SANEAMENTO

Águas Cuiabá investe R$ 28 milhões na modernização do abastecimento

Águas Cuiabá investe R$ 28 milhões na modernização do abastecimento

Águas Cuiabá investe R$ 28 milhões na modernização do sistema de abastecimento de água, com foco em segurança e resiliência durante a estiagem.

A Águas Cuiabá está investimento mais de R$ 28 milhões em ações de melhoria e modernização para tornar o sistema de abastecimento de água mais seguro e mais forte, especialmente durante o período de estiagem. A companhia programou um pacote robusto de medidas que prevê a implantação de registros, reforços de rede e a substituição de aproximadamente 20 km de redes de abastecimento em bairros como Pedregal, Cidade Alta, Grande Terceiro e Novo Terceiro.

Uma das novidades é a instalação de sete válvulas modulantes de vazão com tecnologia eletrônica embarcada. Os equipamentos permitem maior precisão no controle da distribuição de água, ajudando a operação a ajustar o comportamento do sistema de acordo com as necessidades de cada região. Entre as melhorias previstas até o fim de 2026 está a instalação de uma válvula de abastecimento, equipada com tecnologia importada, no Reservatório Apoiado (RAP) Santa Terezinha, além de mutirões para identificação e retirada de vazamentos em bairros como o Jardim Industriário, contribuindo para a redução de perdas e a melhoria do abastecimento na região. “Estamos modernizando o sistema para que ele tenha cada vez mais capacidade de controle e resposta. A tecnologia nos permite trabalhar de maneira mais precisa e preventiva, o que é especialmente importante em um período como a estiagem”, explica Lucas Alves, diretor operacional da Águas Cuiabá.

Outro avanço está relacionado à implantação de mais de 100 ventosas automáticas, dispositivos que contribuem para reduzir a incidência de rompimentos e aumentar a segurança operacional do sistema de abastecimento. “Quando falamos em segurança do abastecimento, existe todo um conjunto de equipamentos e estruturas trabalhando para que a água seja distribuída de forma eficiente. Esses investimentos fortalecem justamente essa parte do sistema que não é visível, mas é essencial para a operação”, ressalta Alves.

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