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RIO

Secretarias e Inea fecham mais um lixão

Secretarias e Inea fecham mais um lixão

Este é o sexto lixão interditado no mês de maio. A operação apreendeu três caminhões e uma escavadeira hidráulica.

As Secretarias de Meio Ambiente do estado e do município do Rio de Janeiro e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizaram operação conjunta para fechar o lixão, localizado na estrada Vereador Alceu de Carvalho, no Recreio dos Bandeirantes, zona Oeste da capital fluminense.

Este é o sexto lixão interditado no mês de maio. A operação apreendeu três caminhões e uma escavadeira hidráulica que despejavam, irregularmente, resíduos de construção civil em área de vegetação alagada, com o objetivo de ampliar a área do terreno.

“Um dos maiores problemas ambientais do Rio é o aterramento de águas por entulho. Por isso a importância de agirmos de maneira conjunta. Estamos recuperando a defesa ambiental em todas as áreas da cidade”, afirma o secretário de Meio Ambiente do município do Rio, Eduardo Cavaliere. O secretário estadual do Ambiente, Thiago Pampolha disse que o Governo trabalha com inteligência e fiscalização para coibir crimes ambientais. “Continuaremos a atuar de forma ostensiva em todo o Estado”

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Através da Resolução 79 do Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente), o estado do Rio de Janeiro tornou obrigatória a declaração de geração, transporte e destinação de resíduos para as empresas fluminenses e para as companhias que pretendem levar seus resíduos para dentro do estado. Assim, desde março deste ano todas as empresas geradoras são obrigadas a declarar, no site do INEA toda a movimentação e o destino final de seus resíduos. O sistema de controle online já funciona em caráter voluntário desde setembro do ano passado e conta até o momento com a adesão de mais 20 mil empresas, entre geradores, transportadores e destinadores de resíduos. A medida é elogiada pelo presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, o qual lembra que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), bem como diversas leis staduais, estabelece que o sistema declaratório é uma obrigação legal do poder público. “O sistema declaratório permite o monitoramento em tempo real todas as etapas da cadeia de resíduos sólidos no estado fluminense, incluindo a geração, o armazenamento, o transporte, o tratamento e a disposição final, mesmo quando a origem ou o destino dos rejeitos for fora do território estadual. Isso representa um importante avanço no cumprimento da PNRS”, comenta Fernandes. A ferramenta que permite o controle de resíduos foi implantada pelo INEA e cedida pela Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), com o apoio Abetre. “Trata-se, na verdade, de umaferramenta imprescindível para o poder público, no sentido que facilita a fiscalização e, sobretudo, contribui para a elaboração de políticas e programas na área de limpeza pública e gestão de resíduos”, conclui Fernandes.

27 de abril, 2018
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1 de dezembro, 2016