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MEIO AMBIENTE

Municípios fluminense recebe certificado e repasse de quase R$ 365 mil do ICMS Ecológico

Municípios fluminense recebe certificado e repasse de quase R$ 365 mil do ICMS Ecológico

Recurso do ICMS Ecológico será aplicado em veículo e insumos para fortalecer fiscalização e gestão ambiental local.

O município de São Francisco de Itabapoana, no Norte Fluminense (RJ), foi agraciado com certificado e repasse no valor de R$ 364.965,36 referentes ao ICMS Ecológico do ano fiscal 2022. A premiação foi entregue em cerimônia realizada em 29 de junho, no auditório da Fecomércio-RJ, no Flamengo, Rio de Janeiro.

Embora os valores do ICMS Ecológico possam ser utilizados livremente, a prefeita Francimara Barbosa Lemos optou por direcionar 100% do montante para o Fundo Municipal de Meio Ambiente. Assim, os recursos serão investidos na aquisição de um veículo e na compra de insumos para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), conforme declaração do vice‑prefeito Raliston Souza.

Criado em 2007 pelo governo do Rio de Janeiro, o ICMS Ecológico visa estimular prefeitos e gestores locais a proteger ecossistemas e mananciais. O mecanismo repassa proporcionalmente uma fatia maior do ICMS aos municípios que se destacam em indicadores de conservação ambiental.

O processo de distribuição baseia-se em oito rankings temáticos — como áreas protegidas, gestão de resíduos e iniciativas de preservação — elaborados pela SEA/RJ, INEA, Anamma e Fecomércio. Ao todo, 46 cidades fluminenses receberam certificados e recursos, totalizando 75.

O repasse recebido por São Francisco representa não apenas um reconhecimento técnico, mas também o fortalecimento da estrutura local de conservação. A aplicação dos recursos em equipamentos reforça a capacidade do município em fiscalizar e implementar políticas ambientais, com reflexo direto na gestão de áreas protegidas, parques e mananciais.

Historicamente, o ICMS Ecológico tem se mostrado ferramenta eficaz de incentivo ambiental. Estados como Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais adotam o modelo. No Paraná, por exemplo, o mecanismo representa 5% do ICMS estadual, sendo que metade é destinada a municípios com áreas protegidas.

Esse destaque do ICMS Ecológico repercute no fortalecimento de políticas públicas voltadas à conservação, pois associa recursos financeiros diretos a indicadores ambientais.

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15 de março, 2021
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PMVA certifica 100 municípios paulistas

Lançado em 2007 pelo Governo do Estado de São Paulo, o Programa Município Verde Azul (PMVA) certificou 100 municípios paulistas. O programa visa medir e apoiar a eficiência da gestão sustentável com a descentralização e valorização da agenda ambiental nos municípios. O principal objetivo é estimular e auxiliar as prefeituras paulistas na elaboração e execução de suas políticas públicas estratégicas para o desenvolvimento sustentável. O secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Marcos Penido, considera que o PMVA ajuda a divulgar as metas e projetos da pasta nos municípios do estado. "Por meio do PVMA nós levamos as nossas ações, intenções e sugestões para que cada região possa melhorar suas condições em relação ao meio ambiente. Este evento é para coroar os municípios que se dedicaram ao compromisso do desenvolvimento sustentável com esforços contínuos em prol da qualidade de vida e preservação da biodiversidade", destacou Penido. Atualmente, 616 municípios paulistas estão inscritos no programa. Ao participarem de um ciclo, estas cidades serão avaliadas em dez diretivas: Município Sustentável, Estrutura e Educação Ambiental, Conselho Ambiental, Biodiversidade, Gestão das Águas, Qualidade do Ar, Uso do Solo, Arborização Urbana, Esgoto Tratado e Resíduos Sólidos. "O PMVA é indutor de políticas públicas e tem uma relação com todas as áreas da pasta. Nosso papel é pavimentar o caminho entre os municípios e a SIMA, auxiliando as prefeituras nas questões de esgoto, resíduos sólidos, preservação da biodiversidade e meio ambiente", disse o coordenador do programa, José Walter Figueiredo Silva.

21 de dezembro, 2020
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RJ aprova programa estadual

O Conselho Estadual de Meio Ambiente do Rio de janeiro aprovou, no final de julho, o Programa Estadual de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro. O projeto foi iniciado em 2009 e concluído neste ano, após trabalho realizado por equipes das Secretarias de Estado do Ambiente e de Educação, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), REARJ, Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e representantes da sociedade civil. O documento foi elaborado a partir de um amplo debate com educadores de escolas estaduais, municiais e da rede privada e representantes da sociedade civil, que se reuniram em oito encontros regionais. Os princípios, as diretrizes e os objetivos que constam no Programa Estadual de Educação Ambiental irão direcionar as atividades pedagógicas, práticas e teóricas, além de serviços, ações e atividades de educação ambiental no estado fluminense. “Foi uma grande vitória a aprovação do Programa Estadual de educação ambiental, dando continuidade a uma política pública iniciada em 2009”, afirmou a Gerente de Educação Ambiental do Instituto Estadual do Ambiente, Ângela Canal. O Programa Estadual de Educação Ambiental respeita e valoriza a diversidade e todas as formas de vida. Para que o programa permaneça e tenha continuidade, no texto está prevista a transversalidade do assunto, uma vez que para as equipes que elaboraram o documento a Educação Ambiental deve estar nas escolas.

