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CETESB

Workshop e simulado sobre acidentes químicos

Representantes de Argentina, Chile, Costa Rica, Colômbia, Equador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Brasil debateram, durante 1 e 3 de fevereiro, estratégias para reforçar e melhorar a compreensão de práticas de prevenção, preparação e resposta às emergências, além da gestão e a redução de riscos de produtos químicos a fim de integrar ações relativas às Convenções de Basileia, Roterdã e Estocolmo em São Paulo. O evento foi promovido na Cetesb. Além das aulas teóricas, houve exercício simulado para combate ao vazamento envolvendo produtos e resíduos químicos perigosos. Com a supervisão dos técnicos do Setor de Atendimento a Emergências da Cetesb, os 35 participantes do workshop puderam vivenciar situação crítica de descarte de resíduos químicos perigosos em área pública. O treinamento prático foi feito no Parque Candido Portinari, ao lado do Parque Villa-Lobos, enquanto o workshop sobre Prevenção, Preparação e Resposta de Emergência em relação a Incidentes causados por Produtos Químicos e Resíduos Perigosos foi realizado pela divisão de Acordos Multilaterais da Cetesb e contou com a participação de várias instituições internacionais.

Representantes de Argentina, Chile, Costa Rica, Colômbia, Equador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Brasil debateram, durante 1 e 3 de fevereiro, estratégias para reforçar e melhorar a compreensão de práticas de prevenção, preparação e resposta às emergências, além da gestão e a redução de riscos de produtos químicos a fim de integrar ações relativas às Convenções de Basileia, Roterdã e Estocolmo em São Paulo. O evento foi promovido na Cetesb.

Além das aulas teóricas, houve exercício simulado para combate ao vazamento envolvendo produtos e resíduos químicos perigosos. Com a supervisão dos técnicos do Setor de Atendimento a Emergências da Cetesb, os 35 participantes do workshop puderam vivenciar situação crítica de descarte de resíduos químicos perigosos em área pública.

O treinamento prático foi feito no Parque Candido Portinari, ao lado do Parque Villa-Lobos, enquanto o workshop sobre Prevenção, Preparação e Resposta de Emergência em relação a Incidentes causados por Produtos Químicos e Resíduos Perigosos foi realizado pela divisão de Acordos Multilaterais da Cetesb e contou com a participação de várias instituições internacionais.

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RESÍDUOS SÓLIDOS
Encontro debate questão na Baixada Santista

A 1ª Oficina Regional do projeto de elaboração do Plano Regional de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da Baixada Santista (PRGIRS/BS) aconteceu no mês de março no auditório do Sesc-Santos. O evento teve a participação de diversos membros de órgãos públicos, atores envolvidos na cadeia de resíduos sólidos (incluindo cooperativa de catadores, empresas de coleta e de reciclagem e organizações não-governamentais) e representantes da sociedade civil. No encontro foram apresentadas e explicadas à população as bases e etapas do trabalho, além de ouvidas propostas e opiniões dos diversos membros envolvidos na questão dos resíduos no litoral, visando à tomada de decisões de maneira participativa e inclusiva. A primeira parte do evento contou com apresentações de Nestor Kenji Yoshikawa e Claudia Echevenguá Teixeira, ambos do Laboratório de Resíduos e Áreas Contaminadas do IPT , e também com a exibição de um vídeo elaborado pela equipe do laboratório para divulgação didática do projeto. Após as apresentações, aproximadamente 100 participantes foram divididos em seis grupos multidisciplinares, onde cada grupo teve que refletir sobre um aspecto da questão dos resíduos na Baixada: técnico, financeiro-econômico, ambiental, político-legal, institucional-organizacional e sociocultural. Os representantes de cada grupo apresentaram as dificuldades, dilemas e soluções debatidas, com tempo para esclarecimento das dúvidas dos demais presentes. Em seguida, Claudia detalhou as etapas e a estruturação do projeto, seguida por Marcos Augusto Ferreira, assessor de imprensa da Agência Metropolitana da Baixada Santista, que apresentou ao público o hotsite ( http://www.agem.sp.gov.br/planoderesiduossolidos ) criado para a divulgação dos relatórios, resultados parciais e novidades do projeto à população. A pesquisadora do IPT também ressaltou que o projeto tem como base o incentivo à reciclagem, a inclusão social e a articulação entre as esferas do poder público e do setor empresarial, aspectos previstos na Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010. “Precisamos ter consciência de que é preciso haver a inclusão de tecnologias e investimentos, inclusive privados. Sem a indústria de consumação, não há como os resíduos retornarem à cadeia como fonte de matéria-prima ou energia”, avaliou.

