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RESÍDUOS

Lixão clandestino é interditado em Araruama

A Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), por meio da Superintendência de Combate aos Crimes Ambientais, e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) deflagraram operação contra o descarte irregular de resíduos no município de Araruama (RJ). A ação foi desencadeada a partir de trabalho de inteligência realizado pela pasta ambiental. Os agentes e técnicos encontraram trator de esteira realizando a terraplanagem para cobrir todo o resíduo sólido descartado irregularmente no solo. No momento da operação, quatro caminhões foram encontrados descartando lixo na área, o que configura crime ambiental. O espaço está interditado e os veículos foram apreendidos como medida cautelar, conforme a Lei Estadual n°3.467/2000. A empresa responsável pelas maquinas será multada pela ilegalidade.

A Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), por meio da Superintendência de Combate aos Crimes Ambientais, e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) deflagraram operação contra o descarte irregular de resíduos no município de Araruama (RJ). A ação foi desencadeada a partir de trabalho de inteligência realizado pela pasta ambiental. 

Os agentes e técnicos encontraram trator de esteira realizando a terraplanagem para cobrir todo o resíduo sólido descartado irregularmente no solo. No momento da operação, quatro caminhões foram encontrados descartando lixo na área, o que configura crime ambiental. 

O espaço está interditado e os veículos foram apreendidos como medida cautelar, conforme a Lei Estadual n°3.467/2000. A empresa responsável pelas maquinas será multada pela ilegalidade.

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Ação do Inea retira 20 t de resíduos em Maricá

O Instituto Estadual do Ambiente (INEA), a Prefeitura de Maricá e a 6ª Unidade de Polícia Ambiental (UPAm) removeram cerca de 20 toneladas de resíduos lançados irregularmente na faixa de restinga da Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá, localizada entre a Praia da Barra e a Lagoa de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com o gestor da Reserva Marinha Extrativista de Itaipu, administrada pelo INEA, Carlos Henrique Martins, a APA do município de Maricá merece atenção especial por possuir uma vegetação remanescente de restinga, localizada numa região desabitada que abriga espécies ameaçadas de extinção. “Estamos iniciando uma parceria com a Prefeitura de Maricá para intensificarmos as ações de fiscalização contra crimes ambientais nesta região”, afirmou Carlos Henrique, que suspeita que o descarte irregular seja feito por indústrias próximas da APA. A iniciativa contou com o apoio das secretarias municipais de Obras, Meio Ambiente e pela equipe do Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET), do INEA, além do auxílio de dois caminhões e uma retroescavadeira para dar destinação adequada aos resíduos encontrados. Ao todo os caminhões realizaram oito viagens para limpar a área de conservação. Entre os materiais encontrados havia muito entulho de construção civil, pneus, carcaças de carros e televisores. Segundo os fiscais de fiscalização do INEA, o lançamento de resíduos é proibido pela legislação ambiental, com o agravante de ocorrer em uma unidade de conservação da natureza. Caso seja pego em flagrante, o infrator está sujeito a multa e apreensão do veículo, além de ser conduzido para prestar esclarecimentos na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). A APA Maricá tem 970 hectares e abrange o sistema lagunar do município de Maricá, parte da restinga da região e a totalidade da Ilha do Cardoso.

1 de dezembro, 2016