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LIXO

Santo André se destaca na coleta

Segundo pesquisa realizada pelo instituto Indsat (Indicadores de Satisfação de Serviços Públicos), o serviço de coleta seletiva de lixo em Santo André (SP), feito pelo Semasa - Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André – está próximo da excelência. O levantamento constatou que o serviço no município é o melhor entre as dez melhores cidades paulistas, sendo ainda o serviço público mais bem avaliado pelos moradores do município. "A qualidade dos serviços públicos prestados à população é foco de constante aprimoramento por parte da nossa gestão. E o bom desempenho da coleta de lixo no município reflete a busca pela excelência, sobretudo na limpeza e manutenção da cidade", destacou o prefeito Paulo Serra. O estudo apontou que, no 1º trimestre deste ano, a coleta de lixo recebeu a avaliação de 796 pontos em Santo André, o que a enquadra no grau de excelência, atribuído aos serviços que recebem entre 650 e 799 pontos, segundo critérios do Indsat. Ainda de acordo com o instituto, o serviço está a apenas 4 pontos do alto grau de satisfação, ou seja 800 ou mais, que é a maior classificação atribuída pelo estudo. O levantamento constatou também que a avaliação da coleta de lixo realizada pelo Semasa tem melhorado ao longo dos últimos trimestres. Em 2017, os índices ficaram entre 724 e 774 pontos. Em 2018, a área apresentou evolução nos quatro trimestres consecutivos, atingindo sua melhor pontuação no último trimestre do ano: 783 pontos. Além da coleta do lixo comum, Santo André realiza a coleta seletiva porta a porta em todo o município. São ao menos quatro coletas semanais, sendo três para os resíduos úmidos e uma para os secos. O município do ABC paulista também é o único a ter aterro próprio, com avaliação 9,4 da Cetesb, a melhor pontuação da Região Metropolitana de São Paulo. A cidade ainda possui 21 estações de coleta, ou ecopontos, que recebem resíduos especiais e volumosos gratuitamente, inclusive aos domingos e feriados. O Indsat utiliza metodologia exclusiva de classificação. O cálculo leva em conta os critérios avaliativos de ótimo, bom, regular, ruim e péssimo. No caso da coleta de lixo em Santo André, 11% dos entrevistados a consideram ótima, 79% boa, 8% regular, 1% ruim e 1% péssima. Ao todo, na pesquisa Indsat, os moradores julgam a qualidade de 16 serviços públicos prestados no município.

Segundo pesquisa realizada pelo instituto Indsat (Indicadores de Satisfação de Serviços Públicos), o serviço de coleta seletiva de lixo em Santo André (SP), feito pelo Semasa - Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André – está próximo da excelência. O levantamento constatou que o serviço no município é o melhor entre as dez melhores cidades paulistas, sendo ainda o serviço público mais bem avaliado pelos moradores do município. 
 
"A qualidade dos serviços públicos prestados à população é foco de constante aprimoramento por parte da nossa gestão. E o bom desempenho da coleta de lixo no município reflete a busca pela excelência, sobretudo na limpeza e manutenção da cidade", destacou o prefeito Paulo Serra. O estudo apontou que, no 1º trimestre deste ano, a coleta de lixo recebeu a avaliação de 796 pontos em Santo André, o que a enquadra no grau de excelência, atribuído aos serviços que recebem entre 650 e 799 pontos, segundo critérios do Indsat. Ainda de acordo com o instituto, o serviço está a apenas 4 pontos do alto grau de satisfação, ou seja 800 ou mais, que é a maior classificação atribuída pelo estudo.
 
O levantamento constatou também que a avaliação da coleta de lixo realizada pelo Semasa tem melhorado ao longo dos últimos trimestres. Em 2017, os índices ficaram entre 724 e 774 pontos. Em 2018, a área apresentou evolução nos quatro trimestres consecutivos, atingindo sua melhor pontuação no último trimestre do ano: 783 pontos. 
 
Além da coleta do lixo comum, Santo André realiza a coleta seletiva porta a porta em todo o município. São ao menos quatro coletas semanais, sendo três para os resíduos úmidos e uma para os secos. O município do ABC paulista também é o único a ter aterro próprio, com avaliação 9,4 da Cetesb, a melhor pontuação da Região Metropolitana de São Paulo. A cidade ainda possui 21 estações de coleta, ou ecopontos, que recebem resíduos especiais e volumosos gratuitamente, inclusive aos domingos e feriados.
 
O Indsat utiliza metodologia exclusiva de classificação. O cálculo leva em conta os critérios avaliativos de ótimo, bom, regular, ruim e péssimo. No caso da coleta de lixo em Santo André, 11% dos entrevistados a consideram ótima, 79% boa, 8% regular, 1% ruim e 1% péssima. Ao todo, na pesquisa Indsat, os moradores julgam a qualidade de 16 serviços públicos prestados no município.

