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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Sabesp apresenta carreta “Somos Água”

Entre os dias 15 e 18 de outubro, a Sabesp disponibilizou a carreta “Somos Água”, laboratório móvel e interativo com fins educativos, que ficou aberta na Obra Social Dom Bosco de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista. Os interessados puderam conhecer com tecnologia avançada como é o processo de produção da água potável, dos mananciais até a torneira. O espaço itinerante também mostrou informações sobre a importância do uso racional da água e da preservação do meio ambiente. O primeiro espaço visitado foi um cinema “360 graus”, formado por três painéis de LEDs que mostravam o percurso da água desde sua formação através das chuvas, até a captação e encaminhamento para as estações de tratamento, e, finalmente, chegando ao consumidor. Após o cinema, os visitantes passaram por uma reprodução em pequena escala de laboratório de análise de água da Sabesp. No local, eles verificaram como é feito o controle da qualidade da água, acompanhados por monitores. Ainda nessa etapa, o público conheceu os diversos tipos de fraudes em hidrômetros e aprendeu que furto de água é crime, que penaliza a população, estimula o desperdício e pode ser denunciado por qualquer cidadão por meio da Central de Atendimento 195, da Sabesp, ou no Disque-Denúncia (181), da Secretaria da Segurança Pública do Governo do Estado de São Paulo. No final da visita, adultos e crianças participaram de jogos interativos montados no interior da carreta. Os visitantes caçaram fraudes e tentaram conectar corretamente ligações subterrâneas de água, águas pluviais e esgotos. Para completar, óculos de realidade virtual permitiram a todos conhecer os mananciais da Sabesp e até vivenciar a limpeza de uma caixa d’água. A carreta “Somos Água” vai percorrer diversos municípios do Estado de São Paulo. Alunos de escolas públicas e privadas visitarão o equipamento em diversas regiões paulistas.

Entre os dias 15 e 18 de outubro, a Sabesp disponibilizou a carreta “Somos Água”, laboratório móvel e interativo com fins educativos, que ficou aberta na Obra Social Dom Bosco de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista.

Os interessados puderam conhecer com tecnologia avançada como é o processo de produção da água potável, dos mananciais  até a torneira. O espaço itinerante também mostrou informações sobre a importância do uso racional da água e da preservação do meio ambiente.

O primeiro espaço visitado foi um cinema “360 graus”, formado por três painéis de LEDs que mostravam o percurso da água desde sua formação através das chuvas, até a captação e encaminhamento para as estações de tratamento, e, finalmente, chegando ao consumidor. Após o cinema, os visitantes passaram por uma reprodução em pequena escala de laboratório de análise de  água da Sabesp. No local, eles verificaram como é feito o controle da qualidade da água, acompanhados por monitores. Ainda nessa etapa, o público conheceu os diversos tipos de fraudes em hidrômetros e aprendeu que furto de água é crime, que penaliza a população, estimula o desperdício e pode ser denunciado por qualquer  cidadão por meio da Central de Atendimento 195, da Sabesp, ou no Disque-Denúncia  (181), da  Secretaria da Segurança Pública do Governo do Estado de São Paulo.

No final da visita, adultos e crianças participaram de jogos interativos montados no interior da carreta. Os visitantes caçaram fraudes e tentaram conectar corretamente ligações subterrâneas de água, águas pluviais e esgotos. Para completar, óculos de realidade virtual permitiram a todos conhecer os mananciais da Sabesp e até vivenciar a limpeza de uma caixa d’água.

A carreta “Somos Água” vai percorrer diversos municípios do Estado de São Paulo. Alunos de escolas públicas e privadas visitarão o equipamento em diversas regiões paulistas. 

