utilizadas como insumo pela indústria. Explicando que o Roadmap está baseado em quatro pilares (adições, combustíveis alternativos, eficiência energética e estocagem de carbono), o presidente do SNIC e da ABCP disse que, antes mesmo do lançamento oficial do programa de metas, que ocorreu em 2019, a indústria brasileira já havia conseguido, em julho de 2018, mudar a norma da ABNT para o cimento e aumentar a participação do filler calcário na composição do produto, o que permite uma redução na utilização do coque. Isto, por si só, já possibilitou uma redução de 6% nas emissões de carbono. Além disso, a indústria brasileira de cimento atuou fortemente nos combustíveis alternativos, principalmente biomassa e resíduos industriais, conseguindo aumentar a participação desses insumos na substituição do coque de 15%, em 2014, para um total de 31% em 2019. Ou seja, acima da meta estabelecida no Roadmap, que era de 29% em 2025. “Apesar das dificuldades que tivemos na obtenção de insumos e na modernização dos marcos regulatórios do coprocessamento, avançamos bastante em combustíveis alternativos”, afirmou Paulo Camillo Penna, acrescentando que, nos últimos 20 anos, o Brasil ficou como um dos países com menores emissões no mundo pela indústria do cimento e voltou a ser líder mundial em baixas emissões de CO2 por tonelada de cimento produzida. Os números de 2019 (os mais recentes) indicam que o Brasil está emitindo 564 kg por tonelada, para uma média mundial de 634 kg por tonelada. A projeção brasileira para 2050 é de apenas 375 km por tonelada. “A meta é reduzir as emissões de 40 milhões de toneladas para 44 milhões t, mas numa base de 70 milhões t em 2014 e 115 milhões t em 2050, o que é algo desafiador”, enfatiza Camillo Penna. Ele informa também que, ainda na linha dos combustíveis alternativos, agora a indústria do cimento está trabalhando com o Ministério do Meio Ambiente no programa Lixão Zero. E conseguiu aprovar uma resolução que permite a utilização dos resíduos domésticos e comerciais (o lixo comercial e doméstico não reciclável) como combustível alternativo, o que contribuirá para que os cerca de 3 mil aterros sanitários existentes no País ganhem sobrevida, já que passarão a receber menos resíduos, alongando sua vida útil. Leia a reportagem completa na edição 198 de Saneamento Ambiental

2 de agosto, 2021
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EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
Redução de 3% das emissões de CO2

Se o calcário fosse substituído por argila na produção de cimento, as emissões globais de CO2 poderiam ser 3% menores, defende a FLSmidth. A companhia ressalta que se a indústria do cimento fosse um país, seria o terceiro maior emissor de CO2do mundo, superado apenas pelos Estados Unidos e China. Na América Latina, Brasil e México produzem mais de 100 milhões de toneladas métricas de cimento por ano (MTA). Argentina e Peru seguem em produção e consumo de cimento, com mais de 10 MTA. No mundo, a produção de cimento responde por um total de 8% das emissões globais. Este cenário climático global tem apresentado a necessidade de optar por alternativas menos poluentes e, assim, reduzir as emissões de CO2 associadas à produção de cimento. Nesse cenário, Fleming Voetmann, vice-presidente da FLSmidth, explica os benefícios do MissionZero, projeto que visa orientar a indústria do cimento em um caminho mais sustentável e, portanto, atingir zero emissões de CO2 até 2030. Para atingir esse objetivo, a FLSmidth iniciou projetos-piloto com clientes e instituições acadêmicas. O uso e os resultados deste novo cimento "verde" em estradas curtas e pequenas pontes tem sido promissor. No momento, há aproximadamente 70% da tecnologia necessária para cumprir a promessa do MissionZero, de atingir zero emissões de CO2 até 2030. "Estamos confiantes de que a abordagem e o investimento que estamos fazendo em pesquisa e desenvolvimento fornecerão os 30% restantes nos próximos anos", disse Voetmann. Além da técnica de calcinação da argila, existem outras iniciativas, como a eliminação gradativa de fontes de energia fóssil por meios como a eletrificação. Outro fator importante a levar em conta é a mudança de mentalidade do setor. Esse esforço exige não apenas investimentos em máquinas e equipamentos, mas também um compromisso com o combate aos desafios da desaceleração do aquecimento global.

