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IMPACTOS AMBIENTAIS

Abiclor e Cetesb assinam protocolo

Abiclor e Cetesb assinam protocolo

A parceria visa instituir metas de redução dos impactos ambientais decorrentes dos processos produtivos e da prestação de serviços das empresas.

A Abiclor (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados) e a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) assinaram Protocolo de Intenções sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS. A parceria visa instituir, voluntariamente, metas de redução dos impactos ambientais decorrentes dos processos produtivos e da prestação de serviços das empresas associadas à entidade.

“A indústria de cloro-álcalis se orgulha de trabalhar voluntariamente dentro dos mais elevados padrões de segurança, saúde, qualidade e respeito ao meio ambiente. A contribuição da nossa indústria para o país vai além da geração de empregos, renda e tributos. Os produtos do setor são fundamentais para a melhoria das condições de higiene e redução de doenças de veiculação hídrica”, disse o diretor-executivo da Abiclor, Martim Afonso Penna. O setor de cloro-álcalis é o primeiro a fazer parte do programa ODS Cetesb.

A presidente da Cetesb, Patrícia Iglesias, disse que a iniciativa “reforça a parceria que existe há anos entre Cetesb e Abiclor, no sentido de colaboração e compartilhamento de informações técnicas. O presidente do Conselho-Diretor da Abiclor, Mauricio Russomanno, destacou que o setor de cloro-álcalis está entre os que mais movimentam a economia, além de estar comprometido em reforçar a busca de um mundo melhor para todos. “A indústria já desenvolveu muitos programas na área de sustentabilidade, mas queremos e podemos mais”, afirmou.

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, recomendado pelas Nações Unidas têm o objetivo de produzir um conjunto de metas voluntárias ao setor produtivo que suprisse não só os desafios ambientais, mas também políticos e econômicos mais urgentes que o planeta enfrenta. As diretrizes da indústria de cloro-álcalis estão em sintonia com os ODS, em especial, o número 6: Água potável e Saneamento. Além de o cloro garantir a desinfecção e qualidade da água para o consumo, seus derivados são fundamentais nas distintas etapas de tratamento da água captada e de esgotos.

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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016
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ATUAÇÃO SUSTENTÁVEL
Unilever adere à iniciativas por um mundo melhor

Para a Unilever, a sustentabilidade não é opção e sim uma forma de fazer negócios e garantir um futuro melhor para todos. Pautada por esta atuação cada vez mais sustentável, focada em reduzir o impacto ambiental e aumentar o impacto positivo na sociedade, a Unilever Brasil se une a diferentes iniciativas em prol do meio ambiente. Dentre as adesões, a companhia acaba de anunciar apoio à Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC (The NatureConservancy). Também este ano, a Unilever Brasil aderiu à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, promovida pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); ao Protocolo Climático do Estado de São Paulo, ação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente; e fechou parceria com o Trata Brasil para ampliar a promoção ao saneamento básico. A Coalizão Cidades pela Água, da TNC (The NatureConservancy), tem como objetivo elevar o nível de segurança hídrica de mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas incluindo municípios nas quais a Unilever Brasil tem fábricas, por meio de uma atuação mais integrada e intensa das empresas em encontrar soluções para o desafio. Para a Unilever, a gestão responsável da água é um tema de extrema importância e a companhia vem avançando no tema – registrou redução de 36% no consumo de água em suas fábricas entre 2008 a 2014. Uma das pioneiras a integrar o Protocolo Climático do Estado de São Paulo, a companhia já reduziu em 35% suas emissões de GEE, entre 2008 e 2014, e tem como meta reduzir pela metade o impacto esses gases ao longo do ciclo de vida de seus produtos, até 2020. Em linha com os objetivos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), a Unilever tem, dentre as suas metas, o propósito de atingir 100% das matérias-primas agrícolas fornecidas de maneira sustentável – em 2014, 100% dos fornecedores de soja em grãos foram certificados. Por fim, a companhia se associou ao Instituto Trata Brasil para promover ações que resultem na expansão dos serviços de saneamento básico e, consequentemente, na melhoria dos recursos hídricos no País. A ideia é criar outras iniciativas além do projeto “VIM para UNICEF - Todos Juntos na Luta Pelo Saneamento”, lançado em 2013 e que já impactou mais de 1.100 municípios brasileiros.

