Verallia reduz em 8% consumo de água nas operações

A Verallia alcançou uma redução de 8% no consumo de água em suas operações, atingindo a meta global de sustentabilidade para 2030 e reforçando o compromisso do…
A Verallia conseguiu reduzir em 8% o consumo de água em suas plantas, atingindo o índice de 0,35 m³ por tonelada de vidro bom (TVB) produzida, exatamente a meta global estabelecida pelo grupo para 2030, e aproximando-se do objetivo local de alcançar 0,33 m³/TVB. O avanço demonstra o compromisso do Brasil e reforça o papel estratégico do País na agenda de sustentabilidade da companhia. “O uso eficiente da água é um dos grandes desafios da indústria hoje, especialmente em um cenário de crescente estresse hídrico global. Alcançar essa redução em um período tão curto demonstra que estamos no caminho certo, combinando inovação tecnológica com disciplina operacional”, afirma Carina Souza, gerente de EHS da Verallia para América Latina.
Um dos principais vetores dessa evolução está na adoção de soluções mais eficientes nos processos industriais, com destaque para a implementação de torres adiabáticas em unidades como Campo Bom (RS). Diferentemente dos sistemas convencionais, essas torres utilizam o pré-resfriamento do ar combinado com umedecimento controlado, o que reduz significativamente a necessidade de água no processo produtivo. Na prática, isso representa uma queda expressiva nas perdas por evaporação e elimina a necessidade de estruturas mais complexas, como bacias de retenção e tratamentos químicos intensivos. Além da economia hídrica, a tecnologia também contribui para ganhos energéticos e redução de impactos ambientais, consolidando um modelo mais sustentável de operação industrial.
A Verallia vê a água como recurso essencial para etapas como resfriamento, limpeza e processos técnicos e tem investido em iniciativas voltadas à redução do consumo e ao aumento da eficiência, incluindo: Programas contínuos de monitoramento e combate a vazamentos; Estudos de viabilidade de captação de água da chuva em plantas-piloto; Aumento da eficiência de circuitos fechados e soluções de reuso e Substituição progressiva de sistemas convencionais por tecnologias mais eficientes. “Mais do que cumprir metas, queremos transformar a forma como utilizamos a água dentro das nossas operações. Cada avanço local contribui para um impacto global relevante”, completa Carina.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de dois bilhões de pessoas ainda não têm acesso seguro à água potável no mundo, enquanto cerca de 40% da população global já enfrenta algum nível de escassez hídrica. Nesse contexto, iniciativas voltadas à eficiência e redução do consumo tornam-se cada vez mais estratégicas para a indústria.