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GUARULHOS
Sabesp retira 700 mil do rodízio

Um mês após assumir o serviço de abastecimento de água em Guarulhos, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já retirou cerca de 700 mil pessoas do rodízio. Moradores dos bairros Bom Clima, Bosque Maia, Cocaia, Cidade Martins, Ponte Grande e Vila Galvão foram beneficiados por obras e melhorias operacionais. A Sabesp prevê acabar com o rodízio até o final de 2019. Além disso, a Sabesp já realizou mais de 3.500 serviços no município, como consertos de vazamentos e manutenções nos sistemas de água, que reduziram perdas, aumentaram a eficiência operacional e diminuíram a duração do rodízio em outras áreas. A companhia oferece ainda conjunto de produtos e serviços aos clientes comerciais e industriais da cidade, como contrato de fidelização, programa de recebimento de esgoto não doméstico e água de reúso. O contrato de fidelização faz parte do programa “Sabesp Soluções Ambientais”, que ajuda no combate ao desperdício, reduz custos e contribui com a preservação do meio ambiente. O contrato proporciona economia aos grandes consumidores, além de incentivar o uso racional da água ao gerar melhor gestão de seus custos fixos. O serviço de recebimento do esgoto não doméstico permite que as empresas destinem corretamente os resíduos que não podem receber o tratamento padrão por terem uma constituição diferente. Estes resíduos muitas vezes têm produtos químicos danosos, resultados de processos industriais, e que necessitam de tratamento mais complexo, sob pena de causar grande prejuízo ambiental se chegarem aos corpos d’água. A água de reúso oferecida pela Sabesp é voltada para os chamados usos menos nobres, industriais, urbanos, de jardinagem e de limpeza de equipamentos e áreas específicos. A água de reúso também poupa a utilização da água potável, ajudando a preservar os mananciais.

6 de fevereiro, 2019
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ABASTECIMENTO
PURA beneficia 380 escolas em São Paulo

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo iniciaram a implantação do PURA - Programa de Uso Racional da Água – em mais de 380 escolas da rede estadual. Com investimentos da ordem de R$ 20 milhões, as ações englobam reformas nos prédios e o uso de tecnologia para a economia de água, além do remanejamento de redes, campanhas educacionais, detecção e correção de vazamentos internos e acompanhamento do consumo em tempo real. A estimativa é que a economia de água em todas as instituições alcance sete milhões de litros mensais, o que equivale a um consumo de 2.200 pessoas. As escolas selecionadas estão localizadas nas áreas de atendimento dos Sistemas Alto Tietê e Cantareira. Desde 2009, um total de 629 escolas já foram beneficiadas pelo PURA na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), enquanto que no interior e litoral o número chega a 559. Além do benefício ambiental, o PURA também proporciona redução de custos aos cofres públicos, já que as entidades públicas que participam do programa têm uma tarifa 25% menor. A estimativa é que sejam economizados R$ 250 mil por mês. Os recursos para a implantação do programa são do Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos), obtidos pela Secretaria da Educação. As adequações prediais levam de 15 a 30 dias, dependendo da complexidade dos serviços necessários. São realizadas substituições nos encanamentos, instalação de aeradores nas torneiras, equipamentos antivandalismo nos banheiros e melhoria nas caixas-d’água, por exemplo. Na sequência, os profissionais que atuam no local passam por orientação educacional para mudarem o perfil de consumo e conscientizarem também os alunos. O cronograma das obras nas escolas é definido pela Secretaria da Educação e a previsão é que as 380 unidades estejam prontas em setembro deste ano.

19 de abril, 2017
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ÁGUA
Sabesp realiza ação contra furtos