15 de dezembro, 2015
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Cetesb e Unesp assinam protocolo de intenções

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e a Unesp assinaram dia 16 de julho Protocolo de Intenções com o objetivo de regular a cooperação técnico-científica nas áreas de atuaçãoe interesses comuns para o desenvolvimento de atividades voltadas aos temas da Gestão Ambiental e dos Resíduos Sólidos. A ideia é articular a extensão universitária, o ensino e a pesquisa a contribuir para formulação e aplicação de políticas públicas ambientais, gestão ambiental, inovação tecnológica, qualidade ambiental e proteção da saúde pública no Estado de São Paulo. "Colocamos a Universidade à disposição para viabilizar esta e outras parcerias que tenham como objetivo solucionar problemas grandes e importantes da realidade nacional", disse o reitor da Unesp, Julio Cezar Durigan. "Questões como gestão ambiental e resíduos sólidos são essenciais", afirmou Nelson R. Bugalho, Vice-Presidente da Cetesb. "Nossa característica principal, além da qualidade dos serviços, é a busca de soluções rápidas e objetivas", acrescentou Carlos Roberto dos Santos, Diretor de Engenharia e Qualidade Ambiental da Cetesb. As atividades serão desenvolvidas pela Unesp, sob coordenação do Prof. Dr. Silvio Rainho Teixeira, do Departamento de Física, Química e Biologia, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Câmpus de Presidente Prudente, e pela Cetesb sob coordenação do Dr. Flávio de Miranda Ribeiro. O Protocolo de Intenções tem validade de um ano e visa construir e fortalecer canais de comunicação entre a Universidade e órgãos públicos estaduais, objetivando o estabelecimento de convênios e planos de trabalho que tenham como foco contribuir na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à qualidade ambiental, saúde pública e qualidade de vida da população do Estado de São Paulo. Com a parceria serão construídos, no Campus da Universidade de Presidente Prudente, o Laboratório de Caracterização e Gestão de Resíduos (em fase de licitação), sob a coordenação do Prof. Dr. Sílvio Rainho Teixeira, e da Central de Pesquisa e Extensão em Tecnologias Sustentáveis (em fase de contratação junto à Caixa Econômica Federal), sob a coordenação do Prof. Dr. Fernando Sérgio Okimoto. Será instalado ainda o primeiro Centro Local de Apoio à Extensão – CLAE com o objetivo de reunir e integrar docentes, alunos e funcionários para o desenvolvimento de ações em parceria com órgãos públicos, empresas e entidades da sociedade civil voltadas aos temas de maior interesse para o desenvolvimento regional, incluindo o oferecimento de cursos, eventos, projetos e outras ações de extensão universitária. Os primeiros temas a serem tratados pelo Protocolo de Intenções assinado entre as duas instituições são Estudos de composição gravimétrica de resíduos sólidos urbanos (no estado, em uma região, em função de algum parâmetro socio-econômico, etc); Utilização teste de biodegradabilidade de resíduos, para fins de tratamento (era solicitada a realização de teste de bartha, e os técnicos alegam que deve ser verificada qual tecnologia que melhor se aplica aos objetivos em questão); Desenvolvimento de um protocolo para elaboração de estudos de viabilidade técnico-econômica de empreendimentos de tratamento/ destinação de resíduos, cobrindo: aplicabilidade das técnicas; produtos e materiais gerados; colocação desses em mercados existentes ou tempos e custos para desenvolvimento desses mercados; áreas disponíveis; tamanhos dessas áreas; escalas mínimas que garantam sustentabilidade; investimentos necessários; necessidades de aportes de recursos públicos; etc); Levantamento e técnicas de remediação de áreas contaminadas associadas à disposição inadequada de resíduos urbanos; Alternativas de recuperação/ reciclagem de lodos de sistemas de tratamento; Estudos econômicos no setor de resíduos, tais como sobre: mercado de reciclagem e possíveis alternativas para seu estímulo; avaliação do potencial e dosimetria dos instrumentos econômicos (ex: taxas ambientais); regra para remuneração de municípios pela logística reversa; etc; Política de gestão de resíduos com a inclusão de catadores de materiais recicláveis; e Reciclagem de resíduo sólido e desenvolvimento de novos produtos utilizando resíduos.

20 de julho, 2015
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HAVC-R
Cetesb e Abrava reativam Câmara Ambiental

Com a iniciativa dos Departamentos Nacionais da Associação Brasileira da Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), os DNs do Meio Ambiente (DNMA) e Comércio (DNC) e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) foi reativada, dia 31 de março, a Câmara Ambiental do setor HAVC-R (sigla em inglês dos quatro setores representados), que têm como objetivo desenvolver boas práticas técnicas e ambientais para o setor e ao meio ambiente. Segundo o Presidente da Câmara, Paulo Neulaender, que também é Vice-Presidente de Meio Ambiente da Abrava, "com a reativação desta Câmara a Abrava dá mais um passo importante junto ao governo de São Paulo, através deste trabalho com a Cetesb, que com certeza é mais uma ação positiva para o setor e trará bons resultados para todos os envolvidos". A parceria dos DN’s com a Cetesb visa apresentar e discutir soluções para importantes demandas dos segmentos representados que possuem relação direta com a preservação do meio ambiente. Na pauta desta primeira reunião diversos assuntos foram discutidos, mas ganhou destaque a regulamentação do CADRI, que é uma licença ambiental obrigatória para todas as empresas do Estado de São Paulo que desejam encaminhar os seus resíduos de interesse ambiental para locais de tratamento, reprocessamento, armazenamento ou disposição final. O assunto foi definido como o primeiro trabalho a ser desenvolvido pela Câmara neste momento de reativação.

20 de abril, 2015