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TECNOLOGIA

CAEMA adota ferramenta para atender metas para 2033

CAEMA adota ferramenta para atender metas para 2033

Ferramenta que permite o processamento mais eficiente dos dados coletados

A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA) tem realizado um trabalho de balneabilidade das praias por meio de uma ferramenta que permite o processamento mais eficiente dos dados coletados. Com isto, a CAEMA conseguiu atualizar mais de 300 imóveis, aumentar a produtividade das ações e afirmar que há melhoria nos indicadores de qualidade ambiental.

O objetivo da CAEMA é ampliar os atuais índices de 76,3% de cobertura de água e 32,5% de cobertura de esgoto para atender as metas do Marco Legal do Saneamento, que prevê 90% de coleta e tratamento de esgotos e 99% de abastecimento de água.

A ferramenta usada pela CAEMA foi desenvolvida pela norte-americana Esri e distribuída com exclusividade pela Imagem Geosistemas para coleta de informações, mapeamento de áreas e redes já instaladas, análises de público, dentre muitas outras funcionalidades que podem auxiliar, inclusive, as equipes de campo para que a extensão da cobertura de esgoto seja realizada o mais rápido e efetivamente possível. “Todo mundo se preocupou em levar água para todos os lugares, mas a rede de esgoto também é necessária – e custa muito mais caro. Agora, temos pela frente o desafio de expandir uma área com índices muito baixos e levar para 90%. E não é só levar até a porta do cliente, é tratar e devolver de forma sustentável para o meio ambiente”, explica Eduardo Bustamante, coordenador de geoprocessamento de análises geoespaciais da CAEMA.

O executivo afirma que a tecnologia ArcGIS foi uma grata surpresa. “companhia a aplica em diversos setores e, por meio da democratização da informação, conseguimos dar a devida importância para cada pequeno detalhe, que antes não daríamos”, comenta Bustamante. Atualmente, a CAEMA cita ganhos de otimização e melhorias de processos de expansão, qualidade ambiental, redução de perdas e faturamento e arrecadação com o uso da ferramenta.

A CAEMA mostrou os resultados com o uso da tecnologia durante o Utilities Summit, onde a Effico Saneamento - empresa que também palestrou no evento, disse que o uso do ArcGIS permite a identificação e a solução rápida de irregularidades em seus sistemas, além de ajudar na identificação de falhas, como o fluxo de águas pluviais pela rede, permite ações como a integração de plataformas e até a análise de mercado. “Com a tecnologia foi possível fazer análise de diagnóstico, classificação do tipo do uso do imóvel, coleta de informações cadastrais e registro de imagens para a tomada de decisões. Visitamos mais de 18 mil imóveis e inspecionamos mais de 12 mil deles”, disse Danilo Henrique, Coordenador de Projetos na Effico Saneamento. Entre os principais resultados e benefícios da inteligência geográfica nesse setor estão a redução de custo na operação de coleta/ tratamento dos dados, o aumento na agilidade, assertividade na geração de informação e a integração de informações para as melhores tomadas de decisões.


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23 de outubro, 2020
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30 de setembro, 2020
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AEGEA
Programa Infra Inteligente na Futurecom