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), com apoio da Secretaria da Segurança Pública do Governo do Estado de São Paulo, ampliou as ações de combate ao furto de água na Região Metropolitana com a chamada Operação Caça-Fraude. Nos nove primeiros meses de 2016, as operações indiciaram 110 pessoas, boa parte por furto de água. No mesmo período do último ano foram 102 indiciamentos, o que representa um crescimento de 7,3%. Os chamados “gatos” na rede de água são tratados como delito menor, mas a ação é qualificada como crime de furto, tipificado no Artigo 155 do Código Penal e que prevê de um a quatro anos de reclusão, caso o suspeito seja condenado. Nos casos em que o furto ocorre com a participação de duas ou mais pessoas ou destruição de equipamentos, o crime é qualificado, o que eleva a pena para até oito anos de cadeia. Para descobrir as fraudes, a Sabesp atua em conjunto com a Polícia Civil para casos em que o fraudador impede a fiscalização e também para prender os agentes fraudadores - que vendem a adulteração a moradores, comerciantes e indústrias. Mais de 60 equipes caça-fraude realizam vistorias semanais na RMSP utilizando tecnologia avançada, onde usam, por exemplo, uma sonda especial que é inserida no cavalete do imóvel. O equipamento utiliza raios infravermelhos, como no controle remoto da TV, para fazer uma varredura da tubulação e verificar se existe alguma irregularidade que possa burlar a medição do hidrômetro. Tudo é realizado de forma rápida, sem a necessidade de quebrar o piso. Outro equipamento utilizado é o detector de ímãs, onde os técnicos, mesmo do lado de fora das residências, conseguem constatar se há um campo magnético fora do comum próximo ao hidrômetro – indício de que um ímã pode estar em uso para prejudicar ou impedir a medição do consumo de água. A Sabesp tem também substituído gradualmente os hidrômetros convencionais por modelos blindados contra ímãs e que não podem ser burlados por ondas magnéticas. Essa troca não está restrita aos casos de suspeita de fraude com ímã: todos os hidrômetros da Companhia serão substituídos gradualmente pela nova tecnologia. Em média, a substituição dos hidrômetros é efetuada a cada seis anos. A Sabesp ressalta a importância da população na identificação do crime de furto de água pelos telefones 195 ou pelo Disque-Denúncia (telefone 181), cuja chamada é gratuita e não exige a identificação de quem telefona. “Quem comete o crime não se preocupa com o desperdício, pois acredita que não irá pagar pelo alto consumo. É comum entre fraudadores deixar torneiras abertas e não consertar vazamentos”, afirma Marcelo Fridori, superintendente de Auditoria da Sabesp.

13 de outubro, 2016
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CANTAREIRA
Sabesp propõe poupança para nova outorga

Durante duas reuniões técnicas públicas realizadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE), a Sabesp propôs nova mecânica para a renovação de outorga do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento da Grande São Paulo e parte da região de Campinas. A decisão final da nova outorga sai em março de 2017 e será publicada em maio do mesmo ano. A Sabesp propõe que a água não utilizada gere uma poupança que possa ser usada posteriormente pela região que fez a economia, na mesma proporção. Para que a poupança funcione, a água seria dividida na entrada e o gasto de cada região (Grande São Paulo ou Campinas/PCJ) seria contabilizado e calculado, periodicamente, com o cálculo do saldo descontado do volume utilizado. Segundo a Sabesp, dessa forma o repasse do Cantareira para a área do PCJ só seria realizado quando necessário e na quantidade certa, e não de forma contínua e sem conformidade com o que está sendo usado. A proposta da poupança tem como objetivo incentivar a economia de água, mesmo em épocas de grandes volumes de chuvas, a fim de garantir reservas para os poupadores. A proposta prevê ainda a divisão da água que entra no sistema e não apenas da água imediatamente disponível. “Os números mostram que existe água suficiente para atender a todos, basta administrar bem e as duas regiões trabalharem juntas em colaboração e não em disputa pela água”, ressalta o superintendente de Produção de Água Metropolitana da Sabesp, Marco Antônio Lopez Barros. A proposta é compatível com a eventual adoção de “regra emergencial”, a ser adotada quando o Sistema Equivalente (que considera apenas os reservatórios Jaguari/Jacareí, Cachoeira e Atibainha, sem a Paiva Castro) estiverem em níveis críticos. Nesse caso, as retiradas de água para atender às duas populações serão decididas pelos órgãos gestores de recursos hídricos.