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COLETA SELETIVA
Amlurb registra aumento de 35%

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) divulgou que o mês de junho registrou aumento de 35% na coleta seletiva em relação ao mesmo mês de 2019. O volume de resíduos que foram para a reciclagem passou de 5,8 mil toneladas para 7,8 mil toneladas na comparação entre junho de 2019 e 2020. A Amlurb comenta que houve também queda de 22% nos dados de varrição, por causa das pessoas estarem mais tempo em suas casas. O aumento da coleta seletiva vai ao encontro do crescimento de quase 40 mil visitas. Isso se explica pelo maior interesse da população em consumir informações sobre reciclagem, além de terem no site um local para esclarecimento de dúvidas. Os conteúdos mais procurados foram: onde encontrar “pontos de coleta”, “reciclagem de latas: entenda sua importância e saiba como fazer” e “você sabe as diferenças entre lixo orgânico e reciclável”. O Recicla Sampa foi lançado em 2019 e já teve mais de 265 mil acessos. Comparando o primeiro semestre de 2019 com o mesmo período do ano corrente, foi verificado um crescimento de 295% no número de visitas, sendo que o público da plataforma é majoritariamente feminino (70%). Mesmo no período da pandemia, o destino de resíduos recicláveis continua sendo as Centrais Mecanizadas de Triagem, que possuem capacidade operacional de 500 toneladas diárias de resíduos, 250 t cada uma. Segundo órgãos municipais, o descarte correto deve ser feito em sacos de lixo reforçados. Os resíduos devem ser ensacados duas vezes em sacos resistentes, descartáveis e com enchimento de até dois terços da sua capacidade. Essa medida visa evitar o contato dos coletores com possíveis resíduos contaminados.

3 de agosto, 2020
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LIXO ELETRÔNICO
Semasa combate descarte incorreto

O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) realiza, de 16 a 20 de setembro, mais uma Semana dos Resíduos Eletroeletrônicos. Esta é a segunda edição da ação em 2019, que tem como objetivo evitar o descarte incorreto de equipamentos quebrados ou sem utilidade na cidade. Na 1a. semana, a companhia recebeu mais de 600 equipamentos que acabaram tendo um descarte ambientalmente correto. "Esta é uma ação de educação ambiental. Quase todo mundo tem um lixo eletrônico em casa e não sabe o que fazer com ele. Um celular velho e sem uso, eletrodomésticos queimados, fios diversos, uma TV ou rádio velhos. A gente quer incentivar e facilitar a vida dos munícipes. Esse é um serviço que soma às nossas Estações de Coleta que já recebem esse material", afirma o superintendente do Semasa, Almir Cicote. O descarte incorreto do e-lixo causa sérios problemas ao meio ambiente e à saúde das pessoas, porque ele contém em sua composição materiais tóxicos, como chumbo, mercúrio e arsênio. A Semasa espera receber equipamentos de informática e eletrodomésticos, inclusive cabos e CPUs. Todo material recolhido nestes cinco dias será doado ao Projeto Lapidar, uma entidade social de Santo André que atua com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A organização dá o destino correto aos equipamentos. Não serão aceitos os eletrodomésticos da chamada linha branca, como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, por conta da limitação de espaço. Entretanto, estes equipamentos podem ser entregues a qualquer Estação de Coleta do Semasa, de onde são encaminhados para a reciclagem correta. Pilhas e baterias, lâmpadas, CDs e DVDs, fitas VHS, toners e cartuchos de impressora também não são aceitos. Estações de Coleta que já recebem esse material", afirma o superintendente do Semasa, Almir Cicote. O descarte incorreto do e-lixo causa sérios problemas ao meio ambiente e à saúde das pessoas, porque ele contém em sua composição materiais tóxicos, como chumbo, mercúrio e arsênio. A Semasa espera receber equipamentos de informática e eletrodomésticos, inclusive cabos e CPUs. Todo material recolhido nestes cinco dias será doado ao Projeto Lapidar, uma entidade social de Santo André que atua com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A organização dá o destino correto aos equipamentos. Não serão aceitos os eletrodomésticos da chamada linha branca, como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, por conta da limitação de espaço. Entretanto, estes equipamentos podem ser entregues a qualquer Estação de Coleta do Semasa, de onde são encaminhados para a reciclagem correta. Pilhas e baterias, lâmpadas, CDs e DVDs, fitas VHS, toners e cartuchos de impressora também não são aceitos.

