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Encontro debate projetos estratégicos para Rio Branco

Encontro debate projetos estratégicos para Rio Branco

Prefeito de Rio Branco discute com senadores e deputados projetos estratégicos para saneamento, abastecimento de água e gestão de resíduos sólidos.

O prefeito da Rio Branco, Alysson Bestene, recebeu o senador da República Alan Rick Miranda e o deputado federal Roberto Duarte para tratar de projetos estratégicos para o desenvolvimento da capital acreana. Dentre as principais pautas, a implantação do Parque das Cidades, a ampliação do sistema de abastecimento de água, o avanço no tratamento de esgoto e melhorias no recolhimento e destinação adequada de resíduos sólidos. Durante a reunião, o prefeito disse que a Prefeitura está aberta ao diálogo com a bancada federal e com os demais entes públicos com a meta de garantir investimentos que gerem benefícios diretos à população do Acre. “O projeto de saneamento envolve não apenas a capital, mas também outros municípios acreanos, por meio de um consórcio criado para discutir soluções conjuntas na área. A Prefeitura pretende participar ativamente das tratativas para que a proposta avance. Esse projeto de saneamento envolve vários municípios do Estado do Acre. Existe um consórcio que foi criado com esse objetivo, e agora essa discussão também acontece dentro do consórcio. Quem ganha é a população”, afirmou Alysson Bestene.

Para Alysson, o saneamento deve ser tratado como prioridade, uma vez que está diretamente ligado à saúde pública e à qualidade de vida das famílias. “Saneamento é saúde. A cada R$ 1 que se investe em saneamento, você ganha R$ 5 na saúde. É isso que a gente vai buscar cada vez mais”, afirmou. Para o gestor, Rio Branco tem como meta avançar em projetos que representem melhorias concretas para a capital, especialmente nas áreas de infraestrutura, abastecimento de água, esgotamento sanitário e tratamento de resíduos sólidos. “O que a gente quer é cada vez mais melhorias para Rio Branco e para o Estado do Acre. Se for benefício para os nossos municípios, em especial para Rio Branco, a gente vai avançar com o objetivo único de atender as famílias em primeiro lugar”, comentou.

Além da pauta do saneamento, o prefeito abordou o projeto sobre a implantação do Parque das Cidades, que prevê a criação de um novo espaço público de convivência, lazer e urbanização, com impacto direto na requalificação de uma área estratégica da capital. “Projetos assim, que a gente trabalha em parceria pelo povo, a gente vai estar sempre de portas abertas. Sou muito grato ao senador Alan Rick e ao deputado Roberto Duarte. A gente não faz nada sozinho, faz com muita parceria, pelo bem da nossa população e da nossa gente”, disse o prefeito.

O senador Alan Rick Miranda afirmou que o encontro teve como objetivo tratar de temas de infraestrutura, problemas históricos relacionados à drenagem urbana, alagações, saneamento básico e destinação de resíduos sólidos. Outro ponto discutido foi a implantação do parque na área do 7º BEC. O senador informou que ele e o deputado Roberto Duarte já destinaram cerca de R$ 35 milhões em emendas para viabilizar a obra. A proposta envolve a transferência da estrutura militar para uma nova área e a transformação do espaço atual em um parque urbano. A reunião contou ainda com a presença de vereadores e lideranças políticas da base municipal. Para a Prefeitura de Rio Branco, o encontro reforça a importância da união institucional entre Executivo municipal e bancada federal para viabilizar obras estruturantes nas áreas de saneamento, resíduos sólidos, mobilidade urbana e espaços públicos de lazer.