5 de agosto, 2016
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PCJ
Museu da Água é inaugurado em Indaiatuba

No dia 30 de abril aconteceu a inauguração do Museu da Água, localizado na cidade paulista de Indaiatuba. O espaço criado pela Prefeitura Municipal e pelo Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) visa despertar e incentivar o pensamento sustentável e irá contar a história da água em Indaiatuba e em uma perspectiva global, em instalações modernas e interativas. O Consórcio PCJ é um dos apoiadores institucionais do Museu da Água e forneceu material didático e de educação ambiental para ser distribuído aos visitantes do local. O consórcio também contribuiu na concepção do acervo do museu. Instalado na área da Represa do Cupini, primeira captação de água do município e que abastece a cidade desde 1937, o Museu conta com um prédio construído com arquitetura moderna e perfeitamente integrado à natureza. No museu, o visitante assiste primeiramente a um vídeo sobre o museu, para depois acompanhar a exposição temporária denominada Caixa D´Água, onde são transmitidas importantes informações sobre a água em seus diversos estágios e tempo. Por uma passarela panorâmica o visitante chega à Sala Histórica, onde há um acervo de peças e fotos que contam a história do abastecimento em Indaiatuba. Fechando a visita, um passeio monitorado pela trilha que é cenário do Programa de Educação Ambiental “Na Trilha das Águas”, uma parceria entre o Saae e a Secretaria Municipal de Educação, a experiência de caminhar pela mata, dá ao visitante a real ideia da importância de preservar a mata ciliar, e de todo o processo necessário para chegarmos à água potável. O secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, diz que o Museu será um importante ponto turístico em Indaiatuba, com potencial de atrair visitantes de várias partes das Bacias PCJ, do Brasil e do mundo. “O Consórcio PCJ tem sensibilizado os municípios da região sobre a necessidade de investimentos em Ecoturismo e Turismo Rural como forma de preservar os mananciais e, também, reacender a atividade econômica, tão abalada pelas crises hídrica, econômica e política, pelas quais passa o nosso País”, comentou. O Museu irá funcionar de terça-feira a domingo e feriados, das 9h às 16h. Visitas monitoradas e em grupos ocorrerão de terça a sexta-feira com agendamento prévio que poderão ser feitos através do e-mail [email protected] , ou pelo telefone (19) 3834-9433.

16 de maio, 2016
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BACIAS HIDROGRÁFICAS
Governo paulista adere ao CAB

O Governo do Estado de São Paulo firmou parceria com a Itaipu Binacional para implantação do Programa Cultivando Água Boa (CAB) para a gestão de bacias hidrográficas em torno dos mananciais que abastecem a cidade. O acordo de cooperação foi firmado durante o Seminário Água Boa em São Paulo: cenários, práticas e soluções, na Bienal do Parque do Ibirapuera. No local também foi montada uma exposição com fotos, depoimentos e conteúdo do CAB. A mostra seguiu para a Umapaz, no Parque Ibirapuera, onde permanecerá durante todo o ano de 2016. O CAB contém 20 programas divididos em 65 projetos interconectados e estruturados de forma conjunta e participativa. Os principais são: Educação Ambiental ; Gestão por Bacias Hidrográficas; Gestão da Informação Territorial; Saneamento na Região; Desenvolvimento Rural Sustentável/Vida Orgânica; Plantas Medicinais; e os programas de inclusão social, produtiva e tecnológica de segmentos socialmente vulneráveis, como indígenas, catadores de materiais recicláveis e pescadores artesanais. Os bons resultados alcançados em 13 anos do CAB ganha repercussão nacional e internacionalmente, o que se traduz em inúmeras parcerias para replicação da metodologia do programa em outras bacias hidrográficas. Com os governos do Paraguai e da Argentina, o CAB tem colaborado para a recuperação de microbacias na margem paraguaia da Itaipu e também na binacional Yacyretá, localizada no Rio Paraná, 400 km a jusante de Itaipu. No Brasil, os governos de Minas Gerais e do Distrito Federal adotaram o programa como política pública em 2015. E, agora, o município de São Paulo se une a esses governos. A capital paulista enfrentou por quase dois anos uma das piores secas de sua história. A situação voltou a se normalizar no final de 2015.