17 de setembro, 2019
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MEIO AMBIENTE
Semasa vai selecionar projetos ambientais

O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), por meio do Fumgesan (Fundo Municipal de Gestão e Saneamento de Santo André) lançou concurso para selecionar projetos ambientais, de proponentes de organizações da sociedade civil. Cada projeto selecionado receberá entre R$ 100 mil e R$ 300 mil. As propostas devem ser apresentadas até o dia 31 de julho de 2018. O concurso tem como temas prioritários para a seleção dos trabalhos: “Recuperação de áreas degradadas de interesse ambiental para o município”; “Proteção, conservação e preservação de recursos naturais (tanto na área urbana quanto na de manancial)”; e “Incentivo/promoção de práticas de consumo responsável”. Os trabalhos deverão ser voltados e executados em Santo André e apresentar educação ambiental de forma transversal, conforme diretrizes da Política Municipal de Educação Ambiental. Os trabalhos serão financiados pelo Fumgesan, que recebe verba por meio de doações, multas de infrações ambientais aplicadas na cidade, dentre outros, para fomentar ações que visam o cuidado com o meio ambiente e a qualidade de vida. Os candidatos terão os projetos analisados e escolhidos por representantes do Comugesan (Conselho Municipal de Gestão e Saneamento Ambiental de Santo André), órgão criado com a finalidade de estudar, propor diretrizes, deliberar, fiscalizar e acompanhar a implementação da Política Municipal de Gestão de Saneamento Ambiental na cidade. As propostas devem ser protocoladas junto à autarquia, de forma presencial, no Prédio Sede do Semasa, localizado na Avenida José Caballero, 143, Centro – 1º andar. Maiores informações podem ser obtidas no site www.semasa.sp.gov.br , na área destinada ao Fumgesan.

25 de junho, 2018
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RESÍDUOS
Abetre aponta necessidade de arrecadação

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, a segunda edição do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), idealizado pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (SELUR) e pela PwC, refletem claramente a necessidade de se criar sistemas de receita vinculada para a gestão correta dos resíduos urbanos no Brasil. Para Fernandes, o estudo mostra que os municípios que possuem arrecadação específica para a gestão de resíduos têm melhor avaliação no ranking brasileiro. “Portanto, o principal desafio é a adoção de medidas de equilíbrio financeiro para a gestão correta de resíduos e a consequente erradicação dos lixões”, explica. A segunda edição do ISLU destaca Maringá (PR) na liderança do ranking municipal com mais de 250 mil habitantes (inclusive com todas as capitais), seguida por Niterói (RJ), Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ), respectivamente. O levantamento aponta que cerca de 70% dos municípios com arrecadação específica dispõem corretamente os resíduos, encaminhando-os para aterros sanitários. Nas localidades sem arrecadação específica, o índice é de 28%. “Como a limpeza pública é o serviço que mais pesa no orçamento municipal, ficando atrás apenas do custo com a folha de pagamento, é necessário que o poder público adote medidas que contemplem a sustentabilidade financeira da prestação contínua desses serviços essenciais, como, por exemplo, criação de receita vinculada e sistemas de arrecadação”, conclui o presidente da Abetre.

19 de setembro, 2017
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LIMPEZA URBANA
Selur e PwC lançam ISLU

O Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana) e a PwC lançaram o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU) com o objetivo de suprir a falta de informações sobre a limpeza urbana das cidades brasileiras e mapear os desafios para o cumprimento das recomendações da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). O primeiro estudo englobou 1.721 municípios de todo o Brasil com base na PNRS e criou um termômetro que aponta os problemas e soluções de cada local, caso a caso, com pontuação de zero a um. Os dados utilizados foram coletados na base de 2014 do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento). Para chegar aos resultados do ISLU, quatro aspectos foram levados em consideração: Engajamento do Município (população atendida x população total); Sustentabilidade Financeira (despesas com a limpeza urbana x despesas totais); Recuperação dos Recursos Coletados (material reciclável recuperado x total coletado); e Impacto Ambiental (quantidade destinada incorretamente x população atendida). Os critérios foram escolhidos através de interações estatísticas, com a mesma metodologia de cálculo utilizada pela ONU para o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). “O objetivo do ISLU não é ser um ranking de cidades limpas x cidades sujas. Os resultados dessa análise servirão de insumo para os gestores públicos e privados de limpeza urbana, assim como associações e a sociedade em geral, a tomarem as medidas necessárias a fim de atender às exigências da PNRS e fomentar um ambiente sustentável e saudável em seus municípios”, afirma Ariovaldo Caodaglio, Presidente do Selur. Carlos Rossin, Diretor de Soluções em Sustentabilidade da PwC e coordenador do Estudo, disse que para obter um bom resultado o município deve apresentar indicadores positivos em seu total. “Com isso, o ISLU avalia uma série de informações consolidadas, sem trazer análises tendenciosas para o atendimento de apenas um aspecto da gestão da limpeza urbana”. As dez cidades mais bem avaliadas pelo ISLU estão na região Sul e possuem uma característica comum: menos de 30 mil habitantes. A mais bem pontuada é Nova Esperança, no Paraná, com pouco mais de 27.700 moradores. Como um todo, o Paraná é o estado que se destaca no estudo, por seu pioneirismo em Educação Ambiental desde os anos 80 e conscientização popular, que impactam diretamente as conclusões da pesquisa.No âmbito dos locais com mais de 250 mil habitantes, os paulistas se sobressaem, ocupando um terço das 20 primeiras posições do ranking, com boas pontuações em São José dos Campos, Santos, Campinas e Sorocaba. Com arrecadação econômica abaixo do necessário, a capital paulistana ficou com classificação C, considerada ruim. Porém, se atingisse sustentabilidade financeira para os seus gastos com limpeza da cidade, São Paulo teria a pontuação mais alta entre todas as capitais do país, passando para a classe B. Apesar de ter uma aparência limpa em suas ruas e avenidas, o Distrito Federal possui um enorme lixão, criando um imenso passivo para a saúde ambiental e pública. Com o descarte correto, Brasília estaria entre as 10 melhores cidades com mais de 250 mil moradores. Entre os 20 municípios com as piores avaliações, metade se encontra na região Norte. Em Rio Branco, no Acre, o ISLU aponta que elevar a coleta de resíduos em 15% é fundamental para que a capital passe para a classe B do estudo.