4 de abril, 2017
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EMISSÕES
Cetesb realiza ação no Ceagesp

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) realizou no dia 07 de julho campanha de conscientização ambiental junto aos motoristas e proprietários de caminhões e outros veículos diesel na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo). A ação teve como objetivo prevenir e alertar contra a emissão excessiva de fumaça preta e ajudar na melhoria da qualidade do ar e contou com a aprovação de 83% dos 63 veículos que passaram pelos testes de emissão. Técnicos e especialistas do Setor de Controle e de Emissões de Veículos em Uso, da Diretoria de Engenharia e Qualidade Ambiental da Cetesb, orientaram, distribuíram folhetos informativos e educativos, e procederam – sem a emissão de multas – a testes de opacidade, com o intuito de verificar os níveis de emissão de fumaça preta, assim como constatar o estado de manutenção do motor. O opacímetro é um aparelho utilizado na inspeção e fiscalização veicular, que avalia a fumaça emitida por veículos a diesel. O aparelho é equipado com um sensor óptico, que mede indiretamente a fumaça contida no gás dos escapamentos, por meio da absorção da energia emitida por um feixe de luz. A campanha de conscientização teve como resultado: 76 veículos avaliados no opacímetro; 63 veículos aprovados (82,9%) e 13 reprovados (17,1%). A ação na Ceagesp contou, mais uma vez, com o apoio do Programa de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (CONPET) e do Caminhão 100%.

12 de julho, 2016
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016
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POLUIÇÃO
Ibama e MMA firmam acordo sobre RETP

O Ibama e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) firmaram acordo de cooperação para aprimorar e manter o Registro de Emissão e Transferência de Poluentes (RETP), no Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras (RAPP) do Cadastro Técnico Federal do Ibama. Conhecido mundialmente como PRTR (do inglês Pollutant Release and Transfer Register), no mundo inteiro há pelo menos 40 programas já estabelecidos ou em fase de consolidação em países como Estados Unidos, Japão, Noruega, Espanha, México, Chile, entre outros. No Brasil, o RETP passou a ser prioridade em 2000, com a realização do Foro Intergovernamental de Segurança Química, onde se firmou a Declaração da Bahia. A partir de 2009, com a Instrução Normativa nº 31, o RETP foi parcialmente introduzido nos formulários do RAPP, o que permitiu prazo para implantação gradual do plano de capacitação até a obrigatoriedade de certificar a prestação de dados para o RETP, conforme último guia do declarante. A partir de 2010, o MMA ofereceu treinamento para mais de 1.000 declarantes. Com o novo acordo de cooperação foram estabelecidos prazos para atualização do marco regulatório e criação, no Portal do RETP http://www.retp.gov.br , das ferramentas de acesso público aos dados declarados pelas atividades potencialmente poluidoras. Segundo a Gerente de resíduos perigosos do MMA do Brasil, Sabrina Andrade, “o prazo para regulamentação da instrução normativa é até julho de 2016”. Nos últimos 15 anos, o PRTR ganhou importância global. No início era uma compilação de dados para informar a sociedade. Agora, este dados também auxiliam na avaliação de impactos ambientais que ultrapassem fronteiras; avaliam o uso de substâncias químicas; relacionam produção e eficiência; e verificam se programas ambientais reduzem a emissão ou apenas a transfere para outro lugar. O programa exige a declaração de 153 substâncias químicas, quando essas ultrapassam a linha de corte, com base na contabilidade da massa de substâncias químicas presentes em insumos, emitidas ou transferidas para terceiros em resíduos. O Diretor-Executivo da EcoAdvisor, empresa de engenharia ambiental especializada na implementação do RETP, Dr. Marcus Da Matta, teve participação como consultor do MMA na criação do programa nacional, alinhado à harmonização internacional. Ele foi questionado sobre sua visão quanto ao custo-benefício da implementação do programa para indústria e sociedade. Segundo Da Matta, a poluição ambiental gera um custo da ordem de US$ 22 bilhões a US$ 44 bilhões por ano para o Brasil, em termos de anos de vida perdidos e vividos com incapacidade. Esse impacto não é gerado apenas pelas empresas que estão sujeitas ao RAPP. Grande parte desse problema está nas emissões veiculares, uso de produtos domésticos e agricultura, também contemplado no RETP de alguns países. Ainda assim, o programa é um marco para contabilização de emissões e prestação de contas internacionais, haja vista a COP 16, que será realizada na França e na próxima Mesa Redonda Global sobre PRTR, que acontecerá na Espanha este ano. A implantação do RETP na indústria terá um custo, a depender da complexidade das metodologias necessárias para contabilização. O programa não exige ampliação de medidas diretas de contaminantes, pois se trabalha com a estimativa das emissões com cálculos de engenharia e fatores de emissão. Para a empresa, é uma excelente oportunidade para conhecer suas emissões e comunicar para a sociedade suas atividades de controle e prevenção de emissões. O poder do acesso à informação das emissões provoca a disputa entre atividades poluidoras pela adoção de melhores práticas, gerando reduções significativas nas emissões, refletindo em benefício para a sociedade e saúde ambiental.

1 de julho, 2015