20 de abril, 2016
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INSUMOS
Aliança pela Água lança app sobre escassez

A Aliança Pela Água, rede que reúne mais de 60 entidades entre ONGs, especialistas e movimentos sociais lança, dia 10 de setembro, o aplicativo “Tá Faltando Água”, rede social de mobilização e conscientização que vai mapear a falta de água na região metropolitana de São Paulo. O lançamento acontecerá às 18 horas no espaço Aldeia, onde a Aliança Pela Água vai ainda promover um debate com Marussia Whately, coordenadora da Aliança, e Ricardo Manuel Castro, promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, com mediação do jornalista Bruno Torturra. Ao final, um coquetel vai marcar a inauguração da exposição da fotógrafa Martha Lu, que registrou famílias atingidas pela falta d’agua em São Paulo. O evento será transmitido ao vivo, pelo link: www.saladecrise.com.br . O aplicativo utiliza sistemas de geolocalização do próprio celular ou o CEP do imóvel atingido e permite que as pessoas registrem a falta d’agua em seu imóvel. Assim como no aplicativo de trânsito “Waze”, será possível ver a incidência de falta d’agua em tempo real em toda a cidade, com avatares dos usuários indicando a localização. Parte da campanha "#TáFaltandoÁgua", o aplicativo permitirá ainda que a Aliança e seus parceiros produzam um mapeamento detalhado das áreas da região metropolitana de São Paulo que estão sofrendo com falta d’agua. “Mais do que apenas chamar atenção para o tamanho da crise dentro da casa das pessoas, o aplicativo permite que as pessoas percebam a dimensão da falta d’agua em seus bairros e possam se conscientizar e mobilizar em torno de soluções conjuntas”, explica Marussia. Serão duas versões do mesmo aplicativo: um disponível na internet, desenvolvido pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA), para acesso via navegador, e outro para celulares com sistema operacional Android e iOS, desenvolvido por voluntários da empresa Autbank. Os resultados serão sistematizados e divulgados periodicamente no site Sala de Crise ( www.saladecrise.com.br ), da Aliança Pela Água, em formato de relatório e base de dados aberta para análises independentes.

10 de setembro, 2015
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SANEAMENTO
Fenasan reúne especialistas em São Paulo

Começou ontem, em São Paulo, o 26 º Congresso Nacional de Saneamento e Meio Ambiente/ Fenasan (Feira Nacional de Saneamento Ambiental), sob o tema “A crise da água e suas consequências no séc. XXI”, com palestra ministrada pelo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, que abordou a necessidade de se constituir um capital cívico, pautado pela confiança da sociedade nos poderes públicos e pelo exercício da cidadania. Kelman atribuiu a crise hídrica às intempéries climáticas, com a maior seca em mais de oito décadas e relatou o enfrentamento com as medidas adotadas pela Sabesp, como a concessão de bônus e campanhas de conscientização para a sociedade, bem como ações trabalhadas pelo corpo técnico da empresa, como as obras de interligação de sistemas de distribuição de água; as ampliações de estações de tratamento e construção de adutoras. Em âmbito interno, informou que a Sabesp estrutura um planejamento estratégico, focado na detecção de problemas de abastecimento, gestão de perdas, destinação de recursos e contratos de programas, que priorizam o tratamento de água e esgoto para a população, além de uma revisão com a agência reguladora de saneamento para questões tarifárias. No ano passado, a produção de água potável da companhia foi 28% menor em comparação ao volume registrado em 2013 – com isso, o faturamento da companhia também foi menor, informou Kelman, sem mencionar valores. Na ocasião, o presidente da AESabesp Reynaldo Young Ribeiro presenteou o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, com um guarda-chuva, reforçando sua esperança de que o brinde seja bastante utilizado. A Feira deste ano conta com cerca de 250 estandes, com a estimativa de recebimento de 20 mil visitantes. Os expositores estão convictos que terão bons volumes de negociação de seus produtos e serviços.

5 de agosto, 2015