3 de março, 2021
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Vale investe US$ 2 bi para reduzir emissões

A Vale anunciou investimentos de US$ 2 bilhões (já previsto no guidance de Capex) para reduzir em 33% suas emissões absolutas diretas e indiretas (escopo 1 e 2) até 2030. As emissões diretas têm origem nas operações próprias, enquanto as indiretas, de origem externa, são usadas no processo produtivo, como no consumo de energia elétrica. A meta está alinhada com o Acordo de Paris, que estabeleceu um limite máximo de aumento da temperatura média global de 2ºC até 2100. O valor investido é o maior da indústria da mineração no objetivo de combater as mudanças climáticas. Com a iniciativa, a Vale pretende ser uma companhia com emissão líquida zero nos escopos 1 e 2 (emissões diretas e indiretas, respectivamente) em 2050, liderando o setor para uma mineração carbono neutra. O anúncio dos investimentos foi feito pelo diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, durante encontro anual com analistas do Bank of America Merrill Lynch, que por conta da pandemia do novo coronavírus foi realizado virtualmente. "Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada à mudança climática por uma redução robusta nos escopos 1 e 2”, afirma Bartolomeo. "Estamos dando mais um passo na construção de um novo pacto com a sociedade, com transparência e responsabilidade.” A Vale estabeleceu o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por seis diretores-executivos e empregados de diversas áreas da empresa, cujo objetivo é guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos. Segundo o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio, estão sendo analisadas 35 iniciativas por meio da “Curva de Custo Marginal de Abatimento”, ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão. “Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável, já que uma das metas da Vale é ter 100% da sua autoprodução de energia elétrica vinda de fontes limpas, como eólica e solar, em suas plantas no mundo”, explica Osorio. Até o final de 2020 já estarão em operação os projetos-pilotos da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM) que irá receber a primeira locomotiva de manobra 100% elétrica; equipamentos elétricos serão testados em operação subterrânea nas minas de Creighton, Coleman e Copper Cliff no Canadá; e serão feitos testes de uso de biocombustíveis na pelotização em Vitória. O ano-base usado no cálculo da meta carbono foi o de 2017, quando a Vale emitiu 14,1 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O objetivo é reduzir para 9,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2030. Paralelamente aos projetos, a Vale terá que restaurar e proteger mais 500 mil hectares de floresta nativa restaurados e protegidos até 2030. Hoje, a empresa já ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares no mundo. Além da neutralização dos escopos 1 e 2 até 2050, a Vale pretende estabelecer uma ambição para o escopo 3, para induzir clientes e fornecedores na mesma direção. A companhia atuará para redução das emissões por meio de engajamento ativo com clientes da siderurgia e metalurgia. A empresa vai orientar sua atuação com base em relações de ganha-ganha, produtos menos intensivos e novas tecnologias.

18 de maio, 2020
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INDÚSTRIA CIMENTEIRA
O esforço para reduzir emissões

A indústria brasileira do cimento possui um dos menores níveis de emissão de CO 2 por tonelada de cimento produzida e segue no propósito de reduzir sua intensidade carbônica em 33% até 2050, “com base nos valores atuais”. As medidas necessárias para tanto estão baseadas em quatro pilares: adições e substituições de clínquer, por meio do uso de subprodutos de outras atividades; combustíveis alternativos aos fósseis não renováveis; medidas de eficiência energética; e tecnologias inovadoras para captura de carbono. Hoje o setor de cimento conta com 100 fábricas no Brasil, sendo 64 delas integradas (que abrangem todo o ciclo, do minério à produção do clínquer) e 36 moagens (não têm fornos – compram apenas o clínquer). Destas, 14 fábricas integradas e 6 moagens estão fechadas e das que estão ativas muitas estão com parte dos fornos paralisados. Com isso, a capacidade ociosa está em 47% e a produção atual é de 53 milhões de toneladas. O Brasil é o 12º produtor mundial de cimento, mas em 2014, na ocasião do pico de produção, ocupava a 5ª posição, com 86 milhões t de capacidade produtiva e 71,7 milhões t de produção. Todo o consumo está direcionado para o mercado interno e a exportação é incipiente, basicamente de cimento branco (volume pouco significativo). Veja detalhes do plano da indústria brasileira do cimento para reduzir suas emissões em www.sambiental.com.br/revista/192

19 de julho, 2019
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CIMENTO
Indústria lança programa para reduzir emissões