A Aegea Saneamento apresentou, no dia 30 de outubro, na Futurecom 2019, o painel “Utilities e a Urgência na Adoção das Novas Tecnologias para Sobreviver na Era Digital”, onde abordou a chegada da revolução tecnológica ao setor de saneamento básico e os ganhos disruptivos de eficiência operacional e otimização das infraestruturas para as empresas que se adaptarem rapidamente à gestão intensiva 5.0. A companhia idealizou o Programa Infra Inteligente há cinco anos e o implantou em 2018. A Aegea comentou que já pode ver mudança de paradigma no funcionamento dos sistemas de saneamento. Segundo Wagner Carvalho, Gerente do Programa e mestre internacional em tecnologia BIM para infraestruturas, “temos trabalhado com as versões piloto que mostram alto potencial de impacto na maneira como gerimos o saneamento, trazendo melhoria de resultados do negócio e principalmente provendo uma melhor qualidade de vida para os nossos clientes”. O Programa Infra Inteligente tem como objetivo incorporar a inteligência de dados e a tecnologia para a gestão dos ganhos de eficiência, trazendo a capacidade de alinhar expectativas e transformar o futuro de todo o setor de saneamento. “Esta é uma das maiores mudanças que eu já vi acontecer. Esse novo processo vai garantir maior conformidade operacional, pois a atitude do colaborador que cuida da operação no dia a dia vai refletir os desejos e as necessidades estratégicas da empresa, com mais saúde e segurança para todos” - acrescenta Osmar Rosa, Coordenador do Programa Infra Inteligente. Com a utilização de tecnologia de modelos virtuais 3D inteligentes da metodologia Building Information Modeling (BIM), algumas das concessionárias do grupo já tiveram seus parques de ativos físicos mapeados e digitalizados para a criação dos gêmeos digitais, cópias digitais das instalações físicas, que permitem aperfeiçoar processos, reduzir custos e diminuir tempos de manutenção e paralisações. Segundo a Aegra, os resultados proporcionam uma visão mais completa das operações, ao oferecer insumos necessários para a tomada de decisão mais assertiva quanto à gestão dos ativos das infraestruturas de saneamento.

4 de novembro, 2019
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SANEAMENTO
Softwares ajudam a planejar o futuro

No dia 1 de setembro, no Instituto de Engenharia, especialistas da Bentley, um dos principais players mundiais em softwares e soluções para infraestrutura, apresentaram a técnicos e engenheiros da área de saneamento o seminário Connection São Paulo – Análises Operacionais de Redes de Água e Esgoto, no qual foi demonstrado todo o portfólio de softwares para modelagem hidráulica e modelagem de plantas de tratamento de água e esgoto desenvolvidos pela empresa. Em três sessões, Douglas Miranda, Pablo Garrido e Rodolfo Guilherme abordaram os seguintes temas: Modelagem 3D para Plantas de Tratamento de Água e Esgoto, Aplicação da Modelagem Hidráulica complementada com dados SCADA para Estudos e Melhorias Operacionais e Planejamento de Longo Prazo para Sistemas de Água e Esgoto. Falando sobre a Modelagem 3D de plantas de tratamento de água e esgoto, Pablo Garrido ressaltou que uma das grandes vantagens dos softwares da Bentley é que os mesmos se comunicam, não havendo a necessidade de exportar arquivos, o que facilita bastante a atividade do usuário. Além disso, segundo ele, a solução de design multidisciplinar possibilita construir melhores estações de tratamento, integrando bem os projetos multidisciplinares envolvendo arquitetura, modelagem de estruturas, tubulações, detalhamentos estruturais, dentro outros. Na abordagem sobre aplicação de Modelagem Hidráulica complementada com dados SCADA para melhorias operacionais, Rodolfo Guilherme mostrou que os clientes da Bentley podem contar, em todo o mundo, com ferramentas de apoio à decisão para as redes de água e esgoto, a fim de melhorar o seu conhecimento sobre como a infraestrutura se comporta como um sistema, como a mesma reage a estratégias operacionais e como deve crescer à medida que a população demanda um consumo maior. O sistema, diz ele, ajuda as concessionárias a prever o futuro e a adotar medidas que vão desde a análise dos horários de funcionamento das bombas para minimizar o consumo de energia, até determinar se existe capacidade suficiente no sistema para lidar com uma interrupção planejada durante um dia de pico, por exemplo. Focando a questão do planejamento em longo prazo para os sistemas de água e esgoto, Douglas Miranda detalhou como as ferramentas oferecidas pela Bentley permitem às concessionárias fazer uma análise completa da performance das redes existentes e preparar a expansão das mesmas visando ao atendimento da demanda futura verificando, por exemplo, se há necessidade de redimensionamento das redes. Ele mencionou um caso de sucesso no Brasil, aplicado pela AEGEA na Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro, em que foi feito um Plano Diretor de Esgotos até 2031. Ao usar o software WaterGEMS, da Bentley, para maximizar os dados da rede, a equipe implementou um design que possibilitou uma redução de 59% no consumo de energia e um aumento de 30% nas receitas, gerando uma redução de custos de R$ 17 milhões. Douglas Miranda também destacou o software Amulet, lançado recentemente pela empresa, que une engenharia, operação e TI, coletando dados de qualquer fonte. Trata-se de uma ferramenta bastante útil para gestão de plantas de tratamento de água, avaliação da situação das represas, gestão da produção de água e bombas e acompanhamento da qualidade da água.