7 de agosto, 2018
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A Superintendência Regional Baía de Guanabara, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), promoveu, em Niterói, encontro com representantes de 11 das 16 cidades que compõem a Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara. A reunião teve como objetivo fortalecer o diálogo e estimular a parceria entre o órgão ambiental estadual e os municípios que compõem essa bacia hidrográfica. As equipes da Secretaria de Estado do Ambiente e do Inea falaram sobre licenciamento e fiscalização e apresentaram os Programa De Olho no Verde, Planos Municipais da Mata Atlântica, ICMS Verde e o Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais (ProUC). O subsecretário Rafael Ferreira destacou que este modelo de encontro permite levar aos municípios as ações do Estado, e que tem abertura para a participação das prefeituras: “Hoje, por exemplo, apresentamos o programa Olho no Verde, que consiste na utilização de imagens de satélite para identificar áreas de desmatamento, reforçando a fiscalização. Apresentamos uma proposta de parceria com esses municípios para trabalhar junto às áreas de alertas. Também foram apresentadas as novidades do ICMS Ecológico. Pelo programa, as prefeituras que investem na preservação ambiental contam com maior repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e falamos, ainda, sobre os Planos Municipais de Mata Atlântica, importante ferramenta da gestão ambiental municipal que conta com auxílio do estado”, explicou ele. “A iniciativa é importante porque abre um canal de comunicação com os municípios e fala da importância de se trabalhar em parceria em defesa do meio ambiente”, acrescentou o superintendente da Baía de Guanabara do Inea, Paulo Cunha. O encontro do Inea com representantes das administrações municipais já foi realizado com representantes dos municípios que compõem a Bacia Hidrográfica Lagos São João, na Região dos Lagos; da Bacia Hidrográfica do Piabanha, na Região Serrana, e da Bacia Hidrográfica Baixo Paraíba do Sul, no Norte Fluminense.

15 de março, 2017
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MATA ATLÂNTICA
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A Fundação SOS Mata Atlântica anunciou os 24 projetos contemplados pelo edital para o apoio à criação e implementação de Unidades de Conservação (UCs) Municipais no País. O programa tem como meta incentivar os municípios a fortalecer a gestão ambiental de seus territórios, investindo no planejamento e na execução de medidas que assegurem proteção e uso sustentável do ambiente. A iniciativa faz parte das comemorações dos 30 anos da ONG. Marcia Hirota, Diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, disse: “É um conjunto de projetos agregadores que contribuirão muito para fortalecer esses importantes mecanismos de conservação da biodiversidade local, reunindo poder público, instituições e pessoas para somar esforços voltados para as Unidades de Conservação e as políticas de proteção nos municípios da Mata Atlântica. Esta agenda é uma nova prioridade de atuação da Fundação”. A coordenadora de Áreas Protegidas da ONG, Erika Guimarães, lembrou a importância das UCs municipais para o bem-estar da população: “Teremos novos parceiros para uma atuação mais integrada, buscando fortalecer essas áreas que oferecem serviços ambientais relevantes e melhoram a qualidade de vida de todos nós”. Dos 24 projetos, 17 seguem a linha quatro que trata de ações para a implementação efetiva de UCs municipais já criadas. No que diz respeito aos tipos de Unidades de Conservação contemplados, houve uma distribuição equilibrada entre UCs de proteção integral (10) e uso sutentável (11) e outras três propostas para estudos de criação de novas UCs. Quase metade das propostas apresentadas tem como foco as unidades de conservação em ambientes costeiros e marinhos. “Isso reflete a importância que as UCs Municipais também têm para auxiliar o Brasil a atingir as suas metas de proteção do mar e da costa, ambientes hoje muito mal representados no conjunto de unidades de conservação brasileiras”, explicou Diego Igawa Martinez, biólogo do programa Costa Atlântica da Fundação. Essa proporcionalidade se refletiu nas propostas aprovadas (14,58% florestas e 10,42% mar) A região Sudeste concentra o maior número de projetos, seguido pelo Nordeste e Sul, incluindo dez propostas focadas no ambiente costeiro-marinho e 14 em florestas interiores. Os projetos encontram-se distribuídos em 11 dos 17 estados da Mata Atlântica. A lista de projetos pode ser conferida no site www.sosma.org.br/ucs-municipais .

21 de junho, 2016
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Governo de SP assina repasse com 29 municípios

29 municípios paulistas receberão o repasse do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição ( Fecop ), gerenciado pela Secretaria do Meio Ambiente (SMA), na forma de equipamentos. O valor estimado é de R$ 5,954 milhões para um total de 33 projetos, mediante a concessão de financiamentos não reembolsáveis. Com a verba, as cidades beneficiadas poderão implantar sistemas de aproveitamento de águas pluviais e adquirir equipamentos para a coleta seletiva como caminhão coletor e compactador de lixo, caminhão-pipa e para a construção de um Centro de Triagem de resíduos sólidos e equipamentos. Na ocasião, a secretária do Meio Ambiente, Patrícia Iglecias, falou que, em virtude da atenção especial do governo para as regiões mais severamente afetadas pela forte estiagem dos últimos dois anos, foi autorizada, por meio do Decreto nº 61.180/2015, a destinação de recursos Fecop para sistemas de captação de água de chuva e de reuso da água em equipamentos públicos municipais. Assinaram contratos seis municípios relacionados a esse programa, com projetos de implantação de sistemas de aproveitamento de águas pluviais em centros de saúde e em escolas municipais. Outros 23 municípios assinaram contratos relacionados à gestão de resíduos sólidos, na modalidade tradicional do Fecop. A verba liberada se destina à aquisição de caminhões para coleta seletiva, compactadores de lixo, caminhões-pipa, caçambas, pás-carregadeiras, trituradores de galhos; implementação de usinas de reciclagem de resíduos de construção civil e de triagem de resíduos sólidos.

17 de fevereiro, 2016