11 de julho, 2016
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Santo André aprova política municipal

O Prefeito de Santo André, Carlos Grana, sancionou a Política Municipal de Educação Ambiental (PMEA), após aprovação pela Câmara dos Vereadores. O projeto esteve em debate durante dois anos entre Prefeitura, Semasa e população. Com a decisão, a cidade de Santo André passa a ser a primeira do ABC a adotar uma legislação específica para área, em conformidade com leis federais e estaduais que regulamentam a questão. A PMEA tem como objetivo despertar na população valores, atitudes, conhecimentos e competências que levem a uma transformação da relação do ser humano com o meio em que vive. A proposta é que a educação ambiental estimule o convívio sustentável do indivíduo com o meio ambiente. O Departamento de Gestão Ambiental da Semasa coordenou o processo, mas as discussões envolveram os departamentos de Defesa Civil e de Resíduos Sólidos, além das coordenadorias de Assuntos Jurídicos e Comunicação Social. Pela Prefeitura, houve o envolvimento ativo das secretarias de Educação, de Saúde e de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense. A participação da população é tida como de suma importância, pois atuou ativamente em debates públicos realizados na cidade e enviando sugestões pela internet. Foram organizadas reuniões informativas com moradores da área de manancial, com organizações sociais, com profissionais da Saúde e da Educação e também com os conselhos municipais da cidade. Em março, também foi realizada uma conferência municipal aberta ao público, quando o texto produzido até então foi debatido com os participantes. Serão criados um Órgão Gestor e um Comitê Municipal de Educação Ambiental para acompanhar o cumprimento da lei.

30 de setembro, 2015
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RECICLAGEM
Semasa renova parceria com a Anip

Através da Reciclanip, iniciativa da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), o Semasa renovou sua parceria com a associação, que tem como objetivo a coleta e destinação adequada de pneus. A cidade de Santo André tem cerca de 60 toneladas de pneus coletados mensalmente. A parceria iniciou-se em 2007 e a associação faz o recolhimento de todos os pneus provenientes das Estações de Coleta, descarte irregular, limpeza pública, campanhas de combate à dengue e estabelecimentos geradores cadastrados, como borracharias, e os encaminha para a reciclagem. No último ano, a Anip recolheu mais de 695 toneladas de pneus. Entre janeiro e agosto deste ano, já foram contabilizadas 511,65 toneladas. Até o momento, Anip e Semasa já destinaram corretamente 4,7 mil toneladas de pneus, ou seja, 826 mil unidades de pneus. A Reciclanip envia os detritos a uma multinacional que utiliza o material como combustível para a secagem de cimento, no reparo de trincas de asfalto em rodovias e até mesmo para confecção de tapetes para automóveis. A destinação adequada dos pneus é fundamental para o aumento da vida útil do Aterro Sanitário de Santo André, além de evitar que estes materiais sejam levados para rios e córregos sendo queimados. O recolhimento também promove a saúde pública, não permitindo o acúmulo de água e combatendo a proliferação do mosquito da dengue. Para descartar pequenas quantidades de pneus, os moradores podem se dirigir a qualquer uma das Estações de Coleta do Semasa. Grandes geradores, como indústrias pneumáticas, borracheiros e revendedores, devem fazer um cadastro prévio junto à autarquia para realizar o descarte no ecoponto localizado dentro do Aterro Sanitário.

30 de setembro, 2015