Publicidade
MARCO DO SANEAMENTO

Executiva norte-americana vê avanços com aprovação da lei

Executiva norte-americana vê avanços com aprovação da lei

A executiva acredita que a lei permitiu que empresas privadas pudessem participar de forma mais produtiva e eficiente dos leilões do setor

A engenheira norte-americana, Bessy M. Sutton, Gerente Regional de Vendas para América Latina do Grupo Badger Meter, Inc., ficou impressionada com os avanços e crescimento da Fenasan – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, em São Paulo, em comparação a edições anteriores. No novo cenário, Bessy comentou que o setor está ‘aquecido’, com muitos participantes “negociando, apresentando projetos admiráveis e demonstrando trabalho sério”.

Tomando como referência o Marco do Saneamento, a executiva acredita que a lei permitiu que empresas privadas pudessem participar de forma mais produtiva e eficiente dos leilões do setor. Bessy afirmou que sua empresa tentava transferir mais tecnologia, mas não tinha grandes resultados. Depois da nova legislação foi convidada pela Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – para voltar ao País e viu um panorama totalmente diferente. Atualmente, a gerente da Badger Meter constatou que as prefeituras querem mais equipamentos técnicos de qualidade e inovações, além de demonstrarem mais vontade de aprender, melhorar a comunicação e evoluir a tecnologia empregada. “As equipes técnicas brasileiras apresentam mais evolução e possuem equipamentos mais modernos, e por isso o País obteve o maior desenvolvimento, especialmente da água e esgoto, nos últimos quatro anos, em comparação com os vizinhos da América Latina. Foi impressionante a diferença neste último período. Tudo me chamou a atenção, inclusive o interesse muito maior. Todos os profissionais querem aprender o que desejamos ensinar ao setor. Nossa experiência tem sido ótima tecnologicamente, e eles não precisam de ajuda para compor inúmeras soluções para o mercado nacional. São especialistas super capazes”, comentou Bessy.

No Brasil, a Badger Meter conta com a parceria da Fluid Feeder, empresa especialista em soluções para tratamento de água e efluentes. “É muito entusiasmante ver eles crescerem e nós cresceremos com eles. E agora já somos uma família. A Fluid Feeder é a cara do Badger Meter no Brasil. Ainda não estamos onde queremos estar, mas vamos para lá”, diz ela. Para o CEO da Fluid Feeder, engenheiro, Francisco Carlos Oliver, diz que sua expectativa em relação ao Grupo Badger Meter, Inc, da qual é representante comercial, é que sejam “cada vez mais sinérgicos e que uma marca se identifique cada vez mais com a outra. A companhia norte-americana é privada e está listada na bolsa de valores de Nova York. Atualmente é uma das maiores empresas de água do mundo”.

Citando as necessidades de uma ampliação sólida, a engenheira norte-americana, Bessy Sutton, revela que o “crescimento tem que ser com calma porque o setor é muito técnico”. A empresa está implementando no Brasil uma nova visão conceitual que é o Blue Edge®, pelo qual o cliente precisa ver profundamente tudo o que está relacionado com a água, como manancial, rio, lago, tratamento, distribuição, coleta e tratamento do esgoto, e devolução da água tratada e purificada, e também o conjunto do que tem a ver com este universo aquático como softwares, serviços, comunicações ou equipamentos. “Queremos que a Fluid Feeder cresça com essa visão do Badger Meter Group, e seja parte do Blue Edge®, isto é, que ao se deparar com um lugar precisa ver todos os aspectos que estão relacionados à água, que veja a água como um todo e tudo aquilo que está relacionado a ela, inclusive o esgoto. É preciso observar a água e esgoto como algo único para ter um ambiente completo não só de equipamentos, mas também de soluções gerais. É um conceito que você pode ver em todas as marcas da nossa indústria”, explica ela.

Segundo Bessy, o crescimento no mercado brasileiro irá depender dos investimentos e da volatilidade do próprio mercado. A Badger Meter implantou projetos com mais frequência e às vezes são fechados acordos muito grandes, porém em certas épocas do ano há também quedas. A razão do aumento da atual demanda, a seu ver, seria a ampliação das novas concessões privadas, e assim daqui para frente é natural mais investidas do Badger Meter Group no mercado do brasileiro. O Grupo Badger Meter, Inc., parceiro internacional da Fluid Feeder, é proprietário das marcas ATI – Analitycal Technology, Inc., Entech, s-can, Syrinyx e Telog. Atualmente, atende toda a América Latina, abrangendo desde o México até o Chile. Ao longo dos anos tem sido a companhia líder no mundo do setor em produtos de medição de vazão, qualidade da água e controle, atendendo concessionárias de água, municípios e clientes comerciais e industriais.

