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BARRAGENS

Protocolo para resolver pendências de segurança

Protocolo para resolver pendências de segurança

A medida visa solucionar as pendências existentes para reduzir os riscos e melhorar a segurança.

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Estado do Rio Grande do Norte (SEMARH/RN) assinaram protocolo de compromisso para resolver pendências relacionadas à segurança de barragens do Estado. A medida visa solucionar as pendências existentes para reduzir os riscos e melhorar a segurança.

A SEMARH/RN é a responsável pelas seguintes barragens fiscalizadas pela ANA: Carnaúba, Ministro João Alves (Boqueirão de Parelhas), Passagem das Traíras, Calabouço e Oiticica, no âmbito da Lei n° 12.334/2010, que instituiu a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). “É enorme a satisfação de poder vir trazer um projeto que surgiu em uma articulação histórica, com pouco mais de dois anos de articulação entre a ANA e o Rio Grande do Norte. E vale reforçar aqui o papel fundamental que a Agência tem de fiscalizar as barragens para garantir os usos múltiplos da água e também de exercer o trabalho no Sistema Nacional de Fiscalização”, comentou o diretor da ANA, Oscar Cordeiro Netto.

O diretor Marcelo Cruz destacou a relevância do projeto para o bem comum de todos envolvidos com a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). “Esse protocolo inaugura um trabalho que abre uma possibilidade de se defender objetivos comuns, para evitar multas e se manter as estruturas das barragens” afirmou. O prazo de vigência do protocolo será de três anos e deverá envolver atividades como a realização de obras de manutenção e recuperação das barragens, bem como a elaboração dos Planos de Segurança e Planos de Ação de Emergência, a um custo total da ordem de R$ 13,7 milhões

Para o secretário-adjunto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte, Carlos Nobre, a articulação para a assinatura do protocolo é uma oportunidade que beneficiará a Secretaria e o Estado em geral. “Vamos poder nos preparar para um conjunto de intervenções para começar a trabalhar para atender a Política Nacional de Segurança de Barragens, instituída na lei 12.334/2010. Agradeço a ANA que estimula os estados a trabalharem com os reservatórios em condições seguras de acumulação e operação de água,” declarou.

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22 de abril, 2019
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6 de fevereiro, 2019
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1 de dezembro, 2016
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SEMIÁRIDO
ANA apresenta proposta para monitorar açudes

A Agência Nacional de Águas (ANA) apresentou dia 08 de julho a representantes de órgãos estaduais, do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs) e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) proposta de trabalho para desenvolvimento de um projeto conjunto de monitoramento de eventos críticos de seca no Nordeste e no Norte de Minas Gerais. O projeto tem como objetivo obter informações diárias do volume de água disponível nos principais açudes e, quando necessário, da vazão de entrada e saída dos açudes do Semiárido. A expectativa é que o monitoramento tenha início em novembro de 2015 em 522 pontos em parceria com os estados nordestinos (exceto Ceará e Maranhão), Minas Gerais, Dnocs e CPRM. A ANA prevê investimentos de R$ 10 milhões no projeto que contemplará açudes importantes, como Epitácio Pessoa, responsável pelo abastecimento de Campina Grande (PB). A instalação das estações de monitoramento e a orientação de observadores para transmissão de dados via celular acontecerá através de licitações realizadas pela ANA a partir de setembro. As licitações serão divididas em quatro áreas : Área I: Piauí e Rio Grande do Norte (113 estações); Área II: Paraíba (142); Área III: Pernambuco, Alagoas e Sergipe (126) e Área IV: Bahia e Norte de Minas Gerais (141). Os níveis dos açudes serão enviados diariamente via SMS para a ANA por meio de aplicativo específico ou por telefone – a partir de então os dados serão divulgados pela Agência na Internet. No caso das estações para medição de vazão, os observadores deverão acompanhar duas vezes por dia a variação da água que entra e que sai dos açudes. Os observadores receberão mensalmente a partir de R$ 198 pelo trabalho e serão contratados e remunerados pelo CPRM. Os estados deverão apoiar a instalação das estações pelas empresas contratadas pela ANA. As instituições estaduais e o Dnocs vão acompanhar o posicionamento das réguas, referenciais de nível e o referenciamento deles em relação ao nível do mar e ao ponto de sangria dos açudes. Os estados e o Dnocs também deverão enviar seus técnicos para o curso sobre acompanhamento da instalação das estações, marcado para outubro em dois açudes da Paraíba a serem definidos. As instituições deverão informar à Agência sobre a qualidade da instalação das estações. Nos pontos de monitoramento que não contam com sinal de celular, os estados e o Dnocs deverão instalar estações telemétricas, tecnologia que permite o envio dos dados automaticamente por satélite. Outro trabalho previsto é a manutenção corretiva das réguas, estações telemétricas e referenciais de nível do projeto. A cada trimestre, no mínimo, as instituições deverão realizar medições nas estações de entrada e saída dos açudes que contarem com os equipamentos. No projeto a ANA instalará réguas feitas com material reciclável, o que evitará o uso de aproximadamente 455 m 3 de madeira.

13 de julho, 2015