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A Associação Brasileira de Empresas de Tratamentos Sólidos e Efluentes (Abetre), Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP) e a SELUR/SELURB -- Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana e a Coordenação de Resíduos Sólidos da ABDIB reuniram-se por videoconferência com o Secretário Nacional de Saneamento do Ministério de Desenvolvimento Regional, Pedro Maranhão. Na ocasião, foram tratados assuntos para a resolução dos problemas de saneamento brasileiro. "O encontro foi muito proveitoso e positivo", avalia Luiz Gonzaga, presidente da Abetre. "Acredito que conseguimos apresentar os pontos principais, que implicam na erradicação dos 3.257 lixões espalhados pelo Brasil, que causam enorme dano à saúde da população". Dentre os assuntos estava a inclusão do artigo 20 no texto final do Marco Legal do Saneamento, aprovado na Câmara dos Deputados, em dezembro de 2019 e que aguarda votação do Senado Federal. O trecho, incluído na última hora, limitava a atuação das empresas do segmento de resíduos sólidos e drenagem, prejudicando, assim, o atendimento à população. "Percebemos que houve uma compreensão dos impactos negativos desse artigo e temos uma sinalização positiva de que haverá uma atenção especial por parte do secretário e do MDR nesse tópico", ressaltou Gonzaga. “Saneamento é Água, Esgoto, Resíduos e Drenagem. Não faz sentido que Água e Esgoto tenham um tratamento e Resíduos e Drenagem outro”. Outros temas debatidos foram o Código Florestal, que após votação em 2018 do Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a implantação de Aterros Sanitários em Áreas de Preservação Permanentes (APP) assim como a remoção dos atuais aterros existentes nas mesmas áreas. As entidades entendem que o Ministério pode contribuir no processo, uma vez que os aterros são obras complexas de engenharia, que não causam danos ambientais e podem, sem interferência entre Poderes, clarear a terminologia adequada. A remoção do material dos atuais aterros existentes em APPs custaria R$ 79 bilhões. A cobrança de tarifas para a garantia da sustentabilidade econômica e financeira também foi debatida e é considerada fundamental para a implantação e manutenção das atividades de coleta, tratamento e destinação de resíduos sólidos. Entidades e governo acreditam que só assim será possível a implantação dos 500 aterros regionais espalhados pelo Brasil, que substituirão os 3.257 lixões existentes, resolvendo a questão que impacta na saúde do Brasileiro. "Com a crise financeira que vai surgir pós-coronavírus, achamos importante essa atenção às tarifas, pois somente assim vamos preservar essa parte essencial do serviço público que é a coleta e a correta destinação dos resíduos. Eles precisam ter continuidade", foi à afirmação unânime das entidades.

31 de março, 2020
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Programa Avançar Cidades soma de R$ 6 bilhões

O Ministério das Cidades divulgou a primeira lista de propostas de saneamento enquadradas no Programa Avançar Cidades – Saneamento. Municípios, estados e concessionárias apresentaram projetos nas modalidades de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos, manejo de águas pluviais, redução e controle de perdas, estudos e projetos e planos de saneamento básico. O processo de inscrição de cartas-consulta ocorreu de 24 de julho a 25 de agosto, tendo sido concluído o enquadramento das propostas pelo Ministério das Cidades no dia 1º de dezembro. Ao todo são 225 propostas das cinco regiões do País, que somam mais de R$ 6 bilhões de recursos. A próxima etapa consiste na avaliação da documentação técnica, jurídica e institucional das propostas por parte dos agentes financeiros. Os projetos serão avaliados levando em conta a viabilidade técnica e financeira, permitindo aos proponentes contrair empréstimos especialmente do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), BNDES e bancos regionais. A divulgação final das propostas validadas pelas instituições financeiras ocorrerá no início de março de 2018. Os projetos não enquadrados na primeira fase poderão ser revistos pelos proponentes e novas propostas poderão ser cadastradas no segundo processo seletivo, que acontecerá a partir de 12 de março de 2018. Ao anunciar o resultado da análise das cartas-consulta para investimentos em saneamento ambiental, o Ministério das Cidades reforça a parceria com Estados, Municípios e concessionárias públicas no sentido de melhorar as condições sanitárias e ambientais do Pais, destacou o ministro das Cidades, Alexandre Baldy. Para o secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Henrique Pires, o resultado da primeira etapa de seleção pública mostra a necessidade de investimentos em saneamento no Pais para universalizar o acesso aos sistemas de abastecimento de água tratada, esgotamento sanitário, destinação final do lixo urbano e drenagens pluviais. Destacou também a importância de se investir em novos projetos, na elaboração de planos municipais de saneamento e na redução e controle de perdas e aumento da eficiência energética. “Os municípios, estados e concessionárias estão buscando cada vez mais recursos junto ao governo federal para ampliar os seus serviços. Isso mostra que o governo está cumprindo o seu papel de fomentar investimentos”. O objetivo do Programa Avançar Cidades – Saneamento é melhorar as condições de Saúde e de qualidade de vida da população por meio de investimentos contínuos destinados à universalização do saneamento básico no País nas modalidades de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos, manejo de águas pluviais, redução e controle de perdas, estudos e projetos, e planos de saneamento. Os recursos de financiamento serão disponibilizados no âmbito do Programa Avançar Cidades – Saneamento, sendo o valor mínimo financiável de R$ 200 mil. Para a segunda fase, o cadastramento das propostas será feito por meio de cartas-consulta, em formulário eletrônico disponível no site do Ministério das Cidades ( www.cidades.gov.br ).

14 de dezembro, 2017