Artigos Relacionados

O papel da tecnologia dentro dos novos projetos de saneamento
ARTIGO
O papel da tecnologia dentro dos novos projetos de saneamento

Artigo por Márcio Martin * Atualmente, cerca de 35 milhões de brasileiros não têm acesso algum à água tratada, e mais de 100 milhões vivem sem coleta de esgoto – de acordo com dados do Instituto Trata Brasil. A situação é obviamente preocupante, mas a aprovação do Novo Marco Legal de Saneamento, de 2020, trouxe novas oportunidades tanto para as pessoas que dependem de saneamento básico quanto para companhias dispostas a inovar e utilizar suas ferramentas digitais para mudar esse panorama. A meta é ousada: até 2033, mais de 90% da população precisa ser atendida com esses serviços que são fundamentais para a qualidade de vida das pessoas. Não se trata de um desafio simples, mas a tendência é que ele atraia a atenção do mercado para a realização de novos projetos onde as tecnologias e ferramentas digitais serão essenciais para elevar a eficiência dos sistemas de água e esgoto. Só em 2021, o segmento de saneamento básico recebeu investimentos na ordem de R$ 35 bilhões, o que representa 10 vezes o valor destinado ao setor em 2020, segundo o Governo federal. Isso prova que a iniciativa privada está atenta à demanda e pronta para atuar em projetos. Projetos para todo o território nacional Dados da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon) apontam que 23 licitações devem ser realizadas no país até o fim de 2023, sendo que 12 delas ocorrerão para cidades com população igual ou inferior a 50 mil habitantes. No total, os investimentos voltados para municípios pequenos podem somar R$ 22 bilhões em projetos realizados por meio das Parcerias Público-Privadas (PPPs). Embora alto, ainda há mais oportunidades para o desenvolvimento de projetos, pois, para atingir as metas do marco regulatório até 2033, seria necessária uma média de R$ 63 bilhões de aportes por ano para chegar à projeção de R$ 700 bilhões para garantir as melhorias. Muita inovação e tecnologia O crescimento projetado da demanda de água para os próximos anos em todo o mundo está acelerando a tendência de inovações e tecnologias voltadas ao saneamento. Além de sistemas mais sustentáveis, o uso de dados e a implementação de ferramentas inteligentes no setor passam a ser fundamentais. Entre as vantagens, estão: Melhor gestão de perdas no sistema de saneamento; Melhora do fluxo de distribuição de água; Facilidade no monitoramento para adoção de ações preditivas; Aumento da capacidade de identificação de ações clandestinas; Respostas mais rápidas a crises com informações em tempo real. O levantamento Barômetro da Infraestrutura Brasileira , que é feito semestralmente pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib), em parceria com a consultoria EY, destaca justamente que as empresas têm investido em tecnologia e inovação no saneamento para tornar o atendimento à população mais eficiente e eficaz ao obter mais dados, antecipar problemas e automatizar sistemas. Um exemplo citado é o acompanhamento online de todo o ciclo de processos de tratamento e abastecimento a partir da combinação de dispositivos IoT (Internet das Coisas) com análise de dados baseada em inteligência artificial para gerar informações e possibilitar o monitoramento dos sistemas de água e esgoto à distância. O estudo ainda aponta que a grande necessidade de modernizar os sistemas de água e esgoto e as aberturas para a realização de projetos na área com a nova legislação aprovada em 2020 são o grande fator pelo qual o saneamento desponta como o setor foco para a realização de projetos nos próximos anos. Considerando esse cenário, é possível dizer que o uso de tecnologias no saneamento será fundamental para conseguirmos conter a escassez desse bem tão essencial em nosso planeta. E as empresas estão prontas para desenvolver projetos cada vez mais inovadores e necessários à sociedade. * Márcio Martin é Vice-Presidente Comercial, Soluções e Marketing para América Latina da green4T.

26 de setembro, 2022
O que a tecnologia tem a ver com esgoto e qualidade de vida?
ARTIGO
O que a tecnologia tem a ver com esgoto e qualidade de vida?