6 de setembro, 2016
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SANEAMENTO
Ferramenta de Inteligência Geográfica

Apesar das chuvas ocorridas em 2016, a crise hídrica – somada à crise financeira – está longe de ser resolvida no País. Ou seja, a máxima do “fazer mais com menos” continua em voga, especialmente no setor de saneamento. Para auxiliar nessa árdua tarefa, a Imagem, empresa de destaque no setor de Sistemas de Informações Geográficas e distribuidora oficial da Esri no Brasil, coloca à disposição das companhias de água e esgoto a geotecnologia, ferramenta que permite visão completa dos ativos de saneamento, monitora o comportamento de cada local durante os ciclos de faturamento e integra informações de diferentes fontes, como área financeira, equipes de manutenção, diretoria e consumidores. Em sua carteira de clientes estão empresas como a Sabesp (SP), SeMAE (São José dos Campos), o Programa de Saneamento dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, a Caesb (DF), Compesa (PE) e Saned, em Diadema (SP). Um dos contratos mais recentes foi assinado com o DMAE – Departamento Municipal de Água e Esgotos de Porto Alegre (RS), que adotou a Solução de Inteligência Geográfica da Imagem para uma revisão completa da situação dos consumidores, “melhorando assim o entendimento sobre a condição financeira dos moradores da capital gaúcha e o número de pagantes da tarifa social de água e esgoto, destinada às famílias de baixa renda”, ressalta Leandro Moreira, gerente da área de Saneamento da Imagem. Quando a solução começou a ser implantada em Porto Alegre, quase um quarto da população pagava a tarifa social, mesmo sendo o beneficio destinado a usuários residentes em prédios de até 40m², habitações coletivas construídas através da Cohab e do Demhab e instituições culturais, assistenciais ou de educação extraescolar. “O DMAE sabia da necessidade de fazer a revisão desse benefício, mas considerava que para executar o procedimento teria que entrar em todos os lotes e medir as edificações”, conta Moreira. Foi aí que o Departamento fez a opção pelo uso da Inteligência Geográfica, que possibilitou o cruzamento entre as informações comerciais dos consumidores e dados da base cartográfica, com imagens de satélite e fotos aéreas, o que dispensou a necessidade de visita aos imóveis. O resultado da análise permitiu, de forma ágil e assertiva, identificar que entre 72 mil clientes, 47 mil não se enquadravam na categoria determinada por lei para pagamento da tarifa social. Outro fator aprimorado com a Inteligência Geográfica foi o entendimento sobre a localização e o tipo de rede de esgoto e água do município de 42 mil clientes. Destes, a tarifa foi alterada em 50%, pois constavam como ligação executada (isto é, provisória) e a outra metade foi encaminhada para vistorias técnicas ou para avaliação de ligação dos prédios onde moram ou na rede. “Após a vistoria, observou-se que 90% dos ramais já estavam ligados, comprovando a eficiência do projeto e melhoria de processo de cadastro, migrando a base de mapas para o geoprocessamento”, informa Moreira. A satisfação do DMAE quanto às funcionalidades da ferramenta se traduz em ações efetivas aos gestores da companhia e também em prol da população. “Com a solução, conseguimos melhorar nosso atendimento ao cliente e identificar pontos com maiores déficits de atendimento. Hoje temos condições de gerir de forma mais assertiva o planejamento da cidade, controlar parte das obras e planejar a substituição das redes de água e esgoto, além de fazer uma revisão do cadastro comercial e da recuperação de receita por meio do controle de perdas físicas e financeiras”, testemunha Fernando Neuwald, engenheiro Civil no DMAE.

12 de julho, 2016