Para elaboração do ranking, o estudo considerou os indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano-base de 2022, publicado pelo Ministério das Cidades
Os números indicam um caminho rumo à universalização do saneamento, mas São Paulo ainda precisa evoluir no tratamento de esgoto e reduzir o índice de perdas de água na distribuição