Por Mateus Souza * Neste mês do meio ambiente, considero lamentável que grande parcela da população brasileira ainda não tenha acesso a água potável e encanamento sanitário. Sabemos que esse fato está diretamente associado aos indicadores de saúde e qualidade de vida. Mas o Brasil integra estatísticas divulgadas pela ONU dando conta de que, em todo o mundo, 2,4 bilhões de pessoas não possuem instalações sanitárias adequadas. E 46,3% dos brasileiros não contam com esgoto tratado, de acordo com o Instituto Trata Brasil. Você poderia perguntar o que um engenheiro especialista em tecnologias de automação tem a ver com isso. Tudo, eu diria! O caminho para a modernização das instalações brasileiras passa, obviamente, pela legislação. E nesse quesito temos o Novo Marco do Saneamento, que, apesar das contestações judiciais por parte de empresas estatais, é a base para possibilitar novos investimentos onde hoje o poder público não chega. Mas a ampliação do acesso a água encanada e esgoto tratado também passa pela tecnologia, e essa está disponível no Brasil, felizmente. O uso de válvulas que impedem vazamentos e duram mais é uma das principais recomendações que eu daria a qualquer empreiteiro que pretenda investir em redes de água e esgoto hoje. Isso porque elas compensam ao exigir menos manutenção, e já vêm revestidas com materiais próprios contra a corrosão de químicos ou outros agentes agressores desses fluidos. “Modernidade” no esgoto? Sim, você leu bem. São necessários níveis de estanqueidade, ou seja, zero vazamentos, e baixíssimo nível de manutenção para que o investimento compense. E isso se consegue com técnicas e equipamentos adequados. O acionamento dessas válvulas pode ser feito de maneira remota e automatizada, sem precisar deslocar-se rio abaixo, por exemplo: essa é uma das possibilidades trazidas pela tecnologia num cenário de comunidades afastadas. Com essas facilidades à disposição, vejo muitas empresas crescendo, e dobrando as expectativas de faturamento dentro desse contexto: bons equipamentos, com preço justo, instalados onde há maior demanda. Vejo também ampliações em plantas já existentes de tratamento de água. Estamos num momento tenso em que os grandes investimentos planejados dentro do contexto do Novo Marco Regulatório do Saneamento são colocados em xeque. Mesmo assim, até 2033, o objetivo é provocar a maior entrada de investimento privado nos serviços de saneamento brasileiros. Com vontade política e equipamento adequado, podemos ver essa meta tornar-se realidade – e mudar a vida de muita gente. * Mateus Souza é Gerente geral de vendas da área industrial da GEMÜ Válvulas, Sistemas de Medição e Controle para a área de Energia e Indústria.

11 de junho, 2021
Saneamento Ambiental Logo
ARTIGO
Um novo marco para o Brasil

Por Giovanino Di Niro * A aprovação do novo marco regulatório do saneamento básico pelo Congresso Nacional inaugura uma nova fase para o Brasil e seus impactos vão além do setor base do projeto. A começar pela necessidade de investimentos na área, uma vez que o país ainda tem muito espaço para se desenvolver quando o assunto é saneamento básico. Para se ter uma ideia, o abastecimento de água tratada não chega a aproximadamente 20% da população brasileira, ou seja, são quase 35 milhões de pessoas que não têm acesso a este serviço básico no país. Além disso, a média nacional de perdas na distribuição de água potável é de 38,4%, sendo que esse índice sobe para 55,5% na região Norte. Já em relação à coleta de esgoto, pouco mais da metade dos brasileiros (53%) tem acesso a este serviço, índice que sobe para 79,2% na região Sudeste, mas que atinge baixíssimos 10,5% na região Norte do país, segundo dados publicados no portal do Instituto Trata Brasil. Esses números dão a dimensão da urgência por mudanças na infraestrutura voltada ao saneamento básico. Isso inclui a implementação de tecnologias tais como a digitalização para auxiliar não só na distribuição mais inteligente dos serviços como também a redução de perdas de água, um bem absolutamente vital para as pessoas, os negócios e o meio ambiente. O nível básico de implementação tecnológica nas soluções utilizadas atualmente não permite reduzir o volume de água tratada que é desperdiçada, assim como também gera um alto custo de energia elétrica, pois o sistema sobrecarrega os motores e bombas para manter a mesma distribuição e fornecimento de água para as cidades e casas. Inovações tecnológicas utilizando conceitos de Indústria 4.0 para reduzir esses problemas não faltam. No mercado brasileiro já está disponível, por exemplo, uma solução que permite identificar um vazamento em tempo real e com precisão entre 20 e 50 metros, e com a identificação de forma completamente remota pela provedora. Além disso, o rompimento de um cano - seja por pressão da água ou por tempo de uso das tubulações – pode ser facilmente evitado com o gerenciamento e controle do volume e pressão do líquido que passa pelas tubulações e isto é feito com a implementação de instrumentação e sistemas inteligentes para o segmento. As inovações não estão voltadas apenas para a redução de perdas e para o uso racional da água. As tecnologias também abrangem o reuso e melhores formas de coleta da água de chuva, avanços que são tão importantes quanto evitar o desperdício da água tratada distribuída. Basta lembrar que muitos reservatórios da região Sudeste ficam no limite de sua capacidade quase todos os anos, e que em 2014 houve racionamento de água no estado de São Paulo por conta dos índices críticos de abastecimento. E estamos falando de uma região que chove consideravelmente todos os anos. Vale ressaltar ainda a importância que um saneamento básico de qualidade tem para a economia de um país. Ao levar água tratada e sistema de esgoto para as comunidades e áreas mais carentes do interior do país, a redução de gastos do governo na área da Saúde diminui drasticamente. Nos últimos dias, em plena crise causada pela pandemia COVID-19, foram várias as reportagens sobre comunidades que não têm nem água nas torneiras para o procedimento básico para evitar a doença, que é lavar as mãos. E isso em grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Como se vê, melhorias no saneamento básico são mais do que necessárias no país e serão mais velozes com a abertura do setor para a participação das empresas públicas e privadas. Essas parcerias podem injetar verbas e levar novas tecnologias para os quatro cantos do país. Com a aprovação da nova lei e a abertura para a participação direta da iniciativa privada, os investimentos poderão ocorrer de imediato e alguns motivos explicam essa tendência. Um deles é que o novo marco do saneamento poderá permitir uma competição entre municípios e assim uma possível alavancagem de geração de negócios e oportunidades não só nas grandes metrópoles como também em cidades pequenas em todas as regiões do país. Outro ponto importante é que essa medida incentiva a entrada de capital privado para auxiliar o setor público, dando origem a um novo tipo de governança e gestão para a área que incentivará um processo de modernização e, consequentemente, a entrega de um serviço de melhor custo, qualidade e benefício à população. Um terceiro e último ponto é que o projeto dá mais poder à Agência Nacional de Águas (ANA) para atuar como um órgão que irá garantir a qualidade dos projetos para o setor. Esse cenário levará obras para o Brasil inteiro e terá impactos que vão além do saneamento básico. Ao avançarmos em investimentos e projetos voltados para a melhoria dos serviços em água, esgoto e resíduos sólidos, intensificaremos no país o interesse da iniciativa privada sobre outras infraestruturas básicas das cidades. Esse pode ser um caso de sucesso inicial para ideias semelhantes de aporte privado em outras áreas como Saúde, Transporte e Educação. São serviços que estão no dia a dia do cidadão, sendo regulados pelos municípios, mas que passam a ter a oportunidade de atrair grandes investimentos por parte das empresas. Se pensarmos que esta tendência para novos aportes ocorrerá no Brasil, onde há um enorme espaço de melhoria nos serviços públicos, podemos dizer que o país inaugura uma nova fronteira de investimento que vai levar aportes e obras para os quatro cantos do país. Ou seja, foi dado o pontapé inicial para um novo ciclo de Investimentos que transformará não apenas o saneamento básico, mas terá grande potencial de se tornar um novo marco em infraestrutura para o Brasil. * Giovanino Di Niro é Gerente Executivo de Saneamento e Digitalização da Siemens

