LIXO ELETRÔNICO

Green Eletron promove campanha de recolhimento junto ao SENAI-SP

Green Eletron promove campanha de recolhimento junto ao SENAI-SP

A Green Eletron e o SENAI-SP lançam a 3ª edição da campanha "Eletrônico Não é Lixo" para promover o descarte correto de produtos eletroeletrônicos, pilhas e baterias em 85 unidades do SENAI em São Paulo.

Entidade gestora de logística reversa de produtos eletroeletrônicos, pilhas e baterias portáteis, a Green Eletron realiza até 31 de agosto a 3ª edição da campanha "Eletrônico Não é Lixo", em parceria com o SENAI-SP. A iniciativa engloba as 85 unidades do SENAI distribuídas pelo estado de São Paulo, e amplia o acesso ao descarte correto de produtos eletroeletrônicos, pilhas e baterias que não têm mais uso. 

Entre os materiais aceitos, estão celulares, notebooks, computadores, impressoras, pequenos eletrodomésticos, cabos, acessórios, pilhas e baterias portáteis. As unidades participantes estão disponíveis no https://www.sp.senai.br/unidades. "Levar a campanha para todas as unidades do SENAI-SP significa colocar a logística reversa mais perto da rotina dos estudantes e da comunidade escolar. Além disso a campanha com o SENAI-SP reforça o trabalho de Educação Ambiental da Entidade Gestora”, disse Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Eletron.

Para Getulio Rocha, gerente de Infraestrutura e Suprimentos do SENAI-SP, a parceria com a Green Eletron está alinhada ao compromisso de formar profissionais com responsabilidade socioemocional e de promover a economia circular como diferencial de competitividade e gestão industrial. Iniciativas como a campanha "Eletrônico Não é Lixo" tornam-se ainda mais relevantes diante de um cenário desafiador no Brasil. Segundo a pesquisa "Resíduos Eletrônicos no Brasil 2025", 66% da população já sabe o que é lixo eletrônico, mas quatro em cada dez brasileiros ainda guardam aparelhos sem uso em casa por não saberem onde ou como descartá-los corretamente. O descarte inadequado desses materiais pode liberar substâncias poluentes no solo e na água, além de sobrecarregar aterros sanitários que não foram projetados para recebê-los. Ampliar pontos de recebimento e aproximar a informação de locais em que as pessoas já circulam, como escolas e centros de formação profissional, é uma das formas mais eficazes de reduzir essa distância entre a conscientização e a prática do descarte correto. 

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