Embora esteja bem posicionada mundialmente em termos de geração de CO2, a indústria brasileira de cimento quer melhorar ainda mais os seus índices. Para isto está implementando um programa denominado Road Map Brasil, que tem por objetivo fazer o mapeamento das tecnologias existentes e aquelas que o País precisa implementar para obter uma maior redução na emissão de CO2 até 2050. O anúncio do programa foi feito pelo presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), José Otávio de Carvalho, durante o 7o. Congresso Brasileiro de Cimento, que se realiza em São Paulo, de 20 a 23 de junho. O evento, promovido pela ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) e SNIC, reúne cerca de 250 profissionais ligados à indústria cimenteira do Brasil e de outros países para discussão de temas como inovações, emissões atmosféricas/controle ambiental, normalização e qualidade. De acordo com Renato Giusti, presidente da ABCP, apesar de ter registrado uma redução nas vendas da ordem de 10% em 2015 e de esperar resultado semelhante para este ano, a indústria cimenteira brasileira mantém suas metas de aumento da eficiência energética e redução das emissões de gases de efeito estufa, apesar de já se destacar em termos mundiais. Com uma geração de 600 kg de CO2 por tonelada de cimento produzida, a indústria brasileira participa com 2,8% da geração desse gás, enquanto no mundo as cimenteiras respondem por 5,0% da geração. Mesmo assim, em termos do total de emissões da indústria brasileira como um todo, o cimento responde por 29,6%, perdendo apenas para a siderurgia, que gera 43%. Daí a razão do programa Road Map Brasil, que vai focar em quatro áreas: combustíveis alternativos, melhoria da eficiência energética, aditivos para o clínquer e captura e estocagem de carbono. O programa, coordenado pelo cientista José Goldenberg (presidente da Fapesp), conta com a participação da maioria da empresas produtoras de cimento no País, de universidades, entidades governamentais e da sociedade civil.

21 de junho, 2016
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EMISSÕES
Siemens quer atingir carbono zero em 2030

A Siemens anunciou que tem objetivo de ser a primeira empresa industrial do mundo a atingir a pegada de carbono zero até 2030. A Companhia planeja cortar sua emissão de dióxido de carbono (CO 2 ) – que atualmente, soma cerca de 2,2 milhões de toneladas métricas por ano – pela metade até 2020. Para atingir a meta, a Siemens investirá cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos, a fim de reduzir a pegada de energia de suas instalações de produção e edifícios, incluindo locais nos Estados Unidos, Alemanha, China, Brasil e Grã-Bretanha. “Com esta iniciativa, a Companhia espera demonstrar a outras empresas que cortar a pegada de carbono não é apenas possível, mas rentável, pois todo o investimento será direcionado a projetos que se paguem ao longo do tempo, gerando uma redução dos custos mundiais de energia de 20 milhões de euros por ano”, explica Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. Como atua em áreas que vão desde turbinas eólicas e de gás até sistemas de automação para trens de alta velocidade e máquinas de ressonância magnética, a Siemens entende que essa medida é uma responsabilidade, e que não é necessário esperar por um tratado internacional ou novos regulamentos para pôr em prática planos de redução de impacto ambiental. Para reduzir suas emissões, a Siemens focará três iniciativas – inicialmente, usará sistemas de energia distribuídos em suas instalações de produção e edifícios para otimizar os custos de energia, por meio da combinação do uso de painéis solares, turbinas eólicas e a gás com gestão energética inteligente, smart grids e soluções de armazenamento energético; em segundo lugar, vai empregar sistematicamente veículos de baixa emissão e conceitos de e-mobilidade em sua frota de automóveis global. Atualmente, sua frota é de aproximadamente 45 mil veículos, que produzem cerca de 300 mil toneladas métricas de emissões de carbono por ano. Em terceiro lugar, seguirá em direção ao uso de uma combinação de energia limpa – a exemplo do gás natural e da energia eólica – que emitem pouco ou nenhum CO2. Para compensar as emissões que não podem ser evitadas a curto prazo, a Siemens comprará energia limpa a partir de fontes renováveis como parques eólicos e créditos de carbono de organizações que trabalham para reduzir o carbono em todo o mundo por meio do reflorestamento, por exemplo. No Brasil, a Siemens seguirá o planejamento global e continuará investindo em iniciativas próprias, como nos projetos de certificação LEED, em sua política de home office que promove melhor uso dos recursos (inclusive de energia), no desenvolvimento de competências em eficiência energética para público interno selecionado (com o propósito de identificar oportunidades nesta área que possam ser convertidas em projetos de investimento viáveis de melhoria na eficiência energética) nas certificações ISO 14001 e no monitoramento e controle de indicadores de eficiência energética para gestão de governança dos resultados.

8 de outubro, 2015