6 de julho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Encontro com empresas alemãs é positivo

Ilka Von Borries, representante no Brasil da Confederação Alemã para Empresas de Pequeno e Médio Portes (BVMW) afirmou ter sido “extremamente positiva” a receptividade brasileira à comitiva alemã em evento realizado na última semana na sede da Cetesb. “Ficamos surpresos e tivemos que encerrar as inscrições antecipadamente devido à grande procura”. Ao todo o evento teve a participação de mais de 192 empreendedores e executivos dos mercados de tecnologia, meio-ambiente e de tratamento de água. De acordo com o consultor sênior da Dreberies, Stephan Wegert, que organizou a viagem em nome do Ministério dos Assuntos Econômicos da Alemanha, o objetivo do encontro, que teve presença de diretores da Cetesb e da Fiesp, foi gerar contatos e fomentar parcerias entre empresas brasileiras da área de saneamento ambiental com seus pares tecnológicos alemães, que contam com soluções de ponta no setor. O representante do governo alemão, Michael Prange, afirmou que a ideia não é apenas exportar know-how, mas montar uma rede de contatos entre empresas dos dois países e se familiarizar com problemas específicos enfrentados no Brasil. “Temos mais de 150 anos de experiência no setor de tratamento de águas”, explica ele. Robin Eisenhardt, CEO da IBES, empresa de engenharia e planejamento, veio ao Brasil à procura de parceiros locais para investir no potencial para projetos de tratamento de eflúvios e geração de biogás. Segundo Rodrigo Pascoal, diretor local da alemã VAG, que já mantém parcerias com a Sabesp e já forneceu equipamentos para companhias brasileiras de geração de energia, outro mercado de grande potencial é o de tecnologias contra desperdício de água potável. “O índice de desperdício em São Paulo chega a 39%”, diz ele, “e há soluções inteligentes para minimizar essa perda que não é apenas de água, mas de tudo que foi investido em seu tratamento”. A Arisu Smart Water Solutions, por meio de seu diretor Karsten Flöter, apresentou novas soluções para problemas enfrentados pelo Brasil no setor de tratamento de água, enquanto a alemã Huning, mostrou técnicas e processos de ponta em equipamentos para centrifugação de efluentes.

27 de setembro, 2016